Seu irmão, o herói, o guerreiro Utu,
Diz à pura Inanna
-Ó minha irmã, deixa que o pastor case contigo,
Ó virgem Inanna, porque não queres?
A sua nata é boa, o seu leite é bom,
O pastor, tudo o que a sua mão toca é brilhante,
Ó, Inanna, deixa que o pastor Dumuzi case contigo,
Ó tu, que estás adornada com jóias, porque não queres?
Ele comerá a sua boa nata contigo,
Ó protectora do rei, porque não queres?
Eu não casarei com o pastor,
Com o seu novo traje ele não me vestirá,
A sua fina lã não me cobrirá,
Eu, a virgem, casarei com o lavrador,
O lavrador que faz as plantas desenvolverem-se abundantemente,
O lavrador que faz a semente desenvolver-se abundantemente.
O Pastor:
O lavrador mais do que eu, o lavrador mais do que eu, o lavrador
o que tem ele mais do que eu?
Enkimdu, o homem do dique, valas e arado,
Mais do que eu, o lavrador, que tem ele mais do que eu?
Se ele me desse o seu fato preto,
Dar-lhe-ia, ao lavrador, a minha ovelha preta,
Se ele me desse o seu fato branco,
Dar-lhe-ia, ao lavrador, a minha ovelha branca,
Se ele me servisse a sua primeira cerveja,
Servir-lhe-ia, ao lavrador, o meu leite amarelo,
Se ele me servisse a sua boa cerveja,
Servir-lhe-ia, ao lavrador, o meu leite kisim,
Se ele me servisse a sua apetitosa cerveja,
Servir-lhe-ia, ao lavrador, o meu leite.
Se ele me servisse a sua cerveja aguada,
Servir-lhe-ia, ao lavrador, o meu leite de planta,
Se ele me desse os seus bons bocados,
Dar-lhe-ia, ao lavrador, o meu leite itirda,
Se ele me desse o seu bom pão,
Dar-lhe-ia, ao lavrador, o meu queijo de mel,
Se ele me desse os seus feijõezinhos,
Dar-lhe-ia, ao lavrador, os meus queijinhos;
Depois de eu ter comido, de ter bebido,
Ainda lhe deixaria os sobejos da nata,
Ainda lhe deixaria os sobejos do leite;
Mais do que eu, o lavrador, o que tem ele mais do que eu?
Disputa do Pastor e Enkimdu:
Ele alegrava-se, ele alegrava-se no barro da margem do rio,
ele alegrava-se,
Na margem do rio, o pastor na margem do rio alegrava-se,
O pastor, além disso, conduzia os carneiros na margem do rio.
Do pastor andando de um lado para o outro na margem do rio,
Dele, que é um pastor, se aproximou o lavrador,
O lavrador Enkimdu aproximou-se.
Dumuzi (...) do lavrador, o rei dos diques e valas,
Na sua planície, o pastor, na sua planície, inicia uma disputa com ele,
O pastor Dumuzi, na sua planície, inicia uma disputa com ele.
Enkimdu não quer discussões:
Eu, contra ti, pastor, contra ti, pastor, contra ti
o que poderei eu disputar?
Deixa que os teus carneiros comam a erva da margem do rio,
Nas minhas terras cultivadas deixa que os teus carneiros andem,
Nos campos brilhantes de Uruk deixa-os comer a semente,
Deixa que os teus cabritos e cordeiros bebam a água do meu unun (canal).
Dumuzi:
-Quanto a mim, que sou um pastor, no meu casamento,
Lavrador, podes ser considerado como meu amigo,
Lavrador Enkimdu, como meu amigo, lavrador, como meu amigo,
Que sejas considerado como meu amigo.
Enkimdu:
Eu trar-te-ei trigo, trar-te-ei feijões,
Trar-te-ei lentilhas...
Tu, donzela, seja o que for para ti
Donzela Inanna, trar-te-ei (...)
FONTE: http://www.pauloliveira.com/MySiteOLD/Zigurate/Zigurates.htm
Bem-vind@s! Tenho como objetivo disponibilizar e divulgar material erudito relacionado ás civilizações que floresceram na Mesopotâmia. Aqui você irá encontrar as tabuletas de argila em suas traduções literais, tal como foram escritas pelos Mesopotâmios e traduzidas pelos eruditos. O blog terá constantes atualizações e os artigos serão escritos por mim ou por outros autores, mas sempre priorizando os textos inéditos em língua portuguesa.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
O ENCANTO DE ENKI ( A CONFUSÃO DAS LÍNGUAS)
"Era uma vez, não havia cobras, não havia escorpiões
Não havia hienas, não havia leões,
Não havia cães selvagens, não havia lobos,
Não havia medo nem terror,
O homem não tinha rival.
Era uma vez as terras Shubur e Hamazi,
A Suméria de língua harmoniosa, a grande terra das divinas leis dos principados,
Uri, a grande terra que tem tudo o que é próprio,
A terra Martu, que descansa em segurança,
O universo inteiro, o povo em uníssono,
A Enlil numa língua fizeram preces.
Mas então o senhor-pai, o príncipe-pai, o rei-pai,
Enki, o senhor da abundância, cujas ordens eram confiantes
Senhor da Sabedoria que vigia a terra,
Senhor dos deuses,
Senhor de Eridu, dotado de sabedoria
Nas suas bocas trocou as palavras, instalou a discórdia,
Na fala do homem que havia sido única.
O texto O Encanto de Enki faz parte do conto épico mais vasto – Enmerkar e o senhor de Aratta.
FONTE: http://www.pauloliveira.com/MySiteOLD/Zigurate/Zigurates.htm
Não havia hienas, não havia leões,
Não havia cães selvagens, não havia lobos,
Não havia medo nem terror,
O homem não tinha rival.
Era uma vez as terras Shubur e Hamazi,
A Suméria de língua harmoniosa, a grande terra das divinas leis dos principados,
Uri, a grande terra que tem tudo o que é próprio,
A terra Martu, que descansa em segurança,
O universo inteiro, o povo em uníssono,
A Enlil numa língua fizeram preces.
Mas então o senhor-pai, o príncipe-pai, o rei-pai,
Enki, o senhor da abundância, cujas ordens eram confiantes
Senhor da Sabedoria que vigia a terra,
Senhor dos deuses,
Senhor de Eridu, dotado de sabedoria
Nas suas bocas trocou as palavras, instalou a discórdia,
Na fala do homem que havia sido única.
O texto O Encanto de Enki faz parte do conto épico mais vasto – Enmerkar e o senhor de Aratta.
FONTE: http://www.pauloliveira.com/MySiteOLD/Zigurate/Zigurates.htm
A DESCIDA DE INANNA AO INFERNO
Do "Grande Superior" ela dirigiu o seu pensamento ao "Grande Inferior"
A deusa, do "Grande Superior" ela dirigiu o seu pensamento ao "Grande Inferior"
Inanna, do "Grande Superior" ela dirigiu o seu pensamento ao "Grande Inferior"
A minha senhora abandonou o Céu, abandonou a Terra,
Ao mundo inferior ela desceu,
Inanna abandonou o Céu, abandonou a Terra,
Ao mundo inferior ela desceu,
Abandonou o poder de rei, abandonou o poder de rainha,
Ao mundo inferior ela desceu.
As sete leis divinas, ela as uniu a um lado,
Juntou todas as leis divinas, tomou-as na mão,
Todas as leis, ela pô-las aos seus pés, que esperavam,
A shugurra, a coroa da planície, ela colocou-a sobre a cabeça,
Anéis de cabelo ela ajustou na testa,
A vara e a linha de medir de lápis-lazúli, ela as apertou na mão,
Pequenas pedras de lápis-lazúli ela cingiu ao pescoço,
Duas pedras nunuz gémeas ela atou ao peito,
Um anel de ouro apertou na mão,
O peitoral "Vem, homem, vem" atou ao peito,
Com o vestido pala de rainha cobriu seu corpo,
Com o unguento "Que ele venha", que ele venha" ungiu os seus olhos.
Inanna caminhou para o mundo inferior,
O seu vizir Ninshubur seguia a seu lado,
A pura Inanna diz para Ninshubur:
"Ó tu que és o meu apoio constante,
Meu vizir das palavras favoráveis,
Meu cavaleiro das palavras verdadeiras,
Estou descendo ao mundo inferior.
Quando eu tiver chegado ao mundo inferior,
Solta lamentações por mim, como nas ruínas,
Na sala de reunião dos deuses toca o tambor por mim,
Na casa dos deuses procura-me,
Abaixa os teus olhos por mim, abaixa a tua boca por mim,
Como um pedinte, um traje pobre veste por mim,
Para o Ekur, a casa de Enlil, sozinho dirige os teus passos.
Ao entrares no Ekur, a casa de Enlil,
Chora perante Enlil:
"Ó pai Enlil, que a tua filha não seja ferida de morte no mundo inferior,
Que o tem bom metal não se cubra da poeira do mundo inferior,
Que o teu bom lápis-lazúli não seja quebrado dentro da pedra do canteiro,
Que a caixa de madeira não seja entalhada dentro da madeira do lenhador,
Que a donzela Inanna não seja condenada à morte no mundo inferior".
Se Enlil se não puser do teu lado, segue para Ur.
Em Ur, ao entrares em casa, da terra,
O Ekishnugal, a casa de Nanna,
Chora perante Nanna:
"Ó pai Nanna, que a tua filha não (...) – repetição da estrofe anteriorrelativa "
Se Nanna não se puser do teu lado, segue para Eridu.
Em Eridu, ao entrares em casa de Enki,
Chora perante Enki:
"Ó pai Enki, que a tua filha não (...) – repetição da estrofe anterior relativa "
O pai Enki, senhor da sabedoria,
Que conhece o "alimento da vida", que conhece a "água da vida",
Certamente te trará à vida.
Inanna desceu ao mundo inferior,
Ao seu mensageiro Ninshubur ela diz:
"Vai, Ninshubur,
Não esqueças as ordens que te dei".
Quando Inanna chegou ao palácio, à montanha de lápis-lazúli,
À porta do mundo inferior, ela agiu temerariamente,
No palácio do mundo inferior ela falou temerariamente:
"Abre a casa, Neti, abre a casa, eu, sozinha, quero entrar".
Neti, o porteiro principal do mundo inferior,
Responde à pura Inanna:
"Diz-me, por favor, quem és!"
"Eu sou a rainha do Céu, o sítio onde nasce o Sol".
"Se é a rainha do Céu, o sítio onde nasce o Sol,
Diz-me porque vieste à terra donde não se volta!
À estrada cujo viajante não mais volta, porque te conduziu o teu coração?"
A pura Inanna responde-lhe:
"A minha irmã mais velha, Ereshkigal,
Por causa do seu marido, o senhor Gugalanna, que foi assassinado,
Para assistir aos ritos funerários,
(...), assim seja".
Neti, o porteiro principal do mundo inferior,
Entra em casa da sua rainha Ereshkigal e diz-lhe:
"Ó minha rainha, é uma donzela que, como um deus (...)
Às sete leis divinas (...) – repetição da terceira estrofe completa –
(...)
Então Ereshkigal mordeu a sua coxa, estava cheia de ira,
E disse a Neti, o seu porteiro principal:
"Vem, Neti, porteiro principal do mundo inferior,
A ordem que eu te der, não a esqueças.
Levanta os ferrolhos das sete portas do mundo inferior,
Do seu único palácio, Ganzir, o "rosto" do mundo inferior, abre as portas.
Quando ela entrar,
Subjuga-a e que seja trazida nua à minha presença".
Neti, o porteiro principal do mundo inferior,
Escutou as palavras da sua rainha.
Levantou os ferrolhos das sete portas do mundo inferior,
Do seu único palácio, Ganzir, o "rosto" do mundo inferior, ele abriu as portas.
"Vem, Inanna, entra".
Quando ela entrou,
A shugurra, a "coroa da planície", da sua cabeça foi retirada,
"Por favor, que é isto?"
"Cala-te, Inanna, as leis do mundo inferior são perfeitas,
Ó Inanna, não desprezes os ritos do mundo inferior".
Quando ela entrou na segunda porta,
A vara e o fio de medir de lápis-lazúli foram-lhe retirados.
"Por favor, que é isto?"
"Cala-te, Inanna, as leis do mundo inferior são perfeitas,
Ó Inanna, não desprezes os ritos do mundo inferior".
Quando ela entrou na terceira porta,
As pequenas pedras de lápis-lazúli foram retiradas do seu pescoço.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Quando ela entrou na quarta porta,
As pedras gémeas de nunuz foram retiradas do seu peito.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Quando ela entrou na quinta porta,
O anel de ouro foi retirado da sua mão.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Quando ela entrou na sexta porta,
O peitoral "Vem, homem, vem" foi retirado do seu peito.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Quando ela entrou na sétima porta,
O vestuário pala da realeza foi retirado do seu corpo.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Subjugada, foi trazida nua perante ela.
A pura Ereshkigal sentou-se no seu trono,
Os Anunnaki, os sete juízes, pronunciaram perante ela o seu julgamento,
Ela fixou o seu olhar sobre Inanna, o olhar da morte,
Disse contra ela a palavra, ä palavra da ira,
Pronunciou contra ela o grito, o grito da culpa,
A mulher doente tornou-se um cadáver,
O cadáver ficou pendurado num gancho.
Depois de terem passado três dias e três noites,
O seu vizir Ninshubur,
O seu vizir das palavras favoráveis,
O seu cavaleiro das palavras verdadeiras,
Soltou uma lamentação por ela, como (se faz) nas ruínas,
Tocou por ela o tambor na sala de reunião dos deuses,
Perguntou por ela na casa dos deuses,
Baixou por ela os olhos, baixou por ela a boca(...),
Como um pedinte, vestiu por ela um traje pobre,
Ao Ekur, a casa de Enlil, sozinho, dirigiu os seus passos.
Ao entrar no Ekur, a casa de Enlil,
Perante Enlil ele chora:
"Ó pai Enlil, que a tua filha não seja morta no mundo inferior,
Que o tem bom metal não se cubra da poeira do mundo inferior,
Que o teu bom lápis-lazúli não seja quebrado dentro da pedra do canteiro,
Que a caixa de madeira não seja destruída dentro da madeira do lenhador,
Que a donzela Inanna não seja morta no mundo inferior".
Como o pai Enlil não se pôs a seu lado, dirigiu-se a Ur.
Em Ur, ao entrar na casa da Terra,
O Ekishnugal, a casa de Nanna,
Perante Nanna ele chora:
"Ó pai Nanna, que a tua filha não seja morta no mundo inferior,
Que o tem bom metal não se cubra da poeira do mundo inferior,
Que o teu bom lápis-lazúli não seja quebrado dentro da pedra do canteiro,
Que a caixa de madeira não seja destruída dentro da madeira do lenhador,
Que a donzela Inanna não seja morta no mundo inferior".
Como o pai Nanna não se pôs a seu lado, partiu para Eridu.
Em Eridu, ao entrar na casa de Enki,
Perante Enki ele chora:
"Ó pai Enki, que a tua filha não seja morta no mundo inferior,
Que o tem bom metal não se cubra da poeira do mundo inferior,
Que o teu bom lápis-lazúli não seja quebrado dentro da pedra do canteiro,
Que a caixa de madeira não seja destruída dentro da madeira do lenhador,
Que a donzela Inanna não seja morta no mundo inferior".
O pai Enki responde a Ninshubur:
"O que aconteceu então a minha filha? Estou inquieto.
O que aconteceu então a Inanna? Estou inquieto.
O que aconteceu então à rainha de todas as terras? Estou inquieto.
O que aconteceu então à hierodula do Céu? Estou inquieto".
Ele tirou sujidade da sua unha e moldou o kurgarru
Ele tirou sujidade da sua unha pintada de vermelho e moldou o kalaturru
Ao kurgarru deu o "alimento da vida",
Ao kalaturru deu a "água da vida",
O pai Enki disse para kalaturru e kurgarru (...)
Eles – os deuses do mundo inferior - oferecer-vos-ão a água do rio, não a aceitem,
Oferecer-vos-ão o grão do campo, não o aceitem,
"Dá-nos o corpo pendurado do gancho", digam a ela, a Ereshkigal,
Um de vós derrame sobre ela o "alimento da vida", o outro a "água da vida",
Então Inanna erguer-se-á".
- O kurgarru e o kalaturru cumprem as ordens –
Eles oferecem-lhes a água do rio, eles não a aceitam,
Eles oferecem-lhes o grão do campo, eles não o aceitam,
"Dá-nos o corpo pendurado do gancho", dizem a ela.
A pura Ereshkigal responde ao kalaturru e ao kurgarru:
"O corpo é o da vossa rainha".
"Apesar de o corpo ser o da nossa rainha, dá-no-lo", disseram-lhe.
Eles dão-lhes o corpo pendurado do gancho,
Um derramou sobre ela o "alimento da vida", o outro a "água da vida".
Inanna ergueu-se.
Inanna está quase a ascender do mundo inferior,
Os Anunnaki agarram-na dizendo:
"Aquele que tenha descido ao mundo inferior jamais subirá ileso do mundo inferior!
Se Inanna ascender do mundo inferior,
Que dê alguém em sua substituição".
Inanna ascende do mundo inferior,
Os pequenos demónios como canas shukur,
Os grandes demónios como canas dubban,
Puseram-se ao lado dela.
O que estava na sua frente, apesar de não ser um vizir, segurava na mão um ceptro,
O que estava a seu lado, apesar de não ser um cavaleiro, tinha uma arma cingida à cintura.
Os que a acompanhavam,
Os que acompanhavam Inanna,
Eram seres que não conheciam alimento, que não conheciam a água,
Não comiam farinha espalhada,
Não bebiam água derramada,
Roubavam a mulher do regaço do homem,
Roubavam a criança do seio da ama.
Dumuzi vestiu um traje nobre, sentou-se no seu assento,
Os demónios agarraram-no pelas coxas...
Os sete demónios largaram-se sobre ele como se se dirigissem a um doente,
Os pastores não tocaram a flauta e a gaita perante ele.
Ela – Inanna – fixou o olhar sobre ele, o olhar da morte,
Pronunciou contra ele a palavra, a palavra da ira,
Soltou contra ele o grito, o grito da culpa:
"Quanto a ele, levem-no".
A pura Inanna entregou-lhes o pastor Dumuzi.
Os que o acompanhavam,
Os que acompanhavam Dumuzi,
Eram seres que não conheciam o alimento, que não conheciam a água,
Não comiam farinha espalhada,
Não bebiam água derramada,
Não se acolhiam com prazer no regaço da mulher,
Não beijavam crianças bem alimentadas,
Arrancavam o filho do homem de seus joelhos,
Levavam a enteada de casa do padrasto.
Dumuzi chorou, seu rosto tornou-se verde,
Para o Céu, para Utu – deus do Sol – ergueu a mão:
"Ó Utu, tu és o irmão de minha mulher, eu sou o marido de tua irmã,
Eu sou aquele que traz a nata a casa de tua mãe,
Eu sou aquele que traz o leite a casa de Ningal,
Transforma a minha mão na mão duma cobra (de um dragão),
Transforma o meu pé no pé de uma cobra (de um dragão),
Que eu escape aos meus demónios, que eles não me apanhem".
FONTE: http://www.pauloliveira.com/MySiteOLD/Zigurate/Zigurates.htm
A deusa, do "Grande Superior" ela dirigiu o seu pensamento ao "Grande Inferior"
Inanna, do "Grande Superior" ela dirigiu o seu pensamento ao "Grande Inferior"
A minha senhora abandonou o Céu, abandonou a Terra,
Ao mundo inferior ela desceu,
Inanna abandonou o Céu, abandonou a Terra,
Ao mundo inferior ela desceu,
Abandonou o poder de rei, abandonou o poder de rainha,
Ao mundo inferior ela desceu.
As sete leis divinas, ela as uniu a um lado,
Juntou todas as leis divinas, tomou-as na mão,
Todas as leis, ela pô-las aos seus pés, que esperavam,
A shugurra, a coroa da planície, ela colocou-a sobre a cabeça,
Anéis de cabelo ela ajustou na testa,
A vara e a linha de medir de lápis-lazúli, ela as apertou na mão,
Pequenas pedras de lápis-lazúli ela cingiu ao pescoço,
Duas pedras nunuz gémeas ela atou ao peito,
Um anel de ouro apertou na mão,
O peitoral "Vem, homem, vem" atou ao peito,
Com o vestido pala de rainha cobriu seu corpo,
Com o unguento "Que ele venha", que ele venha" ungiu os seus olhos.
Inanna caminhou para o mundo inferior,
O seu vizir Ninshubur seguia a seu lado,
A pura Inanna diz para Ninshubur:
"Ó tu que és o meu apoio constante,
Meu vizir das palavras favoráveis,
Meu cavaleiro das palavras verdadeiras,
Estou descendo ao mundo inferior.
Quando eu tiver chegado ao mundo inferior,
Solta lamentações por mim, como nas ruínas,
Na sala de reunião dos deuses toca o tambor por mim,
Na casa dos deuses procura-me,
Abaixa os teus olhos por mim, abaixa a tua boca por mim,
Como um pedinte, um traje pobre veste por mim,
Para o Ekur, a casa de Enlil, sozinho dirige os teus passos.
Ao entrares no Ekur, a casa de Enlil,
Chora perante Enlil:
"Ó pai Enlil, que a tua filha não seja ferida de morte no mundo inferior,
Que o tem bom metal não se cubra da poeira do mundo inferior,
Que o teu bom lápis-lazúli não seja quebrado dentro da pedra do canteiro,
Que a caixa de madeira não seja entalhada dentro da madeira do lenhador,
Que a donzela Inanna não seja condenada à morte no mundo inferior".
Se Enlil se não puser do teu lado, segue para Ur.
Em Ur, ao entrares em casa, da terra,
O Ekishnugal, a casa de Nanna,
Chora perante Nanna:
"Ó pai Nanna, que a tua filha não (...) – repetição da estrofe anteriorrelativa "
Se Nanna não se puser do teu lado, segue para Eridu.
Em Eridu, ao entrares em casa de Enki,
Chora perante Enki:
"Ó pai Enki, que a tua filha não (...) – repetição da estrofe anterior relativa "
O pai Enki, senhor da sabedoria,
Que conhece o "alimento da vida", que conhece a "água da vida",
Certamente te trará à vida.
Inanna desceu ao mundo inferior,
Ao seu mensageiro Ninshubur ela diz:
"Vai, Ninshubur,
Não esqueças as ordens que te dei".
Quando Inanna chegou ao palácio, à montanha de lápis-lazúli,
À porta do mundo inferior, ela agiu temerariamente,
No palácio do mundo inferior ela falou temerariamente:
"Abre a casa, Neti, abre a casa, eu, sozinha, quero entrar".
Neti, o porteiro principal do mundo inferior,
Responde à pura Inanna:
"Diz-me, por favor, quem és!"
"Eu sou a rainha do Céu, o sítio onde nasce o Sol".
"Se é a rainha do Céu, o sítio onde nasce o Sol,
Diz-me porque vieste à terra donde não se volta!
À estrada cujo viajante não mais volta, porque te conduziu o teu coração?"
A pura Inanna responde-lhe:
"A minha irmã mais velha, Ereshkigal,
Por causa do seu marido, o senhor Gugalanna, que foi assassinado,
Para assistir aos ritos funerários,
(...), assim seja".
Neti, o porteiro principal do mundo inferior,
Entra em casa da sua rainha Ereshkigal e diz-lhe:
"Ó minha rainha, é uma donzela que, como um deus (...)
Às sete leis divinas (...) – repetição da terceira estrofe completa –
(...)
Então Ereshkigal mordeu a sua coxa, estava cheia de ira,
E disse a Neti, o seu porteiro principal:
"Vem, Neti, porteiro principal do mundo inferior,
A ordem que eu te der, não a esqueças.
Levanta os ferrolhos das sete portas do mundo inferior,
Do seu único palácio, Ganzir, o "rosto" do mundo inferior, abre as portas.
Quando ela entrar,
Subjuga-a e que seja trazida nua à minha presença".
Neti, o porteiro principal do mundo inferior,
Escutou as palavras da sua rainha.
Levantou os ferrolhos das sete portas do mundo inferior,
Do seu único palácio, Ganzir, o "rosto" do mundo inferior, ele abriu as portas.
"Vem, Inanna, entra".
Quando ela entrou,
A shugurra, a "coroa da planície", da sua cabeça foi retirada,
"Por favor, que é isto?"
"Cala-te, Inanna, as leis do mundo inferior são perfeitas,
Ó Inanna, não desprezes os ritos do mundo inferior".
Quando ela entrou na segunda porta,
A vara e o fio de medir de lápis-lazúli foram-lhe retirados.
"Por favor, que é isto?"
"Cala-te, Inanna, as leis do mundo inferior são perfeitas,
Ó Inanna, não desprezes os ritos do mundo inferior".
Quando ela entrou na terceira porta,
As pequenas pedras de lápis-lazúli foram retiradas do seu pescoço.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Quando ela entrou na quarta porta,
As pedras gémeas de nunuz foram retiradas do seu peito.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Quando ela entrou na quinta porta,
O anel de ouro foi retirado da sua mão.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Quando ela entrou na sexta porta,
O peitoral "Vem, homem, vem" foi retirado do seu peito.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Quando ela entrou na sétima porta,
O vestuário pala da realeza foi retirado do seu corpo.
(repetição idêntica às estrofes anteriores)
Subjugada, foi trazida nua perante ela.
A pura Ereshkigal sentou-se no seu trono,
Os Anunnaki, os sete juízes, pronunciaram perante ela o seu julgamento,
Ela fixou o seu olhar sobre Inanna, o olhar da morte,
Disse contra ela a palavra, ä palavra da ira,
Pronunciou contra ela o grito, o grito da culpa,
A mulher doente tornou-se um cadáver,
O cadáver ficou pendurado num gancho.
Depois de terem passado três dias e três noites,
O seu vizir Ninshubur,
O seu vizir das palavras favoráveis,
O seu cavaleiro das palavras verdadeiras,
Soltou uma lamentação por ela, como (se faz) nas ruínas,
Tocou por ela o tambor na sala de reunião dos deuses,
Perguntou por ela na casa dos deuses,
Baixou por ela os olhos, baixou por ela a boca(...),
Como um pedinte, vestiu por ela um traje pobre,
Ao Ekur, a casa de Enlil, sozinho, dirigiu os seus passos.
Ao entrar no Ekur, a casa de Enlil,
Perante Enlil ele chora:
"Ó pai Enlil, que a tua filha não seja morta no mundo inferior,
Que o tem bom metal não se cubra da poeira do mundo inferior,
Que o teu bom lápis-lazúli não seja quebrado dentro da pedra do canteiro,
Que a caixa de madeira não seja destruída dentro da madeira do lenhador,
Que a donzela Inanna não seja morta no mundo inferior".
Como o pai Enlil não se pôs a seu lado, dirigiu-se a Ur.
Em Ur, ao entrar na casa da Terra,
O Ekishnugal, a casa de Nanna,
Perante Nanna ele chora:
"Ó pai Nanna, que a tua filha não seja morta no mundo inferior,
Que o tem bom metal não se cubra da poeira do mundo inferior,
Que o teu bom lápis-lazúli não seja quebrado dentro da pedra do canteiro,
Que a caixa de madeira não seja destruída dentro da madeira do lenhador,
Que a donzela Inanna não seja morta no mundo inferior".
Como o pai Nanna não se pôs a seu lado, partiu para Eridu.
Em Eridu, ao entrar na casa de Enki,
Perante Enki ele chora:
"Ó pai Enki, que a tua filha não seja morta no mundo inferior,
Que o tem bom metal não se cubra da poeira do mundo inferior,
Que o teu bom lápis-lazúli não seja quebrado dentro da pedra do canteiro,
Que a caixa de madeira não seja destruída dentro da madeira do lenhador,
Que a donzela Inanna não seja morta no mundo inferior".
O pai Enki responde a Ninshubur:
"O que aconteceu então a minha filha? Estou inquieto.
O que aconteceu então a Inanna? Estou inquieto.
O que aconteceu então à rainha de todas as terras? Estou inquieto.
O que aconteceu então à hierodula do Céu? Estou inquieto".
Ele tirou sujidade da sua unha e moldou o kurgarru
Ele tirou sujidade da sua unha pintada de vermelho e moldou o kalaturru
Ao kurgarru deu o "alimento da vida",
Ao kalaturru deu a "água da vida",
O pai Enki disse para kalaturru e kurgarru (...)
Eles – os deuses do mundo inferior - oferecer-vos-ão a água do rio, não a aceitem,
Oferecer-vos-ão o grão do campo, não o aceitem,
"Dá-nos o corpo pendurado do gancho", digam a ela, a Ereshkigal,
Um de vós derrame sobre ela o "alimento da vida", o outro a "água da vida",
Então Inanna erguer-se-á".
- O kurgarru e o kalaturru cumprem as ordens –
Eles oferecem-lhes a água do rio, eles não a aceitam,
Eles oferecem-lhes o grão do campo, eles não o aceitam,
"Dá-nos o corpo pendurado do gancho", dizem a ela.
A pura Ereshkigal responde ao kalaturru e ao kurgarru:
"O corpo é o da vossa rainha".
"Apesar de o corpo ser o da nossa rainha, dá-no-lo", disseram-lhe.
Eles dão-lhes o corpo pendurado do gancho,
Um derramou sobre ela o "alimento da vida", o outro a "água da vida".
Inanna ergueu-se.
Inanna está quase a ascender do mundo inferior,
Os Anunnaki agarram-na dizendo:
"Aquele que tenha descido ao mundo inferior jamais subirá ileso do mundo inferior!
Se Inanna ascender do mundo inferior,
Que dê alguém em sua substituição".
Inanna ascende do mundo inferior,
Os pequenos demónios como canas shukur,
Os grandes demónios como canas dubban,
Puseram-se ao lado dela.
O que estava na sua frente, apesar de não ser um vizir, segurava na mão um ceptro,
O que estava a seu lado, apesar de não ser um cavaleiro, tinha uma arma cingida à cintura.
Os que a acompanhavam,
Os que acompanhavam Inanna,
Eram seres que não conheciam alimento, que não conheciam a água,
Não comiam farinha espalhada,
Não bebiam água derramada,
Roubavam a mulher do regaço do homem,
Roubavam a criança do seio da ama.
Dumuzi vestiu um traje nobre, sentou-se no seu assento,
Os demónios agarraram-no pelas coxas...
Os sete demónios largaram-se sobre ele como se se dirigissem a um doente,
Os pastores não tocaram a flauta e a gaita perante ele.
Ela – Inanna – fixou o olhar sobre ele, o olhar da morte,
Pronunciou contra ele a palavra, a palavra da ira,
Soltou contra ele o grito, o grito da culpa:
"Quanto a ele, levem-no".
A pura Inanna entregou-lhes o pastor Dumuzi.
Os que o acompanhavam,
Os que acompanhavam Dumuzi,
Eram seres que não conheciam o alimento, que não conheciam a água,
Não comiam farinha espalhada,
Não bebiam água derramada,
Não se acolhiam com prazer no regaço da mulher,
Não beijavam crianças bem alimentadas,
Arrancavam o filho do homem de seus joelhos,
Levavam a enteada de casa do padrasto.
Dumuzi chorou, seu rosto tornou-se verde,
Para o Céu, para Utu – deus do Sol – ergueu a mão:
"Ó Utu, tu és o irmão de minha mulher, eu sou o marido de tua irmã,
Eu sou aquele que traz a nata a casa de tua mãe,
Eu sou aquele que traz o leite a casa de Ningal,
Transforma a minha mão na mão duma cobra (de um dragão),
Transforma o meu pé no pé de uma cobra (de um dragão),
Que eu escape aos meus demónios, que eles não me apanhem".
FONTE: http://www.pauloliveira.com/MySiteOLD/Zigurate/Zigurates.htm
GILGAMESH E A TERRA DOS VIVOS
O senhor para a Terra dos Vivos dirigiu o seu pensamento,
O senhor Gilgamesg para a Terra dos Vivos dirigiu o seu pensamento,
Ele diz ao seu servidor Enkidu:
"Ó Enkidu, o tijolo e o selo ainda não deram origem ao fim fatal,
Eu entraria na "terra", eu elevaria o meu nome,
Nos lugares onde os nomes foram elevados eu elevaria o meu nome,
Nos lugares onde os nomes ainda não foram elevados eu elevaria os nomes dos deuses".
O seu servidor Enkidu respondeu-lhe:
"Ó meu senhor, se tu queres entrar na "terra", informa Utu,
Informa Utu, o herói Utu –
A "terra" está a cargo de Utu,
A terra dos cedros abatidos está a cargo do herói Utu – informa Utu".
Gilgamesh poisou as suas mãos sobre um cabrito todo branco,
Um cabrito castanho, uma oferenda, ele apertou contra o peito,
Na sua mão colocou o bastão de prata (...)
Diz a Utu do Céu:
"Ó Utu, eu quereria entrar na "terra", sê meu aliado,
Eu quereria entrar na terra do cedro abatido, sê meu aliado".
Utu do Céu respondeu-lhe:
"É verdade que tu é (...), mas o que és tu para a "terra"?"
"Ó Utu, eu quereria dizer-te uma palavra, para a minha palavra o teu ouvido,
Eu fá-la-ia chegar a ti, dá-lhe ouvidos.
Na minha cidade morre-se, oprimido está o coração,
O homem perece, pesado está o coração.
Eu espreitei sobre o muro,
Vi os cadáveres... flutuando no rio;
Quanto a mim, eu terei o mesmo destino; verdadeiramente assim será.
O homem, por mais alto, não pode chegar ao Céu,
O homem, por mais largo, não pode cobrir a Terra.
O tijolo e o selo não decretaram ainda o fim fatal
Eu quereria entrar na "terra", fixaria o meu nome,
Nos lugares onde os nomes foram erguidos eu ergueria o meu nome,
Nos lugares onde os nomes não foram erguidos ergueria o nome dos deuses".
Utu aceitou as suas lágrimas como oferenda,
Como um homem de misericórdia, mostrou-lhe misericórdia,
Os sete heróis, os filhos de uma mãe, (...)
Ele trouxe para dentro das cavernas da montanha.
Quem abateu o cedro agiu alegremente,
O senhor Gilgamesh agiu alegremente,
Na sua cidade, como um homem, ele
Como dois companheiros, ele
"Quem tem casa, para sua casa! Quem tem mãe, para a sua mãe!
Que os homens solteiros que fariam como eu, cinquenta, permaneçam a meu lado".
À casa dos forjadores ele se dirigiu,
O machado, o seu "poder de heroísmo" ele ali mandou fundir.
Ao jardim da planície se dirigiu,
A árvore, o salgueiro, a macieira, o buxo, a árvore ali derrubou.
Os "filhos" da sua cidade que o acompanhavam colocaram-nos nas suas mãos.
Após passarem as montanhas, Gilgamesh adormeceu. Enkidu tenta despertá-lo.
Toca-lhe, ele não se ergue,
Fala-lhe, ele não responde.
"Tu que estás deitado, tu que estás deitado,
Ó Gilgamesh,, senhor, filho de Kullab, por quanto tempo permanecerás deitado?
A "terra" escureceu, as sombras derramaram-se sobre ela,
O crepúsculo fez brotar a sua luz,
Utu foi de cabeça erguida para o seio de sua mãe, Ningal,
Ó Gilgamesh, por quanto tempo permanecerás deitado?
Não deixes que os filhos da tua cidade que te acompanham
Permaneçam esperando por ti ao pé da montanha,
Não permitas que a tua mãe que te deu o ser seja conduzida à "praça" da cidade".
Ele consentiu,
Com a sua "palavra de heroísmo" cobriu-se como um vestuário,
O seu vestuário de trinta siclos que levava na mão cruzou sobre o peito,
Como um touro, fixou-se na "grande terra",
Encostou a boca ao solo, os seus dentes abanaram.
"Pela vida de Ninsun, minha mãe que me deu o ser, e do puro Lugalbanda, meu pai, Possa eu tornar-me como alguém que se senta, para ser admirado, nos joelhos de Ninsun, a mãe que me deu o ser":
Uma segunda vez ele lhe diz:
"Pela vida de Ninsun, minha mãe que me deu o ser, e do puro Lugalbanda, meu pai, Até que eu tenha morto esse ‘homem’, se ele for um homem, até que o tenha morto, se ele for um deus,
Os meus passos dirigidos para o ‘campo’, não os dirigirei para a cidade".
O atento servidor suplicou, (...) ou a vida,
Ele respondeu ao senhor:
"Ó meu senhor, tu, que nunca viste este ‘homem’, não estás aterrorizado,
Eu, que vi este ‘homem’, estou aterrorizado.
O guerreiro, os seus dentes são os dentes de um dragão,
O seu rosto, é o rosto de um leão,
O seu (...) é o curso de água torrencial,
Da sua fronte, que devora árvores e juncos, nada escapa.
Ó meu senhor, parte para o ‘campo’, eu partirei para a cidade,
Direi a tua mãe da tua glória, que ela te louve,
Dir-lhe-ei da tua morte próxima, que ela verta lágrimas amargas.
Por mim um outro não morrerá, o barco carregado não se afundará,
O fato de três pregas não será cortado,
O (...) não será submergido,
O fogo não destruirá a casa e a cabana.
Ajudai-me e ajudar-te-ei, o que pode acontecer-nos?
Vem, vamos para a frente, fixá-lo-emos com os nossos olhos,
Se avançarmos,
E se houver medo, se houver medo, fá-lo arrepiar caminho,
Se houver terror, se houver terror, fá-lo arrepiar caminho,
No teu (...), vem, vamos para a frente".
Quando ainda não tinha chegado a uma distância de 1200 pés,
Huwawa, a sua casa de cedro,
Fixou o seu olhar sobre ele, o olhar da morte,
Inclinou a cabeça sobre ele, agitou a cabeça para ele,
Ele próprio Gilgamesh arrancou a primeira árvore,
Os ‘filhos’ da sua cidade que o acompanhavam
Cortaram-lhe a rama, apanharam-na,
Puseram-na no sopé da montanha.
Depois ele próprio, tendo arrancado a sétima, aproximou-se do seu quarto,
Dirigiu-se para a ‘cobra do cais do vinho’ na sua parede,
Como alguém depondo um beijo, ele esbofeteou-lhe a face.
Huwawa, o seu dente abanou, a sua mão tremeu,
"Eu gostaria de te dizer uma palavra,
(Ó Utu), não conheço a mãe que me deu o ser, não conheço o pai que me criou,
Na ‘terra’ deste-me o ser, criaste-me".
Ele esconjurou Gilgamesh pela vida do Céu, pela vida da Terra, pela vida do mundo inferior,
Tomou-o pela mão (...).
Então o coração de Gilgamesh teve piedade,
Diz ao seu servo Enkidu:
"Ó Enkidu, deixa o pássaro cativo voltar para o seu lugar,
Deixa o homem cativo voltar ao seio de sua mãe".
Enkidu responde a Gilgamesh:
"O mais alto que não tem razão,
Namtar (demónio da morte) o devorará, Namtar que não conhece distinções.
Se o pássaro cativo voltar ao seu lugar,
Se o homem cativo voltar ao seio de sua mãe,
Tu não voltarás à cidade da mãe que te deu o ser".
Huwawa diz a Enkidu:
"De mim, ó Enkidu, tu disseste-lhe mal,
Ó homem vendido (...) tu disseste-lhe mal".
Quando ele assim falou,
Eles cortaram-lhe o pescoço;
Colocaram sobre ele (...)
Trouxeram-no perante Enlil e Ninlil (...).
Fonte: http://www.pauloliveira.com/MySiteOLD/Zigurate/Zigurates.htm
O senhor Gilgamesg para a Terra dos Vivos dirigiu o seu pensamento,
Ele diz ao seu servidor Enkidu:
"Ó Enkidu, o tijolo e o selo ainda não deram origem ao fim fatal,
Eu entraria na "terra", eu elevaria o meu nome,
Nos lugares onde os nomes foram elevados eu elevaria o meu nome,
Nos lugares onde os nomes ainda não foram elevados eu elevaria os nomes dos deuses".
O seu servidor Enkidu respondeu-lhe:
"Ó meu senhor, se tu queres entrar na "terra", informa Utu,
Informa Utu, o herói Utu –
A "terra" está a cargo de Utu,
A terra dos cedros abatidos está a cargo do herói Utu – informa Utu".
Gilgamesh poisou as suas mãos sobre um cabrito todo branco,
Um cabrito castanho, uma oferenda, ele apertou contra o peito,
Na sua mão colocou o bastão de prata (...)
Diz a Utu do Céu:
"Ó Utu, eu quereria entrar na "terra", sê meu aliado,
Eu quereria entrar na terra do cedro abatido, sê meu aliado".
Utu do Céu respondeu-lhe:
"É verdade que tu é (...), mas o que és tu para a "terra"?"
"Ó Utu, eu quereria dizer-te uma palavra, para a minha palavra o teu ouvido,
Eu fá-la-ia chegar a ti, dá-lhe ouvidos.
Na minha cidade morre-se, oprimido está o coração,
O homem perece, pesado está o coração.
Eu espreitei sobre o muro,
Vi os cadáveres... flutuando no rio;
Quanto a mim, eu terei o mesmo destino; verdadeiramente assim será.
O homem, por mais alto, não pode chegar ao Céu,
O homem, por mais largo, não pode cobrir a Terra.
O tijolo e o selo não decretaram ainda o fim fatal
Eu quereria entrar na "terra", fixaria o meu nome,
Nos lugares onde os nomes foram erguidos eu ergueria o meu nome,
Nos lugares onde os nomes não foram erguidos ergueria o nome dos deuses".
Utu aceitou as suas lágrimas como oferenda,
Como um homem de misericórdia, mostrou-lhe misericórdia,
Os sete heróis, os filhos de uma mãe, (...)
Ele trouxe para dentro das cavernas da montanha.
Quem abateu o cedro agiu alegremente,
O senhor Gilgamesh agiu alegremente,
Na sua cidade, como um homem, ele
Como dois companheiros, ele
"Quem tem casa, para sua casa! Quem tem mãe, para a sua mãe!
Que os homens solteiros que fariam como eu, cinquenta, permaneçam a meu lado".
À casa dos forjadores ele se dirigiu,
O machado, o seu "poder de heroísmo" ele ali mandou fundir.
Ao jardim da planície se dirigiu,
A árvore, o salgueiro, a macieira, o buxo, a árvore ali derrubou.
Os "filhos" da sua cidade que o acompanhavam colocaram-nos nas suas mãos.
Após passarem as montanhas, Gilgamesh adormeceu. Enkidu tenta despertá-lo.
Toca-lhe, ele não se ergue,
Fala-lhe, ele não responde.
"Tu que estás deitado, tu que estás deitado,
Ó Gilgamesh,, senhor, filho de Kullab, por quanto tempo permanecerás deitado?
A "terra" escureceu, as sombras derramaram-se sobre ela,
O crepúsculo fez brotar a sua luz,
Utu foi de cabeça erguida para o seio de sua mãe, Ningal,
Ó Gilgamesh, por quanto tempo permanecerás deitado?
Não deixes que os filhos da tua cidade que te acompanham
Permaneçam esperando por ti ao pé da montanha,
Não permitas que a tua mãe que te deu o ser seja conduzida à "praça" da cidade".
Ele consentiu,
Com a sua "palavra de heroísmo" cobriu-se como um vestuário,
O seu vestuário de trinta siclos que levava na mão cruzou sobre o peito,
Como um touro, fixou-se na "grande terra",
Encostou a boca ao solo, os seus dentes abanaram.
"Pela vida de Ninsun, minha mãe que me deu o ser, e do puro Lugalbanda, meu pai, Possa eu tornar-me como alguém que se senta, para ser admirado, nos joelhos de Ninsun, a mãe que me deu o ser":
Uma segunda vez ele lhe diz:
"Pela vida de Ninsun, minha mãe que me deu o ser, e do puro Lugalbanda, meu pai, Até que eu tenha morto esse ‘homem’, se ele for um homem, até que o tenha morto, se ele for um deus,
Os meus passos dirigidos para o ‘campo’, não os dirigirei para a cidade".
O atento servidor suplicou, (...) ou a vida,
Ele respondeu ao senhor:
"Ó meu senhor, tu, que nunca viste este ‘homem’, não estás aterrorizado,
Eu, que vi este ‘homem’, estou aterrorizado.
O guerreiro, os seus dentes são os dentes de um dragão,
O seu rosto, é o rosto de um leão,
O seu (...) é o curso de água torrencial,
Da sua fronte, que devora árvores e juncos, nada escapa.
Ó meu senhor, parte para o ‘campo’, eu partirei para a cidade,
Direi a tua mãe da tua glória, que ela te louve,
Dir-lhe-ei da tua morte próxima, que ela verta lágrimas amargas.
Por mim um outro não morrerá, o barco carregado não se afundará,
O fato de três pregas não será cortado,
O (...) não será submergido,
O fogo não destruirá a casa e a cabana.
Ajudai-me e ajudar-te-ei, o que pode acontecer-nos?
Vem, vamos para a frente, fixá-lo-emos com os nossos olhos,
Se avançarmos,
E se houver medo, se houver medo, fá-lo arrepiar caminho,
Se houver terror, se houver terror, fá-lo arrepiar caminho,
No teu (...), vem, vamos para a frente".
Quando ainda não tinha chegado a uma distância de 1200 pés,
Huwawa, a sua casa de cedro,
Fixou o seu olhar sobre ele, o olhar da morte,
Inclinou a cabeça sobre ele, agitou a cabeça para ele,
Ele próprio Gilgamesh arrancou a primeira árvore,
Os ‘filhos’ da sua cidade que o acompanhavam
Cortaram-lhe a rama, apanharam-na,
Puseram-na no sopé da montanha.
Depois ele próprio, tendo arrancado a sétima, aproximou-se do seu quarto,
Dirigiu-se para a ‘cobra do cais do vinho’ na sua parede,
Como alguém depondo um beijo, ele esbofeteou-lhe a face.
Huwawa, o seu dente abanou, a sua mão tremeu,
"Eu gostaria de te dizer uma palavra,
(Ó Utu), não conheço a mãe que me deu o ser, não conheço o pai que me criou,
Na ‘terra’ deste-me o ser, criaste-me".
Ele esconjurou Gilgamesh pela vida do Céu, pela vida da Terra, pela vida do mundo inferior,
Tomou-o pela mão (...).
Então o coração de Gilgamesh teve piedade,
Diz ao seu servo Enkidu:
"Ó Enkidu, deixa o pássaro cativo voltar para o seu lugar,
Deixa o homem cativo voltar ao seio de sua mãe".
Enkidu responde a Gilgamesh:
"O mais alto que não tem razão,
Namtar (demónio da morte) o devorará, Namtar que não conhece distinções.
Se o pássaro cativo voltar ao seu lugar,
Se o homem cativo voltar ao seio de sua mãe,
Tu não voltarás à cidade da mãe que te deu o ser".
Huwawa diz a Enkidu:
"De mim, ó Enkidu, tu disseste-lhe mal,
Ó homem vendido (...) tu disseste-lhe mal".
Quando ele assim falou,
Eles cortaram-lhe o pescoço;
Colocaram sobre ele (...)
Trouxeram-no perante Enlil e Ninlil (...).
Fonte: http://www.pauloliveira.com/MySiteOLD/Zigurate/Zigurates.htm
segunda-feira, 23 de maio de 2011
A ESTÓRIA DO DILÚVIO
Segmento A
aprox. 36 linhas em falta
1-10. "Eu farei perecer a minha humanidade, por Nintur, vou parar a aniquilação das minhas criaturas, e eu retornarei o povo para suas terras de habitação. Deixe-os construir muitas cidades para que eu possa refrescar-me em suas sombras. Deixe-lhes colocar os tijolos de muitas cidades em lugares puros, deixá-los estabelecerem locais de adivinhação em lugares puros. Ele dirigiu a pura água apagadora do fogo (....) Aperfeiçoou os ritos e exaltou as leis divinas.. "Sobre a Terra ele colocou (...)
10-14. Depois que An, Enlil, Enki e Nin?ursaga havia formado o povo de cabeça preta, também fizeram os animais se multiplicarem por toda parte, e fizeram os rebanhos de animais de quatro patas passarem a existir nas planícies.
aprox. 32 linhas em falta
Segmento B
1-3.
3 linhas fragmentadas
4-5. "Vou acompanhar seu trabalho. ... ... Deixe o construtor da terra cavar um fundamento sólido."
18/06. Depois que a realeza havia descido do céu, depois de a teara sublime e o trono da realeza terem descido do Céu, Ele aperfeiçoou os ritos e exaltou as leis divinas , os tijolos das cidades foram colocadas em lugares santos, seus nomes foram anunciados, distribuiu-as como centros de culto . A primeira das cidades, Eridug, foi dada a Nudimmud o líder. A segunda, Tibira-Bad, foi dada à senhora (...). O terceiro, Larag, foi dada a PABILSAG. O quarto, Zimbir, foi dada ao herói Utu. O quinto, Šuruppag, foi dada a Sud. Quando ele deu os nomes a estas cidades, distribuiu-as como centros de culto. (....) foi distribuído, o rio (...)estabeleceu a limpeza dos regatos (..)
aprox. 34 linhas em falta
Segmento C
27/01 (....) Sentado no céu (...) De inundação (...) A humanidade. Então ele fez (...) Então Nintur chorou (....) Sagrada Inana lamentou pelo seu povo. Enki tomou conselho consigo mesmo. An, Enlil, Enki e Nin?ursaga ordenaram a todos os deuses do céu e da terra juramento invocando An e Enlil. Naqueles dias, Zi-sura-ud o rei, o sacerdote gudug (..) Ele construiu (...) O humilde, comprometido, reverente (..) Dia-a-dia, estando constantemente em (....) Algo que não foi um sonho apareceu (...) tomar um juramento, invocando o céu e a terra. No Ki-ur, os deuses (...)uma muralha . "Permanece junto da muralha à minha esquerda (...)
Zi-sura-ud, de pé ao seu lado, ouviu: "Eu vou falar palavras para você, tome cuidado das minhas palavras, preste atenção às minhas instruções. Uma grande inundação irá varrer toda a (.....) em todos os (...) A decisão que a semente da humanidade será destruída foi feita. O veredito, a palavra da assembléia divina, não pode ser revogada. A ordem anunciada por An e Enlil não pode ser elidida.
aprox. 38 linhas em falta
Segmento D
1-11. Todas as tempestades e vendavais atacaram juntos, e o dilúvio varreu a (...) Depois do dilúvio ter caído sobre a terra, e o grande barco ter sido sacudido pelos vendavais sobre as águas imensas, sete dias e sete noites, Utu, o deus sol saiu, iluminando o céu e a terra. Zi-sura-ud fez uma abertura no enorme barco e o herói Utu entrou no enorme barco com seus raios. Zi-sura-ud, o rei, prostrou-se diante de Utu. O rei ofereceu em sacrifício inúmeros bois e ovelhas.
12-17.
Seis linhas fragmentadas
Aprox. 33 linhas em falta
Segmento E
1-2. "Eles fizeram você jurar pelo céu e pela terra, ... .... An e Enlil fizeram você jurar pelo céu e pela terra (...)"
3-11. Mais e mais animais desembarcaram na Terra. Zi-sura-ud, o rei, prostrou-se diante de An e Enlil. An e Enlil trataram Zi-sura-ud gentilmente (....) lhe concederam a vida como um deus, deram a ele a vida eterna. Naquela época, por causa de preservar os animais e as sementes da humanidade, Zi-sura-ud foi nomeado o rei em um país estrangeiro, na terra Dilmun, onde o sol nasce.
12. "Você ... ...."
aprox. 39 linhas em falta
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
Nota: Texto bastante fragmentado mas de suma importância pelo seu conteúdo, é a versão mais antiga do Dilúvio. Na versão posterior em acadiano, Ea ou Enki em sumério, o deus das águas, avisa o herói (Atra-hasis neste caso) e lhe dá instruções para a arca. Esse trecho está faltando no fragmento sumério, mas uma menção de que Enki teria lamentado o dilúvio consigo mesmo sugere que esse é o papel de Enki na versão suméria também.
aprox. 36 linhas em falta
1-10. "Eu farei perecer a minha humanidade, por Nintur, vou parar a aniquilação das minhas criaturas, e eu retornarei o povo para suas terras de habitação. Deixe-os construir muitas cidades para que eu possa refrescar-me em suas sombras. Deixe-lhes colocar os tijolos de muitas cidades em lugares puros, deixá-los estabelecerem locais de adivinhação em lugares puros. Ele dirigiu a pura água apagadora do fogo (....) Aperfeiçoou os ritos e exaltou as leis divinas.. "Sobre a Terra ele colocou (...)
10-14. Depois que An, Enlil, Enki e Nin?ursaga havia formado o povo de cabeça preta, também fizeram os animais se multiplicarem por toda parte, e fizeram os rebanhos de animais de quatro patas passarem a existir nas planícies.
aprox. 32 linhas em falta
Segmento B
1-3.
3 linhas fragmentadas
4-5. "Vou acompanhar seu trabalho. ... ... Deixe o construtor da terra cavar um fundamento sólido."
18/06. Depois que a realeza havia descido do céu, depois de a teara sublime e o trono da realeza terem descido do Céu, Ele aperfeiçoou os ritos e exaltou as leis divinas , os tijolos das cidades foram colocadas em lugares santos, seus nomes foram anunciados, distribuiu-as como centros de culto . A primeira das cidades, Eridug, foi dada a Nudimmud o líder. A segunda, Tibira-Bad, foi dada à senhora (...). O terceiro, Larag, foi dada a PABILSAG. O quarto, Zimbir, foi dada ao herói Utu. O quinto, Šuruppag, foi dada a Sud. Quando ele deu os nomes a estas cidades, distribuiu-as como centros de culto. (....) foi distribuído, o rio (...)estabeleceu a limpeza dos regatos (..)
aprox. 34 linhas em falta
Segmento C
27/01 (....) Sentado no céu (...) De inundação (...) A humanidade. Então ele fez (...) Então Nintur chorou (....) Sagrada Inana lamentou pelo seu povo. Enki tomou conselho consigo mesmo. An, Enlil, Enki e Nin?ursaga ordenaram a todos os deuses do céu e da terra juramento invocando An e Enlil. Naqueles dias, Zi-sura-ud o rei, o sacerdote gudug (..) Ele construiu (...) O humilde, comprometido, reverente (..) Dia-a-dia, estando constantemente em (....) Algo que não foi um sonho apareceu (...) tomar um juramento, invocando o céu e a terra. No Ki-ur, os deuses (...)uma muralha . "Permanece junto da muralha à minha esquerda (...)
Zi-sura-ud, de pé ao seu lado, ouviu: "Eu vou falar palavras para você, tome cuidado das minhas palavras, preste atenção às minhas instruções. Uma grande inundação irá varrer toda a (.....) em todos os (...) A decisão que a semente da humanidade será destruída foi feita. O veredito, a palavra da assembléia divina, não pode ser revogada. A ordem anunciada por An e Enlil não pode ser elidida.
aprox. 38 linhas em falta
Segmento D
1-11. Todas as tempestades e vendavais atacaram juntos, e o dilúvio varreu a (...) Depois do dilúvio ter caído sobre a terra, e o grande barco ter sido sacudido pelos vendavais sobre as águas imensas, sete dias e sete noites, Utu, o deus sol saiu, iluminando o céu e a terra. Zi-sura-ud fez uma abertura no enorme barco e o herói Utu entrou no enorme barco com seus raios. Zi-sura-ud, o rei, prostrou-se diante de Utu. O rei ofereceu em sacrifício inúmeros bois e ovelhas.
12-17.
Seis linhas fragmentadas
Aprox. 33 linhas em falta
Segmento E
1-2. "Eles fizeram você jurar pelo céu e pela terra, ... .... An e Enlil fizeram você jurar pelo céu e pela terra (...)"
3-11. Mais e mais animais desembarcaram na Terra. Zi-sura-ud, o rei, prostrou-se diante de An e Enlil. An e Enlil trataram Zi-sura-ud gentilmente (....) lhe concederam a vida como um deus, deram a ele a vida eterna. Naquela época, por causa de preservar os animais e as sementes da humanidade, Zi-sura-ud foi nomeado o rei em um país estrangeiro, na terra Dilmun, onde o sol nasce.
12. "Você ... ...."
aprox. 39 linhas em falta
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
Nota: Texto bastante fragmentado mas de suma importância pelo seu conteúdo, é a versão mais antiga do Dilúvio. Na versão posterior em acadiano, Ea ou Enki em sumério, o deus das águas, avisa o herói (Atra-hasis neste caso) e lhe dá instruções para a arca. Esse trecho está faltando no fragmento sumério, mas uma menção de que Enki teria lamentado o dilúvio consigo mesmo sugere que esse é o papel de Enki na versão suméria também.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
ENKI E A NOVA ORDEM
1-16. Senhor grandiloqüente do céu e da terra, auto-suficiente, Pai Enki , engendrado por um touro, gerado por um touro selvagem, acalentado por Enlil, a Grande Montanha, amado pelo sagrado An, o rei, árvore plantada no Abzu, erguendo-se sobre todas as terras, grande dragão, que está em Eridug, cuja sombra cobre o céu e a terra, um bosque de vinha estende-se sobre a Terra, Enki, senhor da abundância dos deuses Anuna, Nudimmud, um poderoso do E-kur, um forte do céu e da Terra! Sua grande casa é fundada no Abzu, a grande ligação entre o céu e a Terra. Enki, a quem um simples olhar é suficiente para abalar o coração das montanhas, onde nascem bisões, veados, onde as cabras selvagens nascem, em campinas ... ..., em cavernas no coração das colinas, lugares verdes não visitados pelo homem, onde o olhar fixa no coração da Terra.
17-31. Contando os dias e colocando o mês em suas casas, a fim de completar os anos e apresentar os anos completos para a montagem de uma decisão, tomada de decisões para regularizar os dias: Pai Enki, você é o rei do todo o povo. Você só precisa abrir a boca para tudo multiplicar e para a abundância ser estabelecida. Seus ramos ... verde ... com seus frutos ... ... ... ... fazer honra aos deuses. ... ... Em suas florestas é como uma roupa felpuda. Boas ovelhas e bons cordeiro ... .... Quando ... ... a campos preparados, ... ... irá acumular estoques e pilhas. ... ... Há óleo, há leite, produzido pelo curral e há carne de vaca. O pastor docemente canta sua música caipira, o pastor passa o dia balançando seus bidões. Seus produtos são dignos dos almoços dos deuses em um grande jantar.
32-37. Tua palavra enche o coração do jovem com vigor, para que como um touro com chifres grossos ele guarde o pátio. Sua palavra é o coração apaixonado da jovem, para que Os povos em todas as cidades a observam maravilhados.
2 linhas ilegíveis
38-47. Enlil, a Grande Montanha, encomendou-lhe alegrar os corações dos senhores e governantes e desejo-lhes bem. Enki, senhor da prosperidade, senhor da sabedoria, o amado de An, o ornamento de Eridug, que estabelece comandos e decisões, que entende bem a decretação do destino: você determina o dia ... ... e faz os meses entrarem em suas casas. Você derruba ... ..., que você tenha atingido o seu número. Você faz o povo habitar em lugares bons ... ... e fazê-los seguir o seu pastor ... ....
2 linhas ilegíveis
50-51. Você vira as armas longe das suas casas ... ..., você faz as pessoas seguras em suas casas ... ....
52-60. Quando o Pai Enki vai até os campos, boa semente sairá. Quando Nudimmud vai até as ovelhas prenhas, bons cordeiros vão nascer, quando ele vai até as vacas fecundas, bons bezerros vão nascer; quando ele vai até as cabras prenhas, bons filhotes vão nascer. Se ele vai até os campos de cultivo, para os campos de boa germinação, as reservas e as pilhas serão acumuladas formando uma alta montanha de grãos.
2 linhas ausentes ou pouco claras
61-80. Enki, o rei do Abzu, regozijando-se em grande esplendor, justamente elogia a si mesmo: "Meu pai, o rei do céu e da terra, que me fez famoso nos céus e na terra meu irmão mais velho, o rei de todas as terras, reuniu todo o poder divino. os poderes divinos ele colocou na minha mão. Eu trouxe as artes e ofícios do E-kur, a casa de Enlil, ao meu Abzu em Eridug. Eu sou o bom sêmen, gerado por um touro selvagem, eu sou o primogênito de Anu. estou levantando uma grande tempestade sobre a grande terra, eu sou o grande senhor da Terra. Eu sou o principal entre todos os governantes, o pai de todas as terras estrangeiras. Eu sou o irmão mais velho dos deuses, eu trago prosperidade e perfeição. Eu sou ponte do céu e da terra. Eu sou a sabedoria e o entendimento de todas as terras estrangeiras.Eu sou o único que dirige a justiça vinda de Anu, o rei, nas leis de Anu. Com Enlil, olhando para as terras, eu decreto o bom destino. Ele colocou em minhas mãos a decretação do destino, no lugar onde o sol nasce. sou querido por Nintur. Eu sou chamado com um bom nome por Nin?ursaga. Eu sou o líder dos deuses Anuna. Nasci como o filho primogênito do sagrado An. "
81-83. Depois que o Senhor tinha proclamado a sua grandeza, depois que o grande príncipe elogiou a si mesmo, os deuses Anuna ficaram ali em oração e súplica:
84-85. "Louvado seja Enki, Senhor que controla todas as artes e ofícios, que toma decisões!"
86-88. Uma segunta vez, para alegra-los, Enki, o rei do Abzu, regozijando-se em grande esplendor, de novo justamente elogia a si mesmo: "Eu sou o Senhor, eu sou aquele cuja palavra é de confiança, eu sou aquele que supera em tudo."
89-99. "Ao meu comando, currais foram construídos, e as ovelhas tocam seus sinos. Quando eu me aproximo do céu, uma abundância de chuvas caem do céu. Quando me aproximo de terra, os rios se enchem de carpas. Quando eu me aproximo dos prados verdes, os montes se enchem de grandes grãos a minha palavra. Edifiquei minha casa, um santuário, em um lugar puro, e Dou-lhe um bom nome. Edifiquei meu Abzu, um santuário, em ... ..., e decretei um bom destino para ele. A sombra da minha casa se estende sobre o pântano ... .... Em minha casa a carpa Suhur ondula suas barbatanas, entre plantas doces, peixes gud ondulam suas caudas para mim. Entre os pequenos caniços gizi,bandos de pássaros voltam para seus ninhos "
100-122. "Senhores prestem atenção. Eu sou Enki! Eles estão diante de mim, me elogiando. Os sacerdotes de Abgal e os operários... ... diante de mim ... ... dias distantes. Os oficiantes do enkum e ninkum organizam ... .... Eles purificam rios para mim, eles ... ... o interior do santuário para mim. No meu Abzu, cantos sagrados e encantamentos ressoam para mim. Minha barca "Coroa", o "veado do Abzu, enche-me de alegria. Desliza rapidamente para mim através dos grandes pântanos para onde eu decidi, é obediente a mim. Sem demorar, os remadores manejam os remos em perfeita harmonia. Cantam para mim canções agradáveis, criando um clima alegre no rio. Nigir sig- o capitão da minha barca, segura o cetro de ouro para mim. Eu sou Enki! Ele está no comando do meu barco "Ibex do Abzu". Eu sou o Senhor! Vou viajar! eu sou Enki! Eu navego para perto da minha terra! Eu, o Senhor quem determina o destino, ... ... "
4 linhas incertas
123-130. "Eu admiro seus cedros verdes. Deixe as terras de Melu?a, Magan e Dilmun olharem para mim, Enki. Deixe os barcos Dilmun serem carregados de madeira. Deixe os barcos Magan serem carregados nas alturas. Deixe os barcos Magilum Melu?a transportarem ouro e prata, e trazê-los a Nippur para Enlil, rei de todas as terras. "
131-133. Ele apresentou os animais para aqueles que não têm nenhuma cidade, para aqueles que não têm casas, para o nômade Martu.
134-139. Ao grande príncipe que navega perto de sua terra,
os deuses Anuna falam com carinho: "Senhor, que cavalga sobre as grandes potências, o poder puro, que controla as grandes potências, os inúmeros poderes, principalmente em toda a amplitude do céu e da terra, que receberam os poderes supremos em Eridug, o local sagrado, o lugar mais conceituado, Enki, senhor do céu e da terra! - louvor "
140-161. Todos os donos e senhores, o encantamento dos sacerdotes de Eridug e os sacerdotes vestidos de linho da Suméria, realizam os rituais de purificação do Abzu para o grande príncipe, que viajou em sua terra, para o pai Enki que fica de guarda no lugar santo, o lugar mais apreciado. Eles ... ... ... ... as câmaras, que ... ... os espaçamentos, elas purificam o grande santuário do Abzu ... .... Eles trazem lá do alto de zimbro, o vegetal puro. Eles organizam o santo ... ... do curso de água grande ... ... de Enki. Habilmente, eles constroem a escadaria principal de Eridug como um porto seguro. Eles preparam o santuário uzga sagrado, onde proferem orações sem fim.
7 linhas fragmentadas ou pouco claras
162-165. Para Enki, brigas ... ... juntos, e a carpa su?urmaš entre as plantas doces, mais uma vez lutando entre si para o grande príncipe. As carpa eštub ondulam suas caudas entre os pequenos juncos Gizi.
166-181. O senhor, o grande governante do Abzu, as questões de instruções a bordo do «Ibex do Abzu" - o grande emblema erguido no Abzu, oferecendo proteção, sua sombra se estende por toda a terra e refresca o povo, o pilar e pólo plantado na ... ... pântano, subindo alto sobre todas as terras estrangeiras. O capitão nobre das terras, o filho de Enlil, que tem nas mãos o sagrado pólo, uma árvore ornamentada no Abzu que recebeu os poderes supremos em Eridug, o local sagrado, o lugar mais estimado. O herói orgulhosamente levanta a cabeça para o Abzu.
6 linhas ausentes ou pouco claras
182-187. Sirsir ... ..., o barqueiro da barca, ... ... o barco para o senhor. Nigir SIG, o capitão da barca, segura o cetro sagrado para o Senhor. As cinqüenta divindades Lahama das águas subterrâneas falam carinhosamente com ele.
188-191. O intrépido rei, Pai Enki ... ... na Terra. Prosperidade brotou no céu e na terra para o grande príncipe, que viaja na Terra. Enki decretou seu destino:
192-209. "Suméria, grande montanha, terra do céu e da terra, arrastando glória, conferindo poderes sobre o povo de sol a sol: seus poderes são poderes superiores, intocáveis, e seu coração é complexo e inescrutável como o próprio céu. Seu útero, como o céu, o qual os deuses também podem nascer, ele dá à luz aos reis que colocam o diadema sagrado, dando origem aos senhores que usam a coroa na cabeça. - seu senhor, o senhor honrou, senta-se com um rei no trono de An. Seu rei, a Grande Montanha, Pai Enlil, o pai de todas as terras, bloqueou você impenetravelmente como uma árvore de cedro. Anuna, os grandes deuses, fizeram suas moradas em vosso meio, e consumiram seus alimentos em santuários giguna entre as árvores únicas e excepcionais. Terra Suméria, que seus ramos cresçam, Que suas vacas multipliquem-se,tenha muitas ovelhas,tenha muita lã, que seu templo enriqueça o céu,
que Seu santuário aponte para o céu!
210-211. Em seguida, dirigiu-se ao santuário de Urim. Enki, senhor do Abzu, decreta seu destino:
212-218. "A cidade que possui tudo o que é justo, banhada por água! Um touro forte, o altar de abundância através das montanhas, subindo como as montanhas, floresta de ciprestes ?ašur com sombra larga, auto-confiante! Que seus poderes sejam dirigidos . A grande montanha Enlil pronunciou o seu nome no céu e na terra. Cidade cujo destino Enki decretou, santuário de Urim, você deve subir alto para o céu! "
219-220. Em seguida, ele passou para a terra de Melu?a. Enki, senhor do Abzu, decreta seu destino:
221-237. "Colina negra, que suas árvores sejam grandes árvores, Que seus bosques sejam bosques de terras altas! Que a partir delas sejam construidos móveis para palácios reais! Que seus canaviais sejam grandes canaviais, que eles possam ... ...! Heróis ... ... no campo de batalha como armas! Que seus touros sejam grandes touros, que eles sejam touros das montanhas! Que seus berros tenha rujidos de touros selvagens das montanhas! Os grandes poderes dos deuses serão perfeitos para você! Que os pássaros das montanhas usem barbas cornalina! Que todos os seus pássaros sejam pavões! Que seus gritos encham os palácios reais com graça! Que toda a sua prata seja ouro! Que todo o seu cobre seja bronze! Terra, que tudo que você possua seja abundante! Que o seu povo ..Seus homens serão fortes como touros. "
2 linhas incertas
238-247. Ele limpa e purificada a terra de Dilmun. Ele colocou Ninsikila no comando de tudo. Lagoas serão dividias para o santuário do príncipe. Dilmun comerá seus peixes. ... ...,Palmeiras crescerão em suas terras férteis.Dilmun comerá suas tâmaras.. ... ... Elam e Mar?aši ... .... ... ... ... ...Aquele que tudo devora. O rei dotado de força por Enlil destruiu suas casas, demoliu suas paredes. Ele trouxe sua prata e lápis-lazúli, seu tesouro, a Enlil, rei de todas as terras, em Nippur.
248-249. Enki apresentou animais para aqueles que não têm nenhuma cidade, que não têm casas, para os nômades de Martu.
250-266. Depois que ele voltou o olhar de lá, depois que o pai Enki ergueu os olhos por todo o Eufrates, ele levantou-se cheio de luxúria, como um touro desenfreado, levantou seu pênis, ejaculou e encheu o rio Tigre, com água corrente. Ele estava como uma vaca selvagem mugindo para seus filhotes na grama selvagem infestada de escorpiões. O Tigre ... ... ao seu lado como um touro desenfreado. Ao levantar o seu pênis, ele trouxe um presente nupcial. O Tigre se alegra em seu coração como um grande touro selvagem ... .... Trouxe água, água corrente, em verdade: seu vinho será doce. Trouxe cevada, em verdade: as pessoas vão comer. Ele encheu o E-kur, a casa de Enlil, com todos os tipos de coisas. Enlil ficou encantado com Enki, e Nippur estava contente. O Senhor colocou o diadema como um sinal de senhorio, ele colocou a coroa como um bom sinal de realeza, tocando o chão do seu lado esquerdo. Abundância saíram da terra para ele.
267-273. Enki, o senhor dos destinos, Enki, o rei do Abzu, Enki colocou no comando disso tudo ele, que segura um cetro na mão direita, aquele que com a boca gloriosa submete à verificação da força devoradora do Tigre e do Eufrates, ao mesmo tempo que a prosperidade emana do palácio como o óleo - Enbilulu, o inspetor de vias navegáveis.
274-277. Ele denominou os pântanos e deu-lhes as várias espécies de carpas, Ele denominou o canavial: encheu-o com caniços vermelhos e caniços verdes....
2 linhas em falta
278-284. Ele lançou um desafio ... .... Enki colocou no comando isso tudo ele, cuja rede não escapam os peixes, ele, cuja armadilha ninguém escapa vivo, ele, cujo alçapão nenhum pássaro escapa,
Uma linha clara
- ... ..., adorado pelos peixes.
285-298. O Senhor estabeleceu um santuário, um local sagrado, cujo interior é elaboradamente construído. Ele estabeleceu um santuário no mar, um santuário sagrado, cujo interior é elaboradamente construído. O santuário, cujo interior é um fio enrolado, está além da compreensão.O santuário está situado pela constelação errante do iku, um santuário cuja estação maior move-se através da constelação da Biga. Seu mar é uma apavorante onda crescente, seu esplendor é temível. Os deuses Anuna não ousam abordá-lo. ... ... Ele eleva-se...o palácio se alegra.. O Anuna elevam-se diante dele com orações e súplicas. Eles montaram um grande altar de Enki no E-engura, para o senhor ... .... O grande príncipe ... .... ... ... O pelicano do mar.
Uma linha ilegível
299-308. Ele encheu o E-kur, a casa de Enlil, com mercadorias de todo tipo. Enlil ficou encantado com Enki, e Nippur estava contente. Enki colocou no comando de tudo isso ela, que está sobre a grande extensão do mar, a innin que induz à cópula...grande onda do mar,onda turbulenta,inundação marinha...aquela primavera sobre a espuma do mar ...
a innin de Sirara,mãe Nanse,toda a imensidão do mar.
309-317. Ele chamou a chuva dos céus e fixou-as como como nuvens flutuantes. Dirigiu-as no horizonte. Virou-se aos montes nos campos ... .... Enki colocou no comando de tudo isso ele, que cavalga sobre as grandes tempestades, que ataca com raios, que bloqueia a entrada para o interior do céu, o filho de An, o inspector do canal do céu e da terra - Iskur, o portador da fartura, filho de An.
318-325. Ele organizou arados, cangas e equipes. O grande príncipe Enki concedeu os bois de chifres que seguem a ... ... ferramentas, ele abriu os santos sulcos, e fez a cevada crescerem em campos de cultivo. Enki, senhor que prende o diadema, o ornamento do planalto, o hábil com ferramentas , o agricultor de Enlil - Enkimdu, responsável por valas e diques.
326-334. O Senhor chamou os campos cultivados, e deu-lhes a cevada gunu. Enki encheu-o com pintinhos, com lentilhas.Ele fez os amontoou em pilhas no armazém de cevada. Enki multiplicou os armazéns e as pilhas de grãos, e com a ajuda de Enlil ele trouxe prosperidade ao povo. Enki ordenou tudo isso, ela cuja cabeça e corpo são malhados, cujo rosto está coberto de mel, a amante que faz a procriação fluir, o poder da Terra, a vida do dos cabeças pretas - Ezina, o bom pão de todo o mundo.
335-340. O grande príncipe fixa um modelo para a enxada, e moldes de tijolo organizado. Ele penetrou o óleo ... ... como precioso. Enki encarregado deles aquele cuja afiada enxada é uma serpente que devora ... ..., cujo molde de tijolo no lugar é uma arrumada pilha de grãos descascados para as ovelhas - Kulla, que ... ... tijolos na Terra.
341-348. Ele amarrou as cordas e fixou-as com os fundamentos, e com a força do conjunto ele construiu uma casa para realizações de rituais de purificação. O grande príncipe colocou as bases, e colocou os tijolos. Enki colocou no comando de tudo isso ele, cujos fundamentos, uma vez estabelecidos, não cessam, cujas boas casas, uma vez construídas, não entram em colapso, cujas cúpulas chegam ao coração dos céus como um arco-íris - Mušdama, Mestre construtor de Enlil.
349-357. Ele levantou uma coroa sagrada sobre a planície das terras altas. Amarrou uma barba de lápis-lazúli para o planalto, e fez vestir um cocar de lápis-lazúli. Ele fez esse bom lugar perfeito com o verde em abundância. Ele multiplicou os animais da planície elevada a um grau adequado, ele multiplicou o ibex e cabras selvagens das pastagens, e os fez copular. Enki colocou a cargo deles o herói que é a coroa do planalto, que é o rei do campo, o grande leão do planalto, o musculoso, o forte, a força corpulenta de Enlil - Šakkan, o rei das colinas.
358-367. Ele construiu os currais, realizou a limpeza, Ele elevou os pastores, deu-lhes o melhor creme de gordura e trouxe luxo para lugares onde dos deuses jantam. Ele fez o pobre, criado para espaços verdes, alcançar a prosperidade. Enki colocado no comando de tudo isto o rei, o bom provedor de E-ana, o amigo de An, o amado filho de Suen, o esposo da sagrada Inana, a senhora das grandes potências que permite o intercurso sexual nas praças de Kulaba - Dumuzid- o ušumgal do céu, o amigo de An.
368-380. Ele encheu o E-kur, a casa de Enlil, com posses. Enlil ficou encantado com Enki e Nippur estava contente. Ele demarcou fronteiras e limites fixados. Para os deuses Anuna, Enki concedeu habitações nas cidades e terras agrícolas nos campos. Enki colocou no comando de todo o céu e a terra, o herói, o touro que sai da floresta ?ašur berrando de maneira feroz, o jovem Utu, o boi em pé, triunfante, audaciosamente, majestosamente, o pai da grande cidade (Eufemismo para o submundo), o grande arauto sagrado de An, o juiz que busca os veredictos para os deuses, com uma barba de lápis-lazúli, levantando-se o horizonte para o céu santo - Utu, o filho nascido de Ningal.
381-386. Ele veste a roupa mug, e configura o tear. Enki aperfeiçoou muito a tarefa das mulheres. Para Enki, o povo ... ... ... ... no vestuário. Enki deixou a cargo deles a honra do palácio, a dignidade do rei - Uttu, a mulher consciente, silenciosa.
387-390. Então, só faltaram as funções, a grande mulher do céu, Inana, sem qualquer funções - Inana entrou para ver seu pai Enki em sua casa, chorando, ela fez sua reclamação para ele:
391-394. "Enlil deixou em suas mãos a tarefa de dar as funções dos Anuna, os grandes deuses. Porque a mim, a mulher, você trata de uma forma diferente? Eu, a sagrada Inanna Onde estão as minhas funções"
395-402. "Aruru, irmã de Enlil, Nintur, a senhora do parto, possui o santo nascimento como sua prerrogativa. Ela lava a lanceta de cordão umbilical, a areia especial e alho-poró. Ela é obtém a sila- Gara de lapis lazuli transparente (para colocar a placenta). Ela leva o navio ala santo consagrado. Ela é a parteira da terra! O nascimento de reis e senhores deve estar em suas mãos. "
403-405. "Minha ilustre irmã, santa Ninisina, faz jóias de pedras Suba. Ela é a dona do céu. Ela está ao lado de An e fala com ele sempre que deseja."
406-411. "Minha ilustre irmã, santa Ninmug, conseguiu o ouro cinzel e buril de prata. Ela é leva sua grande lâmina antasura de pedra. Ela trabalha o metal da Terra. O ajuste do bom diadema quando alguém é nascido rei e a coroação com a coroa quando um senhor é nascido devem estar em suas mãos. "
412-417. "Minha ilustre irmã, santa Nisaba, tem um bastão de medida. A fita métrica lápis-lazúli está pendurada em seu braço. Ela proclama todas as grandes potências. Ela é a demarcação dos limites e das fronteiras. Ela é a escrivã da Terra. O planejamento das refeições dos deuses deve estar em suas mãos."
418-421. "Nanše, a senhora sagrada, que descansa os pés no santo pelicano, é a inspetora das pescas do mar. Ela é a responsável pela escolha das deliciosas aves e deliciosos peixes que serão levados a Nippur para seu pai Enlil".
422-423. "Eu, a mulher, porque fui tratada de uma forma diferente? Eu, a sagrada Inanna: aonde estão minhas funções?"
424-436. Enki respondeu a sua filha, a santa Inana : " O que eu posso acrescentar a você Deusa? O que mais podemos acrescentar a você Inana? Jovem Inanna, o que posso acrescentar a você? O que mais podemos acrescentar a você?Eu te fiz sair ... .... cobri ... ... com uma peça de vestuário. fiz você trocar o seu lado direito e lado esquerdo. Te vesti com roupas belissimas de mulheres. Coloquei fala das mulheres em sua boca. Eu coloquei em suas mãos . ... ... os adornos de mulheres.
437-444. "Jovem Inana, o que posso acrescentar a você? O que mais podemos acrescentar a você? Entre as ocorrências sinistras no tumulto da batalha, vou fazê-la falar palavras vivificantes .E, embora você não seja um pássaro Arabu ( uma ave de mau agouro), vou fazer você falar palavras de mau gosto também. Inana,única, eu fiz você arrumar fios emaranhados. Eu fiz-lhe colocar belas roupas, eu te vesti com vestido de linho. Eu fiz-lhe escolher a as melhores roupas. Fiz-lhe a cor tufos (?) Pano com fios coloridos.
445-450. "Inana, você amontoa cabeças humanas como montes de poeira, você semea cabeças como sementes. Inana, você tem destruído o que não pode ser destruído. Você cria o que não pode ser criado. Removeu a tampa do tambor das lamentações de Sem, jovem Inana , enquanto fecha os instrumentos Tigi e Adab em suas casas. Você nunca se cansará de ter admiradores olhando para você. Jovem Inana, você não sabe nada de amarrar as cordas em poços profundos".
451-471. "Mas agora, o coração transbordou, a Terra está restaurada, o coração de Enlil transbordou, a Terra está restaurada no seu coração transbordante de humanidade."
4 linhas incertas
"... ... Cocar lápis-lazúli ... ... é sua prerrogativa, ... ... é a sua prerrogativa, ... ... é a sua prerrogativa, ... ... é sua prerrogativa."
10 linhas incertas
472. Louvado seja o Pai Enki.
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
17-31. Contando os dias e colocando o mês em suas casas, a fim de completar os anos e apresentar os anos completos para a montagem de uma decisão, tomada de decisões para regularizar os dias: Pai Enki, você é o rei do todo o povo. Você só precisa abrir a boca para tudo multiplicar e para a abundância ser estabelecida. Seus ramos ... verde ... com seus frutos ... ... ... ... fazer honra aos deuses. ... ... Em suas florestas é como uma roupa felpuda. Boas ovelhas e bons cordeiro ... .... Quando ... ... a campos preparados, ... ... irá acumular estoques e pilhas. ... ... Há óleo, há leite, produzido pelo curral e há carne de vaca. O pastor docemente canta sua música caipira, o pastor passa o dia balançando seus bidões. Seus produtos são dignos dos almoços dos deuses em um grande jantar.
32-37. Tua palavra enche o coração do jovem com vigor, para que como um touro com chifres grossos ele guarde o pátio. Sua palavra é o coração apaixonado da jovem, para que Os povos em todas as cidades a observam maravilhados.
2 linhas ilegíveis
38-47. Enlil, a Grande Montanha, encomendou-lhe alegrar os corações dos senhores e governantes e desejo-lhes bem. Enki, senhor da prosperidade, senhor da sabedoria, o amado de An, o ornamento de Eridug, que estabelece comandos e decisões, que entende bem a decretação do destino: você determina o dia ... ... e faz os meses entrarem em suas casas. Você derruba ... ..., que você tenha atingido o seu número. Você faz o povo habitar em lugares bons ... ... e fazê-los seguir o seu pastor ... ....
2 linhas ilegíveis
50-51. Você vira as armas longe das suas casas ... ..., você faz as pessoas seguras em suas casas ... ....
52-60. Quando o Pai Enki vai até os campos, boa semente sairá. Quando Nudimmud vai até as ovelhas prenhas, bons cordeiros vão nascer, quando ele vai até as vacas fecundas, bons bezerros vão nascer; quando ele vai até as cabras prenhas, bons filhotes vão nascer. Se ele vai até os campos de cultivo, para os campos de boa germinação, as reservas e as pilhas serão acumuladas formando uma alta montanha de grãos.
2 linhas ausentes ou pouco claras
61-80. Enki, o rei do Abzu, regozijando-se em grande esplendor, justamente elogia a si mesmo: "Meu pai, o rei do céu e da terra, que me fez famoso nos céus e na terra meu irmão mais velho, o rei de todas as terras, reuniu todo o poder divino. os poderes divinos ele colocou na minha mão. Eu trouxe as artes e ofícios do E-kur, a casa de Enlil, ao meu Abzu em Eridug. Eu sou o bom sêmen, gerado por um touro selvagem, eu sou o primogênito de Anu. estou levantando uma grande tempestade sobre a grande terra, eu sou o grande senhor da Terra. Eu sou o principal entre todos os governantes, o pai de todas as terras estrangeiras. Eu sou o irmão mais velho dos deuses, eu trago prosperidade e perfeição. Eu sou ponte do céu e da terra. Eu sou a sabedoria e o entendimento de todas as terras estrangeiras.Eu sou o único que dirige a justiça vinda de Anu, o rei, nas leis de Anu. Com Enlil, olhando para as terras, eu decreto o bom destino. Ele colocou em minhas mãos a decretação do destino, no lugar onde o sol nasce. sou querido por Nintur. Eu sou chamado com um bom nome por Nin?ursaga. Eu sou o líder dos deuses Anuna. Nasci como o filho primogênito do sagrado An. "
81-83. Depois que o Senhor tinha proclamado a sua grandeza, depois que o grande príncipe elogiou a si mesmo, os deuses Anuna ficaram ali em oração e súplica:
84-85. "Louvado seja Enki, Senhor que controla todas as artes e ofícios, que toma decisões!"
86-88. Uma segunta vez, para alegra-los, Enki, o rei do Abzu, regozijando-se em grande esplendor, de novo justamente elogia a si mesmo: "Eu sou o Senhor, eu sou aquele cuja palavra é de confiança, eu sou aquele que supera em tudo."
89-99. "Ao meu comando, currais foram construídos, e as ovelhas tocam seus sinos. Quando eu me aproximo do céu, uma abundância de chuvas caem do céu. Quando me aproximo de terra, os rios se enchem de carpas. Quando eu me aproximo dos prados verdes, os montes se enchem de grandes grãos a minha palavra. Edifiquei minha casa, um santuário, em um lugar puro, e Dou-lhe um bom nome. Edifiquei meu Abzu, um santuário, em ... ..., e decretei um bom destino para ele. A sombra da minha casa se estende sobre o pântano ... .... Em minha casa a carpa Suhur ondula suas barbatanas, entre plantas doces, peixes gud ondulam suas caudas para mim. Entre os pequenos caniços gizi,bandos de pássaros voltam para seus ninhos "
100-122. "Senhores prestem atenção. Eu sou Enki! Eles estão diante de mim, me elogiando. Os sacerdotes de Abgal e os operários... ... diante de mim ... ... dias distantes. Os oficiantes do enkum e ninkum organizam ... .... Eles purificam rios para mim, eles ... ... o interior do santuário para mim. No meu Abzu, cantos sagrados e encantamentos ressoam para mim. Minha barca "Coroa", o "veado do Abzu, enche-me de alegria. Desliza rapidamente para mim através dos grandes pântanos para onde eu decidi, é obediente a mim. Sem demorar, os remadores manejam os remos em perfeita harmonia. Cantam para mim canções agradáveis, criando um clima alegre no rio. Nigir sig- o capitão da minha barca, segura o cetro de ouro para mim. Eu sou Enki! Ele está no comando do meu barco "Ibex do Abzu". Eu sou o Senhor! Vou viajar! eu sou Enki! Eu navego para perto da minha terra! Eu, o Senhor quem determina o destino, ... ... "
4 linhas incertas
123-130. "Eu admiro seus cedros verdes. Deixe as terras de Melu?a, Magan e Dilmun olharem para mim, Enki. Deixe os barcos Dilmun serem carregados de madeira. Deixe os barcos Magan serem carregados nas alturas. Deixe os barcos Magilum Melu?a transportarem ouro e prata, e trazê-los a Nippur para Enlil, rei de todas as terras. "
131-133. Ele apresentou os animais para aqueles que não têm nenhuma cidade, para aqueles que não têm casas, para o nômade Martu.
134-139. Ao grande príncipe que navega perto de sua terra,
os deuses Anuna falam com carinho: "Senhor, que cavalga sobre as grandes potências, o poder puro, que controla as grandes potências, os inúmeros poderes, principalmente em toda a amplitude do céu e da terra, que receberam os poderes supremos em Eridug, o local sagrado, o lugar mais conceituado, Enki, senhor do céu e da terra! - louvor "
140-161. Todos os donos e senhores, o encantamento dos sacerdotes de Eridug e os sacerdotes vestidos de linho da Suméria, realizam os rituais de purificação do Abzu para o grande príncipe, que viajou em sua terra, para o pai Enki que fica de guarda no lugar santo, o lugar mais apreciado. Eles ... ... ... ... as câmaras, que ... ... os espaçamentos, elas purificam o grande santuário do Abzu ... .... Eles trazem lá do alto de zimbro, o vegetal puro. Eles organizam o santo ... ... do curso de água grande ... ... de Enki. Habilmente, eles constroem a escadaria principal de Eridug como um porto seguro. Eles preparam o santuário uzga sagrado, onde proferem orações sem fim.
7 linhas fragmentadas ou pouco claras
162-165. Para Enki, brigas ... ... juntos, e a carpa su?urmaš entre as plantas doces, mais uma vez lutando entre si para o grande príncipe. As carpa eštub ondulam suas caudas entre os pequenos juncos Gizi.
166-181. O senhor, o grande governante do Abzu, as questões de instruções a bordo do «Ibex do Abzu" - o grande emblema erguido no Abzu, oferecendo proteção, sua sombra se estende por toda a terra e refresca o povo, o pilar e pólo plantado na ... ... pântano, subindo alto sobre todas as terras estrangeiras. O capitão nobre das terras, o filho de Enlil, que tem nas mãos o sagrado pólo, uma árvore ornamentada no Abzu que recebeu os poderes supremos em Eridug, o local sagrado, o lugar mais estimado. O herói orgulhosamente levanta a cabeça para o Abzu.
6 linhas ausentes ou pouco claras
182-187. Sirsir ... ..., o barqueiro da barca, ... ... o barco para o senhor. Nigir SIG, o capitão da barca, segura o cetro sagrado para o Senhor. As cinqüenta divindades Lahama das águas subterrâneas falam carinhosamente com ele.
188-191. O intrépido rei, Pai Enki ... ... na Terra. Prosperidade brotou no céu e na terra para o grande príncipe, que viaja na Terra. Enki decretou seu destino:
192-209. "Suméria, grande montanha, terra do céu e da terra, arrastando glória, conferindo poderes sobre o povo de sol a sol: seus poderes são poderes superiores, intocáveis, e seu coração é complexo e inescrutável como o próprio céu. Seu útero, como o céu, o qual os deuses também podem nascer, ele dá à luz aos reis que colocam o diadema sagrado, dando origem aos senhores que usam a coroa na cabeça. - seu senhor, o senhor honrou, senta-se com um rei no trono de An. Seu rei, a Grande Montanha, Pai Enlil, o pai de todas as terras, bloqueou você impenetravelmente como uma árvore de cedro. Anuna, os grandes deuses, fizeram suas moradas em vosso meio, e consumiram seus alimentos em santuários giguna entre as árvores únicas e excepcionais. Terra Suméria, que seus ramos cresçam, Que suas vacas multipliquem-se,tenha muitas ovelhas,tenha muita lã, que seu templo enriqueça o céu,
que Seu santuário aponte para o céu!
210-211. Em seguida, dirigiu-se ao santuário de Urim. Enki, senhor do Abzu, decreta seu destino:
212-218. "A cidade que possui tudo o que é justo, banhada por água! Um touro forte, o altar de abundância através das montanhas, subindo como as montanhas, floresta de ciprestes ?ašur com sombra larga, auto-confiante! Que seus poderes sejam dirigidos . A grande montanha Enlil pronunciou o seu nome no céu e na terra. Cidade cujo destino Enki decretou, santuário de Urim, você deve subir alto para o céu! "
219-220. Em seguida, ele passou para a terra de Melu?a. Enki, senhor do Abzu, decreta seu destino:
221-237. "Colina negra, que suas árvores sejam grandes árvores, Que seus bosques sejam bosques de terras altas! Que a partir delas sejam construidos móveis para palácios reais! Que seus canaviais sejam grandes canaviais, que eles possam ... ...! Heróis ... ... no campo de batalha como armas! Que seus touros sejam grandes touros, que eles sejam touros das montanhas! Que seus berros tenha rujidos de touros selvagens das montanhas! Os grandes poderes dos deuses serão perfeitos para você! Que os pássaros das montanhas usem barbas cornalina! Que todos os seus pássaros sejam pavões! Que seus gritos encham os palácios reais com graça! Que toda a sua prata seja ouro! Que todo o seu cobre seja bronze! Terra, que tudo que você possua seja abundante! Que o seu povo ..Seus homens serão fortes como touros. "
2 linhas incertas
238-247. Ele limpa e purificada a terra de Dilmun. Ele colocou Ninsikila no comando de tudo. Lagoas serão dividias para o santuário do príncipe. Dilmun comerá seus peixes. ... ...,Palmeiras crescerão em suas terras férteis.Dilmun comerá suas tâmaras.. ... ... Elam e Mar?aši ... .... ... ... ... ...Aquele que tudo devora. O rei dotado de força por Enlil destruiu suas casas, demoliu suas paredes. Ele trouxe sua prata e lápis-lazúli, seu tesouro, a Enlil, rei de todas as terras, em Nippur.
248-249. Enki apresentou animais para aqueles que não têm nenhuma cidade, que não têm casas, para os nômades de Martu.
250-266. Depois que ele voltou o olhar de lá, depois que o pai Enki ergueu os olhos por todo o Eufrates, ele levantou-se cheio de luxúria, como um touro desenfreado, levantou seu pênis, ejaculou e encheu o rio Tigre, com água corrente. Ele estava como uma vaca selvagem mugindo para seus filhotes na grama selvagem infestada de escorpiões. O Tigre ... ... ao seu lado como um touro desenfreado. Ao levantar o seu pênis, ele trouxe um presente nupcial. O Tigre se alegra em seu coração como um grande touro selvagem ... .... Trouxe água, água corrente, em verdade: seu vinho será doce. Trouxe cevada, em verdade: as pessoas vão comer. Ele encheu o E-kur, a casa de Enlil, com todos os tipos de coisas. Enlil ficou encantado com Enki, e Nippur estava contente. O Senhor colocou o diadema como um sinal de senhorio, ele colocou a coroa como um bom sinal de realeza, tocando o chão do seu lado esquerdo. Abundância saíram da terra para ele.
267-273. Enki, o senhor dos destinos, Enki, o rei do Abzu, Enki colocou no comando disso tudo ele, que segura um cetro na mão direita, aquele que com a boca gloriosa submete à verificação da força devoradora do Tigre e do Eufrates, ao mesmo tempo que a prosperidade emana do palácio como o óleo - Enbilulu, o inspetor de vias navegáveis.
274-277. Ele denominou os pântanos e deu-lhes as várias espécies de carpas, Ele denominou o canavial: encheu-o com caniços vermelhos e caniços verdes....
2 linhas em falta
278-284. Ele lançou um desafio ... .... Enki colocou no comando isso tudo ele, cuja rede não escapam os peixes, ele, cuja armadilha ninguém escapa vivo, ele, cujo alçapão nenhum pássaro escapa,
Uma linha clara
- ... ..., adorado pelos peixes.
285-298. O Senhor estabeleceu um santuário, um local sagrado, cujo interior é elaboradamente construído. Ele estabeleceu um santuário no mar, um santuário sagrado, cujo interior é elaboradamente construído. O santuário, cujo interior é um fio enrolado, está além da compreensão.O santuário está situado pela constelação errante do iku, um santuário cuja estação maior move-se através da constelação da Biga. Seu mar é uma apavorante onda crescente, seu esplendor é temível. Os deuses Anuna não ousam abordá-lo. ... ... Ele eleva-se...o palácio se alegra.. O Anuna elevam-se diante dele com orações e súplicas. Eles montaram um grande altar de Enki no E-engura, para o senhor ... .... O grande príncipe ... .... ... ... O pelicano do mar.
Uma linha ilegível
299-308. Ele encheu o E-kur, a casa de Enlil, com mercadorias de todo tipo. Enlil ficou encantado com Enki, e Nippur estava contente. Enki colocou no comando de tudo isso ela, que está sobre a grande extensão do mar, a innin que induz à cópula...grande onda do mar,onda turbulenta,inundação marinha...aquela primavera sobre a espuma do mar ...
a innin de Sirara,mãe Nanse,toda a imensidão do mar.
309-317. Ele chamou a chuva dos céus e fixou-as como como nuvens flutuantes. Dirigiu-as no horizonte. Virou-se aos montes nos campos ... .... Enki colocou no comando de tudo isso ele, que cavalga sobre as grandes tempestades, que ataca com raios, que bloqueia a entrada para o interior do céu, o filho de An, o inspector do canal do céu e da terra - Iskur, o portador da fartura, filho de An.
318-325. Ele organizou arados, cangas e equipes. O grande príncipe Enki concedeu os bois de chifres que seguem a ... ... ferramentas, ele abriu os santos sulcos, e fez a cevada crescerem em campos de cultivo. Enki, senhor que prende o diadema, o ornamento do planalto, o hábil com ferramentas , o agricultor de Enlil - Enkimdu, responsável por valas e diques.
326-334. O Senhor chamou os campos cultivados, e deu-lhes a cevada gunu. Enki encheu-o com pintinhos, com lentilhas.Ele fez os amontoou em pilhas no armazém de cevada. Enki multiplicou os armazéns e as pilhas de grãos, e com a ajuda de Enlil ele trouxe prosperidade ao povo. Enki ordenou tudo isso, ela cuja cabeça e corpo são malhados, cujo rosto está coberto de mel, a amante que faz a procriação fluir, o poder da Terra, a vida do dos cabeças pretas - Ezina, o bom pão de todo o mundo.
335-340. O grande príncipe fixa um modelo para a enxada, e moldes de tijolo organizado. Ele penetrou o óleo ... ... como precioso. Enki encarregado deles aquele cuja afiada enxada é uma serpente que devora ... ..., cujo molde de tijolo no lugar é uma arrumada pilha de grãos descascados para as ovelhas - Kulla, que ... ... tijolos na Terra.
341-348. Ele amarrou as cordas e fixou-as com os fundamentos, e com a força do conjunto ele construiu uma casa para realizações de rituais de purificação. O grande príncipe colocou as bases, e colocou os tijolos. Enki colocou no comando de tudo isso ele, cujos fundamentos, uma vez estabelecidos, não cessam, cujas boas casas, uma vez construídas, não entram em colapso, cujas cúpulas chegam ao coração dos céus como um arco-íris - Mušdama, Mestre construtor de Enlil.
349-357. Ele levantou uma coroa sagrada sobre a planície das terras altas. Amarrou uma barba de lápis-lazúli para o planalto, e fez vestir um cocar de lápis-lazúli. Ele fez esse bom lugar perfeito com o verde em abundância. Ele multiplicou os animais da planície elevada a um grau adequado, ele multiplicou o ibex e cabras selvagens das pastagens, e os fez copular. Enki colocou a cargo deles o herói que é a coroa do planalto, que é o rei do campo, o grande leão do planalto, o musculoso, o forte, a força corpulenta de Enlil - Šakkan, o rei das colinas.
358-367. Ele construiu os currais, realizou a limpeza, Ele elevou os pastores, deu-lhes o melhor creme de gordura e trouxe luxo para lugares onde dos deuses jantam. Ele fez o pobre, criado para espaços verdes, alcançar a prosperidade. Enki colocado no comando de tudo isto o rei, o bom provedor de E-ana, o amigo de An, o amado filho de Suen, o esposo da sagrada Inana, a senhora das grandes potências que permite o intercurso sexual nas praças de Kulaba - Dumuzid- o ušumgal do céu, o amigo de An.
368-380. Ele encheu o E-kur, a casa de Enlil, com posses. Enlil ficou encantado com Enki e Nippur estava contente. Ele demarcou fronteiras e limites fixados. Para os deuses Anuna, Enki concedeu habitações nas cidades e terras agrícolas nos campos. Enki colocou no comando de todo o céu e a terra, o herói, o touro que sai da floresta ?ašur berrando de maneira feroz, o jovem Utu, o boi em pé, triunfante, audaciosamente, majestosamente, o pai da grande cidade (Eufemismo para o submundo), o grande arauto sagrado de An, o juiz que busca os veredictos para os deuses, com uma barba de lápis-lazúli, levantando-se o horizonte para o céu santo - Utu, o filho nascido de Ningal.
381-386. Ele veste a roupa mug, e configura o tear. Enki aperfeiçoou muito a tarefa das mulheres. Para Enki, o povo ... ... ... ... no vestuário. Enki deixou a cargo deles a honra do palácio, a dignidade do rei - Uttu, a mulher consciente, silenciosa.
387-390. Então, só faltaram as funções, a grande mulher do céu, Inana, sem qualquer funções - Inana entrou para ver seu pai Enki em sua casa, chorando, ela fez sua reclamação para ele:
391-394. "Enlil deixou em suas mãos a tarefa de dar as funções dos Anuna, os grandes deuses. Porque a mim, a mulher, você trata de uma forma diferente? Eu, a sagrada Inanna Onde estão as minhas funções"
395-402. "Aruru, irmã de Enlil, Nintur, a senhora do parto, possui o santo nascimento como sua prerrogativa. Ela lava a lanceta de cordão umbilical, a areia especial e alho-poró. Ela é obtém a sila- Gara de lapis lazuli transparente (para colocar a placenta). Ela leva o navio ala santo consagrado. Ela é a parteira da terra! O nascimento de reis e senhores deve estar em suas mãos. "
403-405. "Minha ilustre irmã, santa Ninisina, faz jóias de pedras Suba. Ela é a dona do céu. Ela está ao lado de An e fala com ele sempre que deseja."
406-411. "Minha ilustre irmã, santa Ninmug, conseguiu o ouro cinzel e buril de prata. Ela é leva sua grande lâmina antasura de pedra. Ela trabalha o metal da Terra. O ajuste do bom diadema quando alguém é nascido rei e a coroação com a coroa quando um senhor é nascido devem estar em suas mãos. "
412-417. "Minha ilustre irmã, santa Nisaba, tem um bastão de medida. A fita métrica lápis-lazúli está pendurada em seu braço. Ela proclama todas as grandes potências. Ela é a demarcação dos limites e das fronteiras. Ela é a escrivã da Terra. O planejamento das refeições dos deuses deve estar em suas mãos."
418-421. "Nanše, a senhora sagrada, que descansa os pés no santo pelicano, é a inspetora das pescas do mar. Ela é a responsável pela escolha das deliciosas aves e deliciosos peixes que serão levados a Nippur para seu pai Enlil".
422-423. "Eu, a mulher, porque fui tratada de uma forma diferente? Eu, a sagrada Inanna: aonde estão minhas funções?"
424-436. Enki respondeu a sua filha, a santa Inana : " O que eu posso acrescentar a você Deusa? O que mais podemos acrescentar a você Inana? Jovem Inanna, o que posso acrescentar a você? O que mais podemos acrescentar a você?Eu te fiz sair ... .... cobri ... ... com uma peça de vestuário. fiz você trocar o seu lado direito e lado esquerdo. Te vesti com roupas belissimas de mulheres. Coloquei fala das mulheres em sua boca. Eu coloquei em suas mãos . ... ... os adornos de mulheres.
437-444. "Jovem Inana, o que posso acrescentar a você? O que mais podemos acrescentar a você? Entre as ocorrências sinistras no tumulto da batalha, vou fazê-la falar palavras vivificantes .E, embora você não seja um pássaro Arabu ( uma ave de mau agouro), vou fazer você falar palavras de mau gosto também. Inana,única, eu fiz você arrumar fios emaranhados. Eu fiz-lhe colocar belas roupas, eu te vesti com vestido de linho. Eu fiz-lhe escolher a as melhores roupas. Fiz-lhe a cor tufos (?) Pano com fios coloridos.
445-450. "Inana, você amontoa cabeças humanas como montes de poeira, você semea cabeças como sementes. Inana, você tem destruído o que não pode ser destruído. Você cria o que não pode ser criado. Removeu a tampa do tambor das lamentações de Sem, jovem Inana , enquanto fecha os instrumentos Tigi e Adab em suas casas. Você nunca se cansará de ter admiradores olhando para você. Jovem Inana, você não sabe nada de amarrar as cordas em poços profundos".
451-471. "Mas agora, o coração transbordou, a Terra está restaurada, o coração de Enlil transbordou, a Terra está restaurada no seu coração transbordante de humanidade."
4 linhas incertas
"... ... Cocar lápis-lazúli ... ... é sua prerrogativa, ... ... é a sua prerrogativa, ... ... é a sua prerrogativa, ... ... é sua prerrogativa."
10 linhas incertas
472. Louvado seja o Pai Enki.
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
terça-feira, 17 de maio de 2011
INANNA E BILULU
1-5. Ela pode fazer o lamento por você, meu Dumuzi, ela pode fazer o lamento por você chegar ao deserto - ela pode fazê-lo chegar a casa Arali, ela pode fazê-lo chegar a Bad Tibira, ela pode fazê-lo chegar a Du-Suba, ela pode fazê-lo chegar ao país pastoreio, o redil de Dumuzid ... ....
20 linhas fragmentadas ou desaparecidas
26. ... ... Ela faz uma reflexão:
27-30. "Dumuzi, do pouco-falar, de olhos bondosos!", ela chora em lágrimas: "Dumuzi, do pouco-falar, de olhos bondosos!", ela chora lágrimas. "Rapaz, marido, provedor, doce como o dia, ... ... Ó Dumuzid!" ela chora, ela chora lágrimas.
31-36. Santa Inana ... ...
1 linha fragmentada
A deusa ... .... ó Inana única ... .... Ela andava de cá para lá na câmara da mãe que deu à luz, em oração e súplicas, Enquanto em oração e súplica respeitosa eles atentam a ela:
37-40. "Ó minha mãe ... ... com sua permissão, deixe-me ir , ó minha mãe, Ningal ... .. com sua permissão, deixe-me ir ! Meu pai tem brilho para mim de forma nobre ...... Suen tem brilho para mim de forma nobre ... .... "
41-45. Como uma criança enviada em uma missão por sua própria mãe, ela saiu da câmara, como um enviado numa missão pela Mãe Ningal, ela saiu da câmara. Completo conhecimento Minha senhora tinha, e também estava decidida, Completo conhecimento Minha senhora tinha, e também estava decidida.(Linha em falta)... a cerveja armazenada nos remotos dias, nos dias distantes........
aprox. 19 linhas em falta
65-70. ... ... Do aprisco.
1 linha em falta
... ... Para a casa da velha mãe de Bilulu (fonte, erroneamente: Belili). Nesta casa, o pastor, chefe derrotado em ... ..., Dumuzid, espancado na cabeça, ... ...; Ama-ušumgal ana, espancado na cabeça, ... ....
71-73. "As ovelhas do meu senhor, de Dumuzid, no deserto ... .... Ó Inana, um homem que não era o pastor estava voltando ao lado das ovelhas do meu senhor!"
74-75. A senhora criou uma música para o seu jovem marido, fez uma canção para ele, sagrada Inana criou uma música para Dumuzid, fez uma canção para ele:
76-80. "Ó vós que estão em repouso, pastor, que se encontra em repouso, que montava guarda sobre eles! Dumuzid, você que está em repouso, que montava guarda sobre eles! Ama-ana ušumgal, você que está em repouso, que montava guarda sobre eles! Subindo com o sol, você montará guarda sobre minhas ovelhas, deitado, de noite só, você montou guarda sobre as minhas ovelhas!"
81-89. Então o filho da velha Bilulu, matriarca e dona de si, - Girgire, um bom guardador, propício para prosperar e um homem conhecedor - dobrou sua carga com o gado capturado, e estava empilhando suas pilhas e pilhas de grãos. Ele saiu rapidamente varrendo suas vítimas e abatendo-as com a maça. Širru do deserto assombrado, filho de ninguém e amigo de ninguém, entou-se diante dele para conversar.
90-97. Naquele dia o que estava no coração da moça? O que estava no coração da sagrada Inana? Matar a velha Bilulu estava em seu coração! Para fazer bom o descanso eterno de seu jovem marido, para Dumuzid-ama-ana-ušumgal - que estava em seu coração! Minha senhora foi para a casa de Bilulu no deserto assombrado. Seu filho Girgire caminha como o vento... ... Širru do deserto assombrado, filho de ninguém e amigo de ninguém, ... ....
98-110. Santa Inana entrou na taberna, pisou em um banco, começou a decidir a sorte: "Eu matarei você, e isto é sério, , e com você eu também irei destruir o seu nome!Trocarei sua água quente pela água que os homens encontram no deserto! Que o seu filho Girgire vá junto com ela se tornar o deus protetor do deserto e a deusa protetora do deserto! Que Širru do deserto assombrado, filho de ninguém e amigo de ninguém, caminhe no deserto e mantenha a contagem da farinha e quando para o rapaz no deserto a água é bebida e a farinha cai do céu, deixe o deus protetor do deserto e a deusa protetora do deserto chamar: "Bebida", gritar: "Espalhe!" e, assim, perceba o lugar para o qual foi Banido, no deserto.o! Vamos Velha Bilulu alegre seu coração! "
111-124. E imediatamente, sob o sol daquele dia, ele realmente fez isso.Ela mandou a água do céu como água fria para o homem no deserto.Seu filho Girgire junto com ela se tornou o deus protetor do deserto e a deusa protetora do deserto. Širru do deserto assombrado, filho de ninguém e amigo de ninguém, caminha no deserto, e mantém a contagem da farinha, e quando a água é bebida e farinha polvilhada para o rapaz vagando no deserto, o deus protetor do deserto e a deusa protetora grita: "Beba!", Manda: "Espalhe", e , assim, foi-lhe revelado o lugar para o qual foi banido, no deserto. A velha mulher Bilulu alegra o seu coração. Inana estendeu a mão para o rapaz no chão, estendeu a mão para Dumuzid no chão, as mãos no túmulo ... obrigado ...
aprox. 11 linhas em falta
1 linha fragmentada
137-148. O perdiz ... ... ... ... a dos seus ... .... O perdiz ... ... para a cidade natal de Dumuzid. Como um pombo no parapeito de sua janela tomou conselho com si mesma; Como um perdiz em seu abrigo, tomou conselho. Apenas sua mãe Durtur pode alegrar meu senhor! Apenas sua mãe Durtur pode alegrar Dumuzid! Minha deusa, nascida em Kuara, a donzela que é a coroa de tudo ... ...admirada e aclamada pelo povo de cabeça-preta, a lúdica, que também lamenta as vozes e os gritos, que intercede diante do rei - Gestin ana- , a senhora, não ... ....
1 linha fragmentada
150-154. A donzela ... ... a admirada. Gestin-ana ... .... a sagrada, Inana ... ... ... ... Respondeu:
155-161. "Deixe-me lamentar e proferir por você, lamento por você! Irmão, deixe-me expressar o lamento por você! ... ... Deixe-me expressar o lamento por você! Deixe-me expressar o lamento por você , o lamento na casa Arali! Deixe-me lamentar por você, o lamento em Du-Suba! Deixe me lamentar para você, o lamento em Bad-Tibira, deixe-me expressar o lamento por você, o amento no pastoreio! "
162-165. Como realmente a deusa provou lealdade ao seu noivo, como verdadeiramente santa Inana mostrou lealdade ao pastor Dumuzid! Foi concedida a Inana reparar seu lugar de descanso, isso foi concedido à deusa para vingá-lo!
166-173. "Deixe-me lamentar e proferir por você, lamento por você! Deixe-me expressar o lamento por você, lamento por você! No túmulo, deixe-me expressar o lamento por você! No deserto , ó Dumuzid, deixe-me lamentar por você! Na casa Arali deixe-me expressar o lamento por você! Em Du-Suba, deixe-me expressar o lamento por você! Em Bad-Tibira deixa-me proferir o lamento por você! No pastoreiro deixe-me expressar o lamento por você! "
174-176. Como ela provou ser realmente leal à Dumuzid, vingando-o, matando Bilulu, Inana mostrou lealdade a ele!
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
*Nota= Texto bastante fragmentado mas que deixa evidente a vingança de Inanna contra os assassinos de seu amado Dumuzi.
20 linhas fragmentadas ou desaparecidas
26. ... ... Ela faz uma reflexão:
27-30. "Dumuzi, do pouco-falar, de olhos bondosos!", ela chora em lágrimas: "Dumuzi, do pouco-falar, de olhos bondosos!", ela chora lágrimas. "Rapaz, marido, provedor, doce como o dia, ... ... Ó Dumuzid!" ela chora, ela chora lágrimas.
31-36. Santa Inana ... ...
1 linha fragmentada
A deusa ... .... ó Inana única ... .... Ela andava de cá para lá na câmara da mãe que deu à luz, em oração e súplicas, Enquanto em oração e súplica respeitosa eles atentam a ela:
37-40. "Ó minha mãe ... ... com sua permissão, deixe-me ir , ó minha mãe, Ningal ... .. com sua permissão, deixe-me ir ! Meu pai tem brilho para mim de forma nobre ...... Suen tem brilho para mim de forma nobre ... .... "
41-45. Como uma criança enviada em uma missão por sua própria mãe, ela saiu da câmara, como um enviado numa missão pela Mãe Ningal, ela saiu da câmara. Completo conhecimento Minha senhora tinha, e também estava decidida, Completo conhecimento Minha senhora tinha, e também estava decidida.(Linha em falta)... a cerveja armazenada nos remotos dias, nos dias distantes........
aprox. 19 linhas em falta
65-70. ... ... Do aprisco.
1 linha em falta
... ... Para a casa da velha mãe de Bilulu (fonte, erroneamente: Belili). Nesta casa, o pastor, chefe derrotado em ... ..., Dumuzid, espancado na cabeça, ... ...; Ama-ušumgal ana, espancado na cabeça, ... ....
71-73. "As ovelhas do meu senhor, de Dumuzid, no deserto ... .... Ó Inana, um homem que não era o pastor estava voltando ao lado das ovelhas do meu senhor!"
74-75. A senhora criou uma música para o seu jovem marido, fez uma canção para ele, sagrada Inana criou uma música para Dumuzid, fez uma canção para ele:
76-80. "Ó vós que estão em repouso, pastor, que se encontra em repouso, que montava guarda sobre eles! Dumuzid, você que está em repouso, que montava guarda sobre eles! Ama-ana ušumgal, você que está em repouso, que montava guarda sobre eles! Subindo com o sol, você montará guarda sobre minhas ovelhas, deitado, de noite só, você montou guarda sobre as minhas ovelhas!"
81-89. Então o filho da velha Bilulu, matriarca e dona de si, - Girgire, um bom guardador, propício para prosperar e um homem conhecedor - dobrou sua carga com o gado capturado, e estava empilhando suas pilhas e pilhas de grãos. Ele saiu rapidamente varrendo suas vítimas e abatendo-as com a maça. Širru do deserto assombrado, filho de ninguém e amigo de ninguém, entou-se diante dele para conversar.
90-97. Naquele dia o que estava no coração da moça? O que estava no coração da sagrada Inana? Matar a velha Bilulu estava em seu coração! Para fazer bom o descanso eterno de seu jovem marido, para Dumuzid-ama-ana-ušumgal - que estava em seu coração! Minha senhora foi para a casa de Bilulu no deserto assombrado. Seu filho Girgire caminha como o vento... ... Širru do deserto assombrado, filho de ninguém e amigo de ninguém, ... ....
98-110. Santa Inana entrou na taberna, pisou em um banco, começou a decidir a sorte: "Eu matarei você, e isto é sério, , e com você eu também irei destruir o seu nome!Trocarei sua água quente pela água que os homens encontram no deserto! Que o seu filho Girgire vá junto com ela se tornar o deus protetor do deserto e a deusa protetora do deserto! Que Širru do deserto assombrado, filho de ninguém e amigo de ninguém, caminhe no deserto e mantenha a contagem da farinha e quando para o rapaz no deserto a água é bebida e a farinha cai do céu, deixe o deus protetor do deserto e a deusa protetora do deserto chamar: "Bebida", gritar: "Espalhe!" e, assim, perceba o lugar para o qual foi Banido, no deserto.o! Vamos Velha Bilulu alegre seu coração! "
111-124. E imediatamente, sob o sol daquele dia, ele realmente fez isso.Ela mandou a água do céu como água fria para o homem no deserto.Seu filho Girgire junto com ela se tornou o deus protetor do deserto e a deusa protetora do deserto. Širru do deserto assombrado, filho de ninguém e amigo de ninguém, caminha no deserto, e mantém a contagem da farinha, e quando a água é bebida e farinha polvilhada para o rapaz vagando no deserto, o deus protetor do deserto e a deusa protetora grita: "Beba!", Manda: "Espalhe", e , assim, foi-lhe revelado o lugar para o qual foi banido, no deserto. A velha mulher Bilulu alegra o seu coração. Inana estendeu a mão para o rapaz no chão, estendeu a mão para Dumuzid no chão, as mãos no túmulo ... obrigado ...
aprox. 11 linhas em falta
1 linha fragmentada
137-148. O perdiz ... ... ... ... a dos seus ... .... O perdiz ... ... para a cidade natal de Dumuzid. Como um pombo no parapeito de sua janela tomou conselho com si mesma; Como um perdiz em seu abrigo, tomou conselho. Apenas sua mãe Durtur pode alegrar meu senhor! Apenas sua mãe Durtur pode alegrar Dumuzid! Minha deusa, nascida em Kuara, a donzela que é a coroa de tudo ... ...admirada e aclamada pelo povo de cabeça-preta, a lúdica, que também lamenta as vozes e os gritos, que intercede diante do rei - Gestin ana- , a senhora, não ... ....
1 linha fragmentada
150-154. A donzela ... ... a admirada. Gestin-ana ... .... a sagrada, Inana ... ... ... ... Respondeu:
155-161. "Deixe-me lamentar e proferir por você, lamento por você! Irmão, deixe-me expressar o lamento por você! ... ... Deixe-me expressar o lamento por você! Deixe-me expressar o lamento por você , o lamento na casa Arali! Deixe-me lamentar por você, o lamento em Du-Suba! Deixe me lamentar para você, o lamento em Bad-Tibira, deixe-me expressar o lamento por você, o amento no pastoreio! "
162-165. Como realmente a deusa provou lealdade ao seu noivo, como verdadeiramente santa Inana mostrou lealdade ao pastor Dumuzid! Foi concedida a Inana reparar seu lugar de descanso, isso foi concedido à deusa para vingá-lo!
166-173. "Deixe-me lamentar e proferir por você, lamento por você! Deixe-me expressar o lamento por você, lamento por você! No túmulo, deixe-me expressar o lamento por você! No deserto , ó Dumuzid, deixe-me lamentar por você! Na casa Arali deixe-me expressar o lamento por você! Em Du-Suba, deixe-me expressar o lamento por você! Em Bad-Tibira deixa-me proferir o lamento por você! No pastoreiro deixe-me expressar o lamento por você! "
174-176. Como ela provou ser realmente leal à Dumuzid, vingando-o, matando Bilulu, Inana mostrou lealdade a ele!
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
*Nota= Texto bastante fragmentado mas que deixa evidente a vingança de Inanna contra os assassinos de seu amado Dumuzi.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
O RETORNO DE NINURTA A NIPPUR: UM SIR-GIDA PARA NINURTA
1-6. Criado como An, Ó filho de Enlil, Ninurta, criado como Enlil, nascido de Nintur, és o mais poderoso dos deuses Anuna, que saiu da cadeia de montanhas, imbuído de um terrível e pavoroso poder, filho de Enlil, confiante em sua força, meu soberano, você é magnífico - deixe a sua magnificência, portanto, ser elogiada. Ninurta, você é magnífico - deixe a sua magnificência, portanto, ser elogiada.
7-12. Soberano de todas as terras, em seu enorme poder, um guerreiro de Enlil, em seu grande poder, guerreiro feroz, que assumira os poderes divinos que são como o céu, filho de Enlil, que assumira os poderes divinos que são como a terra, que tomou o poder divino das montanhas, as quais são pesadas como o céu, você tem absorvido os poderes divinos do Eridug, que são enormes, como a terra.
13-15. Você fez os deuses prostrarem-se diante de ti. Você fez a saudação Anuna (?) Ninurta, você é composto por uma força heróica.
16-17. A emissão do soberano é uma tempestade ... .... A palavra do Senhor Ninurta é uma tempestade ... ....
18-23. Para as montanhas hostis ... .... Para a fortaleza da terra rebelde ... ....
Uma linha ilegível
Senhor, assustadoramente feroz, ... .... Feroz no céu e na terra, ... ....
Uma linha ilegível
24-25. Sua expressão zangada deixou cadáveres sobre as montanhas. Seu semblante feroz......
26-29. Chifrudo touro selvagem ... ....Carneiro e veado selvagens ... .... O grande touro selvagem das montanhas ... ... do seu ... .... Ele colocou a ... ..., a força na batalha, na cintura.
30-40. O soberano, com os braços heróicos, Ninurta, o filho de Enlil, em seu grande poder, trouxe à luz a seis cabeças de carneiro selvagem da casa que brilha, imponente. Ele trouxe o dragão guerreiro da grande fortaleza das montanhas. Ele trouxe o barco Magilum de ... ... seu Abzu. Ele trouxe o Bisão da poeira das batalhas. Ele trouxe a sereia dos limites do céu e da terra. Ele tirou o gesso do solo da serra. Ele trouxe à luz o cobre Forte da montanha despedaçada. Ele trouxe o pássaro Anzu da árvore Harã?alub. Ele trouxe a serpente de sete cabeças da ... ... das montanhas.
41-46. Ele reuniu todos eles diante dele ... .... Ele falou ... .... Ele foi infeliz ....... Ele falou ... .... Ele pegou o machado ... .... Ele tomou o seu ... ....
47-51. O guerreiro ... ... deixou um cadáver sobre as montanhas. Senhor Ninurta, que destrói (?) ... ..., deixou cadáveres sobre as montanhas. Ele os empilhou ... .... O soberano, com sua força heróica, teve a sua vingança (?). O guerreiro Ninurta, com sua força heróica, teve a sua vingança (?).
52-54. Em sua carruagem brilhante, que inspira temor terrível, ele pendurou seus touros selvagens capturados no eixo e pendurou suas vacas capturadas na parte transversal do jugo.
55-63. Ele amarrou o carneiro selvagem de Seis cabeças sobre o pó-de-guarda. Ele amarrou o dragão guerreiro na cadeira. Ele amarrou o barco Magilum no ... .... Ele amarrou o Bisão no poste. Ele amarrou a sereia no pedal. Ele amarrou o gesso na parte da frente do jugo. Ele amarrou o cobre forte no pino dentro do pólo (?). Ele amarrou o pássaro Anzu sobre a guarda da frente. Ele amarrou a serpente de sete cabeças sobre o brilho do feixe de cruz.
64-69. Senhor Ninurta entrou no seu admirável carro de batalha. Ud-ane, o deus que tudo vê, e Lugal anbara, Barbudo (?) Foi antes dele, o incrível senhor das montanhas, Lugal-kur dub, o ... o senhor Ninurta, seguiu atrás dele.
70-72. O leão que ... ... a partir do Abzu, que ... ... de grandiosidade e esplendor - os Anuna, os grandes deuses ... ....
73-75. Tal como um dilúvio varrendo nações, Ninurta, tempestade da montanha rebelde, varreu como o dilúvio, ele rugia como uma tempestade no horizonte.
76-79. Quando, pelo comando de Enlil, ele estava fazendo o seu caminho rumo ao E-kur, o guerreiro dos deuses estava caminhando, e antes dele chegar ás proximidades de Nippur, Nuska, o chanceler de Enlil, saiu do E-kur para encontrá-lo.
80-82. Ele cumprimentou o Senhor Ninurta: "Meu guerreiro, soberano perfeito, tome cuidado. Ninurta, guerreiro perfeito, tome cuidado.".
83-86. "Seu brilho cobriu o templo de Enlil como um manto. Quando você entrar em seu carro, cujo ranger é um som agradável, céu e terra tremerão. Quando você levantar o braço ....."
87-91. "Os Anuna, os grandes deuses ... .... Não assuste seu pai em sua residência. Não
assuste Enlil em sua residência. Que seu pai lhe dê presentes por causa de sua força heróica. Que Enlil lhe dê presentes por causa de sua resistência heróica. "
92-97. "Ó soberano, querido de An, o primeiro entre os deuses, portador do selo de Enlil, fonte de vida do E-kur, ó guerreiro, porque você derrubou as montanhas e seu pai não precisou enviar nenhum outro deus ao seu lado. Ninurta, porque você derrubou as montanhas e Enlil não precisou enviar nenhum outro deus ao seu lado. "
98-101. Enquanto essas palavras estavam ainda na boca do Nuska, Ninurta guardou o chicote e a espora dentro da caixa. Ele guardou sua maça, a força na batalha, na caixa e entrou no templo de Enlil.
102-107. Ele dirigiu seus touros selvagens cativos ao templo. Ele dirigiu-se com suas vacas cativas, assim como os touros selvagens, ao templo. Ele apresentou o saque das suas cidades saqueadas. Os Anuna ficaram espantados ... .... Enlil, a Grande Montanha, fez uma reverência a ele, e Ašimbabbar rezava para ele.
108-112. A grande mãe Ninlil, de dentro de seu Ki-ur, falou com admiração ao senhor Ninurta: "Ó Touro selvagem, de chifres ferozes, filho de Enlil, você golpeou as montanhas. Guerreiro, senhor Ninurta, você tem ... .... Você tem ... ... a terra rebelde. "
113-118. Senhor Ninurta respondeu-lhe: "Minha mãe, eu sozinho não posso ... ... com você ... ... Ninlil, eu sozinho não posso ... ... com você, só para mim ... ... Batalha vestiu como o céu -ninguém pode rivalizar comigo.. (?). Assim como o dilúvio ... .... eu varri os montes como se fossem cabanas de junco ... .... "
119-124. "A minha batalha, como um dilúvio furioso, estourou nas montanhas. Com corpo de leão e músculos de leão, subjulguei a terra rebelde. Os deuses ficaram com medo e fugiram (?) para as cadeias de montanhas. Bateram suas asas, como um bando de pássaros de pequeno porte. Eles estão se escondendo na grama como touros bravos ... .... Ninguém pode enfrentar meu brilho, pesado como o céu ".
125-127. "Porque eu sou o senhor das montanhas e terraços, em todos os sentidos ...Porque eu tenho subjugado essas montanhas de alabastro e lapis lazuli, os Anuna escondem-se como ratos."
128-134. "Agora eu tenho minha força heróica restabelecida nas montanhas. À minha direita, eu carrego uma miríade de lâminas. À minha esquerda, eu carrego uma miríade de armas.Carrego minhas Cinqüenta rajadas de dentes, a minha maça celestial.Carrego o herói que desce das grandes montanhas, minha tempestade irreversível.Carrego a arma que devora cadáveres como um dragão,meu machado agasilig. Carrego o meu meu ... .... "
135-139. "Carrego meu ... .... Carrego a rede alkad da terra rebelde, a minha rede alkad. Eu carrego aquilo a partir do qual as montanhas não podem escapar, a minha rede šušgal. Carrego a serpente mušma? de sete-bocas, o assassino, a minha espiga ( ?). Para despir as montanhas,levo a minha espada, meu punhal celeste. "
140-145. "Eu carrego o dilúvio das batalhas, meu cetro de cinqüenta cabeças. Carrego a tempestade que ataca os seres humanos, o meu arco e aljava. Carrego aquilo que derrubaos templos de terras rebeldes, minha flecha e escudo. Carrego a ajudante dos homens, minha lança. Carrego aquilo que traz luz, como o dia, meu demolidor de montanhas. Carrego o mantenedor do povo no céu e na terra, do meu inimigo, não posso fugir. "
146-151. "Eu carrego aquilo cujo impressionante esplendor cobre o terreno, que é grandiosamente adequado para a minha mão direita, concluído em ouro e lápis-lazúli, cuja presença é incrível, meu objeto de confiança. Carrego a arma perfeita, extremamente magnífica, digna de confiança em batalha, sem igual, bem adequada para o meu pulso no campo de batalha, o meu cetro de cinqüenta cabeças, eu carrego a arma que consome a terra rebelde como o fogo, o meu clube de cinqüenta cabeças. "
152-158. "Deixe o meu pai, portanto, oferecer por essas batalhas, troféus e armas para mim. Deixe Enlil banhar meus braços heróicos. Deixe-o derramar água benta sobre os braços ferozes que suportaram minhas armas. Deixe que ele construa um estrado santo na sala do trono para mim. Deixe ele estabelecer o meu carro celeste em cima de um pedestal. Deixe que ele amarre meus guerreiros capturados lá como touros abatidos. Deixe que ele exponha os reis capturados lá para fazerem reverência a mim, como a luz do céu. "
159-163. "Eu sou o mais forte, por unanimidade, nas montanhas, eu sou Ninurta - deixe que eles se prostrem em meu nome. Eu sou o mais poderoso cabeça de leão de Enlil, a quem ele engendrou em sua força. A tempestade do céu, o primeiro entre os deuses, eu sou aquele que An em seu grande poder escolheu. "
164-167. "Eu sou o ... ..., a fonte de vida de Inana. Eu sou o guerreiro, destinado por Enki para estar apto aos temíveis poderes divinos. Deixe meu reinado prolongar-se até o fim do céu e da terra. Eu sou o mais capaz entre os deuses - deixe-me estar imbuído da (..) grande ".
168-174. "Que a minha querida cidade, o santuário Nippur, levante a cabeça tão alto quanto o céu. Deixe minha cidade ser pré-eminente entre as cidades de meus irmãos. Deixe o meu lugar do templo (?), O maior ... ... entre os templos dos meus irmãos. Deixe o território da minha cidade ser a boa água doce da Suméria. Deixe os Anuna, meus irmãos deuses, curvarem-se lá. Deixe seus pássaros criarem ninhos na minha cidade. Deixe seus refugiados refrescarem-se na minha sombra. "
175-179. Quando Ninurta saiu do templo de Enlil, o mais brilhante dos guerreiros, Ninkarnuna, após ter ouvido o pronunciamento favorável de Ninurta, aproximou-se do Senhor Ninurta e fez uma oração:
180-186. "Meu soberano,que você esteja bem disposto para a sua amada cidade.Senhor Ninurta, que você esteja bem disposto para a sua amada cidade. Que você esteja bem disposto para o santuário de Nippur, sua cidade amada. Quando você entra no E-su -me-sa, o seu amado templo, sozinho, diga a sua esposa, a jovem senhora Ninnibru, que está em seu coração, diga a ela que está na sua mente. Faça um pronunciamento favorável à ela para o rei. "
187-194. O conteúdo daquela oração da descendência de um príncipe, Ninkarnuna, umideceu o coração de Ninurta como uma oferenda de água fresca, e à questão da prosperidade sobre a qual ele falou eram agradáveis ao coração de Ninurta e assim ele foi em procissão para E-Su-me -sa manifestar o poder divino e eterno. O senhor Ninurta olhou com aprovação para Ninkarnuna.
195-198. Quando Ninurta entrou no E-Su-me-sa, seu amado templo, sozinho, ele contou à sua mulher, jovem senhora Ninnibru, que estava em seu coração, ele lhe disse a ela que estava na sua mente e ele fez um pronunciamento favorável à ela para o rei.
199-201. O guerreiro, cujo heroísmo é manifesto, Ninurta, o filho de Enlil, tinha firmemente a sua grandeza no santuário de Enlil.
202-207. Senhor, que destruiu as montanhas, que não tem rival, aquele que luta umabatalha magnífica, grande guerreiro que sai em sua ... ... talvez, uma tempestade de Enlil, Ninurta, filho magnífico de E-kur, o orgulho do pai, é doce elogiá-lo.
208.Šir gida de Ninurta.
*
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
7-12. Soberano de todas as terras, em seu enorme poder, um guerreiro de Enlil, em seu grande poder, guerreiro feroz, que assumira os poderes divinos que são como o céu, filho de Enlil, que assumira os poderes divinos que são como a terra, que tomou o poder divino das montanhas, as quais são pesadas como o céu, você tem absorvido os poderes divinos do Eridug, que são enormes, como a terra.
13-15. Você fez os deuses prostrarem-se diante de ti. Você fez a saudação Anuna (?) Ninurta, você é composto por uma força heróica.
16-17. A emissão do soberano é uma tempestade ... .... A palavra do Senhor Ninurta é uma tempestade ... ....
18-23. Para as montanhas hostis ... .... Para a fortaleza da terra rebelde ... ....
Uma linha ilegível
Senhor, assustadoramente feroz, ... .... Feroz no céu e na terra, ... ....
Uma linha ilegível
24-25. Sua expressão zangada deixou cadáveres sobre as montanhas. Seu semblante feroz......
26-29. Chifrudo touro selvagem ... ....Carneiro e veado selvagens ... .... O grande touro selvagem das montanhas ... ... do seu ... .... Ele colocou a ... ..., a força na batalha, na cintura.
30-40. O soberano, com os braços heróicos, Ninurta, o filho de Enlil, em seu grande poder, trouxe à luz a seis cabeças de carneiro selvagem da casa que brilha, imponente. Ele trouxe o dragão guerreiro da grande fortaleza das montanhas. Ele trouxe o barco Magilum de ... ... seu Abzu. Ele trouxe o Bisão da poeira das batalhas. Ele trouxe a sereia dos limites do céu e da terra. Ele tirou o gesso do solo da serra. Ele trouxe à luz o cobre Forte da montanha despedaçada. Ele trouxe o pássaro Anzu da árvore Harã?alub. Ele trouxe a serpente de sete cabeças da ... ... das montanhas.
41-46. Ele reuniu todos eles diante dele ... .... Ele falou ... .... Ele foi infeliz ....... Ele falou ... .... Ele pegou o machado ... .... Ele tomou o seu ... ....
47-51. O guerreiro ... ... deixou um cadáver sobre as montanhas. Senhor Ninurta, que destrói (?) ... ..., deixou cadáveres sobre as montanhas. Ele os empilhou ... .... O soberano, com sua força heróica, teve a sua vingança (?). O guerreiro Ninurta, com sua força heróica, teve a sua vingança (?).
52-54. Em sua carruagem brilhante, que inspira temor terrível, ele pendurou seus touros selvagens capturados no eixo e pendurou suas vacas capturadas na parte transversal do jugo.
55-63. Ele amarrou o carneiro selvagem de Seis cabeças sobre o pó-de-guarda. Ele amarrou o dragão guerreiro na cadeira. Ele amarrou o barco Magilum no ... .... Ele amarrou o Bisão no poste. Ele amarrou a sereia no pedal. Ele amarrou o gesso na parte da frente do jugo. Ele amarrou o cobre forte no pino dentro do pólo (?). Ele amarrou o pássaro Anzu sobre a guarda da frente. Ele amarrou a serpente de sete cabeças sobre o brilho do feixe de cruz.
64-69. Senhor Ninurta entrou no seu admirável carro de batalha. Ud-ane, o deus que tudo vê, e Lugal anbara, Barbudo (?) Foi antes dele, o incrível senhor das montanhas, Lugal-kur dub, o ... o senhor Ninurta, seguiu atrás dele.
70-72. O leão que ... ... a partir do Abzu, que ... ... de grandiosidade e esplendor - os Anuna, os grandes deuses ... ....
73-75. Tal como um dilúvio varrendo nações, Ninurta, tempestade da montanha rebelde, varreu como o dilúvio, ele rugia como uma tempestade no horizonte.
76-79. Quando, pelo comando de Enlil, ele estava fazendo o seu caminho rumo ao E-kur, o guerreiro dos deuses estava caminhando, e antes dele chegar ás proximidades de Nippur, Nuska, o chanceler de Enlil, saiu do E-kur para encontrá-lo.
80-82. Ele cumprimentou o Senhor Ninurta: "Meu guerreiro, soberano perfeito, tome cuidado. Ninurta, guerreiro perfeito, tome cuidado.".
83-86. "Seu brilho cobriu o templo de Enlil como um manto. Quando você entrar em seu carro, cujo ranger é um som agradável, céu e terra tremerão. Quando você levantar o braço ....."
87-91. "Os Anuna, os grandes deuses ... .... Não assuste seu pai em sua residência. Não
assuste Enlil em sua residência. Que seu pai lhe dê presentes por causa de sua força heróica. Que Enlil lhe dê presentes por causa de sua resistência heróica. "
92-97. "Ó soberano, querido de An, o primeiro entre os deuses, portador do selo de Enlil, fonte de vida do E-kur, ó guerreiro, porque você derrubou as montanhas e seu pai não precisou enviar nenhum outro deus ao seu lado. Ninurta, porque você derrubou as montanhas e Enlil não precisou enviar nenhum outro deus ao seu lado. "
98-101. Enquanto essas palavras estavam ainda na boca do Nuska, Ninurta guardou o chicote e a espora dentro da caixa. Ele guardou sua maça, a força na batalha, na caixa e entrou no templo de Enlil.
102-107. Ele dirigiu seus touros selvagens cativos ao templo. Ele dirigiu-se com suas vacas cativas, assim como os touros selvagens, ao templo. Ele apresentou o saque das suas cidades saqueadas. Os Anuna ficaram espantados ... .... Enlil, a Grande Montanha, fez uma reverência a ele, e Ašimbabbar rezava para ele.
108-112. A grande mãe Ninlil, de dentro de seu Ki-ur, falou com admiração ao senhor Ninurta: "Ó Touro selvagem, de chifres ferozes, filho de Enlil, você golpeou as montanhas. Guerreiro, senhor Ninurta, você tem ... .... Você tem ... ... a terra rebelde. "
113-118. Senhor Ninurta respondeu-lhe: "Minha mãe, eu sozinho não posso ... ... com você ... ... Ninlil, eu sozinho não posso ... ... com você, só para mim ... ... Batalha vestiu como o céu -ninguém pode rivalizar comigo.. (?). Assim como o dilúvio ... .... eu varri os montes como se fossem cabanas de junco ... .... "
119-124. "A minha batalha, como um dilúvio furioso, estourou nas montanhas. Com corpo de leão e músculos de leão, subjulguei a terra rebelde. Os deuses ficaram com medo e fugiram (?) para as cadeias de montanhas. Bateram suas asas, como um bando de pássaros de pequeno porte. Eles estão se escondendo na grama como touros bravos ... .... Ninguém pode enfrentar meu brilho, pesado como o céu ".
125-127. "Porque eu sou o senhor das montanhas e terraços, em todos os sentidos ...Porque eu tenho subjugado essas montanhas de alabastro e lapis lazuli, os Anuna escondem-se como ratos."
128-134. "Agora eu tenho minha força heróica restabelecida nas montanhas. À minha direita, eu carrego uma miríade de lâminas. À minha esquerda, eu carrego uma miríade de armas.Carrego minhas Cinqüenta rajadas de dentes, a minha maça celestial.Carrego o herói que desce das grandes montanhas, minha tempestade irreversível.Carrego a arma que devora cadáveres como um dragão,meu machado agasilig. Carrego o meu meu ... .... "
135-139. "Carrego meu ... .... Carrego a rede alkad da terra rebelde, a minha rede alkad. Eu carrego aquilo a partir do qual as montanhas não podem escapar, a minha rede šušgal. Carrego a serpente mušma? de sete-bocas, o assassino, a minha espiga ( ?). Para despir as montanhas,levo a minha espada, meu punhal celeste. "
140-145. "Eu carrego o dilúvio das batalhas, meu cetro de cinqüenta cabeças. Carrego a tempestade que ataca os seres humanos, o meu arco e aljava. Carrego aquilo que derrubaos templos de terras rebeldes, minha flecha e escudo. Carrego a ajudante dos homens, minha lança. Carrego aquilo que traz luz, como o dia, meu demolidor de montanhas. Carrego o mantenedor do povo no céu e na terra, do meu inimigo, não posso fugir. "
146-151. "Eu carrego aquilo cujo impressionante esplendor cobre o terreno, que é grandiosamente adequado para a minha mão direita, concluído em ouro e lápis-lazúli, cuja presença é incrível, meu objeto de confiança. Carrego a arma perfeita, extremamente magnífica, digna de confiança em batalha, sem igual, bem adequada para o meu pulso no campo de batalha, o meu cetro de cinqüenta cabeças, eu carrego a arma que consome a terra rebelde como o fogo, o meu clube de cinqüenta cabeças. "
152-158. "Deixe o meu pai, portanto, oferecer por essas batalhas, troféus e armas para mim. Deixe Enlil banhar meus braços heróicos. Deixe-o derramar água benta sobre os braços ferozes que suportaram minhas armas. Deixe que ele construa um estrado santo na sala do trono para mim. Deixe ele estabelecer o meu carro celeste em cima de um pedestal. Deixe que ele amarre meus guerreiros capturados lá como touros abatidos. Deixe que ele exponha os reis capturados lá para fazerem reverência a mim, como a luz do céu. "
159-163. "Eu sou o mais forte, por unanimidade, nas montanhas, eu sou Ninurta - deixe que eles se prostrem em meu nome. Eu sou o mais poderoso cabeça de leão de Enlil, a quem ele engendrou em sua força. A tempestade do céu, o primeiro entre os deuses, eu sou aquele que An em seu grande poder escolheu. "
164-167. "Eu sou o ... ..., a fonte de vida de Inana. Eu sou o guerreiro, destinado por Enki para estar apto aos temíveis poderes divinos. Deixe meu reinado prolongar-se até o fim do céu e da terra. Eu sou o mais capaz entre os deuses - deixe-me estar imbuído da (..) grande ".
168-174. "Que a minha querida cidade, o santuário Nippur, levante a cabeça tão alto quanto o céu. Deixe minha cidade ser pré-eminente entre as cidades de meus irmãos. Deixe o meu lugar do templo (?), O maior ... ... entre os templos dos meus irmãos. Deixe o território da minha cidade ser a boa água doce da Suméria. Deixe os Anuna, meus irmãos deuses, curvarem-se lá. Deixe seus pássaros criarem ninhos na minha cidade. Deixe seus refugiados refrescarem-se na minha sombra. "
175-179. Quando Ninurta saiu do templo de Enlil, o mais brilhante dos guerreiros, Ninkarnuna, após ter ouvido o pronunciamento favorável de Ninurta, aproximou-se do Senhor Ninurta e fez uma oração:
180-186. "Meu soberano,que você esteja bem disposto para a sua amada cidade.Senhor Ninurta, que você esteja bem disposto para a sua amada cidade. Que você esteja bem disposto para o santuário de Nippur, sua cidade amada. Quando você entra no E-su -me-sa, o seu amado templo, sozinho, diga a sua esposa, a jovem senhora Ninnibru, que está em seu coração, diga a ela que está na sua mente. Faça um pronunciamento favorável à ela para o rei. "
187-194. O conteúdo daquela oração da descendência de um príncipe, Ninkarnuna, umideceu o coração de Ninurta como uma oferenda de água fresca, e à questão da prosperidade sobre a qual ele falou eram agradáveis ao coração de Ninurta e assim ele foi em procissão para E-Su-me -sa manifestar o poder divino e eterno. O senhor Ninurta olhou com aprovação para Ninkarnuna.
195-198. Quando Ninurta entrou no E-Su-me-sa, seu amado templo, sozinho, ele contou à sua mulher, jovem senhora Ninnibru, que estava em seu coração, ele lhe disse a ela que estava na sua mente e ele fez um pronunciamento favorável à ela para o rei.
199-201. O guerreiro, cujo heroísmo é manifesto, Ninurta, o filho de Enlil, tinha firmemente a sua grandeza no santuário de Enlil.
202-207. Senhor, que destruiu as montanhas, que não tem rival, aquele que luta umabatalha magnífica, grande guerreiro que sai em sua ... ... talvez, uma tempestade de Enlil, Ninurta, filho magnífico de E-kur, o orgulho do pai, é doce elogiá-lo.
208.Šir gida de Ninurta.
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FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
sábado, 14 de maio de 2011
NINURTA E A TARTARUGA
SEGMENTO A
(número desconhecido de linhas faltando)
SEGMENTO B
(número desconhecido de linhas faltando)
B1-4 " Ao seu comando a sua arma me impressionou malignamente.Como eu deixei os poderes divinos escaparem da minha mão, eles retornam ao Abzu . Como eu deixei os planos divinos longe de minhas mãos, os planos divinos voltaram ao Abzu. Estas tábuas de destinos retornaram ao Abzu. Eu fui despojado dos poderes divinos. "
B5-8 Ninurta ficou perplexo com estas palavras do pássaro Anzu. Ninmah gritou: 'E sobre os ME? Estes ME não haviam saído de minhas mãos. Eu não poderei praticar a sua autoridade. Eu não poderei viver como ele no santuário, no Abzu .'
B9 Pai Enki, no Abzu, sabia o que havia sido dito.
B10-14 O pássaro Anzu tomou o herói Ninurta pelas mãos e o trouxe até o palácio de Enki, no Abzu . O pássaro Anzu levou Uta-ulu para o Abzu. O Senhor ficou encantado com o herói Ninurta, pai Enki ficou encantado com o herói Ninurta .
B15-24 O Senhor Nudimud o honrou devidamente : 'Herói, nenhum deus entre seus irmãos deuses haviam agido assim. Quanto ao pássaro que sua poderosa arma capturou, de agora pela eternidade você manterá seu pé em seu pescoço. Possam os grandes deuses honrar a sua heróica força devidamente. Que seu pai Enlil faça tudo que você quiser. Não possa Ninmah igualar seus feitos. Ninguém seja mais terrível que você e nenhum deus estenda suas mãos diante de ti. Mensalmente possa sua casa regularmente receber tributos no santuário, no Abzu. Possa An proclamar o seu nome no assento de honra ".
B25-30 O herói secretamente não estava feliz com estas promessas. Aonde ele se levantou, tornou sombrio e amarelado como um furacão. Ele contemplou os grandes feitos e por dentro se rebelou. Ele completou a palavra que não ... O herói Ninurta voltou seus olhos para o mundo inteiro. Ele não disse nada que se passava em seu interior .......
B31-32 O grande Senhor Enki intuitivamente apreendida a substância do plano.No santuário, no Abzu, ele levantou uma sombria tempestade.
B33-35 Pela casa o ministro Isimud se opunha a Ninurta. O herói recusou sair e levantou suas mãos contra o ministro Isimud .
B36-46 Contra Ninurta, Enki enviou uma tartaruga de barro do Abzu. Contra ele, estacionou a tartaruga na entrada, no portão do Abzu.Enki falou com ele perto do local da emboscada e levou-o
para o local onde a tartaruga estava. A tartaruga foi capaz de agarrar o tendão de Ninurta por trás. O herói Ninurta voltou-se para seus pés. Enki, como se perplexo, disse : 'O que é isto! 'Ele via a tartaruga raspar o solo com suas garras, cavando um poço. O herói Ninurta caiu nele com a tartaruga. O herói não sabia como sair dele ... A tartaruga continuou a roer os pés dele com suas garras.
B47-54 O grande Senhor Enki disse-lhe: 'De... , você que voltou sua mente para me matar, ... que fez grandes reivindicações - Eu o rebaixo, eu o elevo. Você que voltou-se para mim com esta intenção - como sua posição está fraca, como ... ? Onde está sua força? Onde está seu heroísmo? Na grande montanha você causou destruição, mas como você se livrará, agora?'
B55-60 Ninmah soube de sua situação. Ela rasgou a roupa do seu corpo e ela ... 'Você, meu herbívoro Enki, o que eu poderei te dar? O Homem treme sua cabeça com medo ... O que poderei te dar? Seu nome não é Enki. Seu nome é Ugugu-que-não-goteja (?). Você que mata sem misericórdia, o que poderei te oferecer?'(número desconhecido de linhas faltando) " ... E como salvei sua vida, salve agora a vida de seu filho!"
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
(número desconhecido de linhas faltando)
SEGMENTO B
(número desconhecido de linhas faltando)
B1-4 " Ao seu comando a sua arma me impressionou malignamente.Como eu deixei os poderes divinos escaparem da minha mão, eles retornam ao Abzu . Como eu deixei os planos divinos longe de minhas mãos, os planos divinos voltaram ao Abzu. Estas tábuas de destinos retornaram ao Abzu. Eu fui despojado dos poderes divinos. "
B5-8 Ninurta ficou perplexo com estas palavras do pássaro Anzu. Ninmah gritou: 'E sobre os ME? Estes ME não haviam saído de minhas mãos. Eu não poderei praticar a sua autoridade. Eu não poderei viver como ele no santuário, no Abzu .'
B9 Pai Enki, no Abzu, sabia o que havia sido dito.
B10-14 O pássaro Anzu tomou o herói Ninurta pelas mãos e o trouxe até o palácio de Enki, no Abzu . O pássaro Anzu levou Uta-ulu para o Abzu. O Senhor ficou encantado com o herói Ninurta, pai Enki ficou encantado com o herói Ninurta .
B15-24 O Senhor Nudimud o honrou devidamente : 'Herói, nenhum deus entre seus irmãos deuses haviam agido assim. Quanto ao pássaro que sua poderosa arma capturou, de agora pela eternidade você manterá seu pé em seu pescoço. Possam os grandes deuses honrar a sua heróica força devidamente. Que seu pai Enlil faça tudo que você quiser. Não possa Ninmah igualar seus feitos. Ninguém seja mais terrível que você e nenhum deus estenda suas mãos diante de ti. Mensalmente possa sua casa regularmente receber tributos no santuário, no Abzu. Possa An proclamar o seu nome no assento de honra ".
B25-30 O herói secretamente não estava feliz com estas promessas. Aonde ele se levantou, tornou sombrio e amarelado como um furacão. Ele contemplou os grandes feitos e por dentro se rebelou. Ele completou a palavra que não ... O herói Ninurta voltou seus olhos para o mundo inteiro. Ele não disse nada que se passava em seu interior .......
B31-32 O grande Senhor Enki intuitivamente apreendida a substância do plano.No santuário, no Abzu, ele levantou uma sombria tempestade.
B33-35 Pela casa o ministro Isimud se opunha a Ninurta. O herói recusou sair e levantou suas mãos contra o ministro Isimud .
B36-46 Contra Ninurta, Enki enviou uma tartaruga de barro do Abzu. Contra ele, estacionou a tartaruga na entrada, no portão do Abzu.Enki falou com ele perto do local da emboscada e levou-o
para o local onde a tartaruga estava. A tartaruga foi capaz de agarrar o tendão de Ninurta por trás. O herói Ninurta voltou-se para seus pés. Enki, como se perplexo, disse : 'O que é isto! 'Ele via a tartaruga raspar o solo com suas garras, cavando um poço. O herói Ninurta caiu nele com a tartaruga. O herói não sabia como sair dele ... A tartaruga continuou a roer os pés dele com suas garras.
B47-54 O grande Senhor Enki disse-lhe: 'De... , você que voltou sua mente para me matar, ... que fez grandes reivindicações - Eu o rebaixo, eu o elevo. Você que voltou-se para mim com esta intenção - como sua posição está fraca, como ... ? Onde está sua força? Onde está seu heroísmo? Na grande montanha você causou destruição, mas como você se livrará, agora?'
B55-60 Ninmah soube de sua situação. Ela rasgou a roupa do seu corpo e ela ... 'Você, meu herbívoro Enki, o que eu poderei te dar? O Homem treme sua cabeça com medo ... O que poderei te dar? Seu nome não é Enki. Seu nome é Ugugu-que-não-goteja (?). Você que mata sem misericórdia, o que poderei te oferecer?'(número desconhecido de linhas faltando) " ... E como salvei sua vida, salve agora a vida de seu filho!"
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
NINURTA
1-16 (1 ms: An, rei dos deuses, majestade) Oh, Rei, tempestade de esplendor majestoso, incomparável Ninurta, poderoso dominante superior; aquele que saqueia as Montanhas sozinho; dilúvio, infatigável serpente arremessando-se contra a terra rebelde, Herói portando-se formidavelmente em batalha; Senhor cujo braço poderoso está pronto para atacar com a massa, ceifando como cevada os narizes dos insubordinados; Ninurta, Rei, filho com o qual seu poderoso pai se alegra; Herói que espantosamente cobre as montanhas como uma tempestade do sul; Ninurta, que faz a boa tiara, o arco-íris, rápido como o raio; grandemente aclamado por aqueles que se vestem de modo principesco; dragão que volta a si mesmo, poderoso leão rosnando para a cobra,Ninurta, Rei, a quem Enlil exaltou acima de si mesmo; Herói, grande rede de combate lançada sobre o inimigo; Ninurta, com o incomparável de sua sombra estendendo-se sobre a Terra; liberando a sua fúria sobre as terras rebeldes, subjugando suas construções! Ninurta, Rei, filho que presta homenagem a seu pai, distante e espaçoso!
17-23 Inspirando grande poder, ele tomou seu lugar no trono, os augustos dais, e com alegria celebra o festival em sua honra, rivalizando An e Enlil brindando, enquanto Bau ( NT: esposa de Ninurta ) estava fazendo petições em orações ao rei, e ele, Ninurta, filho de Enlil, tomava decisões. Neste momento, o Senhor da maça de combate olhou para as Montanhas, o Car-ur chorava alto para seu mestre:
24-47" Senhor da estação elevada,o primeiro, que preside sobre todos os senhores em seu trono dais, Ninurta, cujas ordens são inalteráveis, cujas decisões são prontamente executadas, meu mestre! O céu copulou com a Terra verdejante, Ninurta: e nasceu um guerreiro sem medo_ o Asag, uma criança que sorve o poder do leite sem jamais ficar com uma fralda molhada, uma criança forte, Oh, meu mestre _ sem conhecer o pai, um matador das Montanhas, um jovem que veio de ......, cuja face não conhece vergonha; olhos impudentes, um homem arrogante, Ninurta (1 ms. Em lugar disto: Ninjirsu), rejubilando-se de seu tamanho. Meu Herói, você que é como um touro, Eu me coloco sob sua proteção. Meu mestre, que sistematicamente volta para sua própria cidade, que realiza os desejos de sua mãe: ele é senhor da primavera sobre a Montanha, e espalha suas sementes ampla e rapidamente. As plantas chamam seu rei pelo nome sobre elas; como um grande touro selvagem, ele lança seus chifres sobre elas. O su, o sajkal, o esi ( diorita ), o usium, o kagina ( hematita ), e a heróica pedra nu , seus guerreiros, constantemente correm até as cidades. Para eles um dente de tubarão corta as montanhas, ele corta as árvores. Antes o poder dos deuses destas cidades voltava-se para isto. Minha mãe, para esta mesma criatura erigiu um trono dais: ela não dormia. Ninurta, Senhor, que atualmente decide as questões da Terra, somente você o pode fazer. Quem pode acompanhar a espantosa glória de Asag? Quem pode contrariar sua severidade? Povos estão apavorados, amedrontam-se com seu parentesco; seus olhos são fixos nele. Meu mestre, as Montanhas estão fazendo oferendas a ele."
48-56" Herói! Eles estão apelando para você, porque seu pai, filho de Enlil, Senhor, por causa de sua força superior, eles estão olhando para cá, neste momento; uma vez que você é forte, meu mestre, eles estão pedindo sua ajuda, dizendo, Ninurta, que você não é somente um guerreiro! Eles procuram saber sobre você ... Herói, eles se consultam procurando saber o destino de seu navio, Ninurta, e estão confiantes em sua força para colocar as mãos no poder que você recebeu do Abzu: sua face está deformada, sua posição está continuamente mudando; dia após dia, os Asag adicionam territórios a seus domínios. "
57-69 "Mas você os prenderá com as correntes dos deuses. Você, Antílope do Céu, deve passar as montanhas para levar-lhes esperança, Ninurta, Senhor, filho de Enlil. Quem poderá resistir a seu ataque ? O sitiante Asag está fora de controle, seu peso é muito grande. Rumores de seus exércitos constantemente chegam antes que seus soldados sejam vistos. Armas poderosas, nenhuma arma pode detê-lo ainda. Ninurta, nem o eixo, nem a lança toda-poderosa pode penetrar em seus flancos, nenhum guerreiro como ele jamais voltou-se contra você. Senhor, cuja riqueza está nos divinos poderes, esplendor, jóia dos deuses, seu búfalo agirá como um touro selvagem, com um chifre proeminente, ...... seu companheiro é habilidoso!! Meu Ninurta, aquele que Enki contempla com admiração, meu Uta-ulu, Senhor, filho de Enlil, o que será feito?
70-95 O Senhor gritou "Ai!" para que o Céu tremesse, e a Terra desordenada a seus pés apavorou-se diante de sua força. Enlil ficou confuso e deixou o E-kur. As montanhas foram devastadas. Nestes dias, a Terra mergulhou nas sombras, os Anunnakis tremeram. O herói feriu-as com seus punhos. Os deuses dispersaram, os Anunnakis desapareceram no horizonte como carneiros. O Senhor surgiu, tocando o céu; Ninurta entrou na batalha, com um passo ele cobriu a légua, como uma alarmante tempestade, com os oito ventos rodeou as terras rebeldes. Seus braços manejaram a lança. A maça caiu sobre as Montanhas, o clube começou a devorar todos os inimigos. Ele enviou o vento assassino e o siroco a partir de um polo, ele colocou o quiver em seu gancho. Um furacão enorme, irresistível, vinha diante do Herói, levantando a poeira, fazendo a poeira firmar-se, levada para cima e para baixo, enchendo os buracos. Ele provocou uma chuva de carvão em brasas ardentes; o fogo consumiu os homens. Ela consumiu todas as árvores até suas raízes, reduzindo as florestas a pilhas. A Terra
colocou as mãos em seu coração e chorou angustiada; o Tigre emudeceu, perturbado, nas trevas, consumido. Ele avançou para a batalha no navio Ma-kar-nunta-eda; o povo não sabia por onde atacar, eles batiam nas paredes. Os pássaros tentaram levantar suas asas para voar, mas os ventos os mantiveram no chão. A tempestade fluiu sobre os peixes das águas subterrâneas, suas bocas procuravam pelo ar. Ele reduziu os animais no campo aberto a lenha, assando-os como lagostas. Ele foi um dilúvio atacando e destruindo rapidamente sobre as Montanhas.
96-118 O herói Ninurta deixou sua marca nas terras rebeldes. Ele matou seus mensageiros nas montanhas, ele cruzou suas cidades, ele decapitou suas vacas como borboleta voando, ele atou-as junto em suas mãos com vidro hirin , para que batessem suas cabeças contra a muralha. As luzes da Montanha não iluminaram mais na distância. Pessoas sem fôlego para respirar (?); Essas pessoas estavam doentes, eles abraçaram-se, eles amaldiçoaram a Terra, eles consideraram o dia do nascimento do Asag um dia de desastre. O Senhor derramou veneno sobre as terras rebeldes. Conforme ele seguia, o fel corria, angústia enchia corações, e a rosa, como um rio engolia os inimigos. Em seus corações ele zumbiu sua arma-de-mão-leão, levantou vôo como um pássaro, as Montanhas tremeram por sua causa. Ele nivelou-se nos ventos para aprisionar o desobediente, ele elevou o horizonte ao céu para para encontrá-lo. Alguém distante veio para informá-lo, trazer as novas para o invulnerável, para aquele a quem nada resiste, aquele que maneja os ventos em seu dilúvio, o Car-ur. O que pode represá-lo ... para o Senhor Ninurta? Ele reportou as deliberações da Montanha, ele falou suas intenções para o Senhor Ninurta, ele informou o que o povo estava falando sobre Asag.
119-121 "Herói, ataque!" ele disse, comedido. A arma abraçou-o com um amante, o Car-ur vestiu o Senhor Ninurta:
122-134 "Herói, búfalo , rede de batalha, Ninurta, Rei, maça celestial ...... irresistível contra o inimigo, vigoroso, tempestade que abate-se contra as terras rebeldes, onda que submerge a colheita, Rei, afortunado nas batalhas, você tem ...... nas linhas dele. Ninurta, após aprisionar o inimigo na rede de combate, após erigir um grande altar vermelho, Senhor, serpente do céu, purificou seu eixo e sua maça! Ninurta, eu direi os nomes dos guerreiros que você venceu: o Kuli-ana, o Dragão, Gypsum, o Forte Cobre, o herói Carneiro Selvagem de seis cabeças, o barco Magilum, Senhor Saman-ana, o Bisão, o Rei da Palmeira, o pássaro Anzud, a serpente de sete cabeças -- Ninurta, você venceu-os nas Montanhas."
135-150" Mas Senhor, não se aventure na batalha novamente de forma tão terrível. Não levante seus braços para manejar as armas, contra o festival do jovem, contra a dança de Inana! Senhor, não aja como na Grande Batalha! Não se apresse; mantenha seus pés no chão. Ninurta, o Asag está esperando por você nas Montanhas. Herói que é elegante em sua coroa, primogênito de Ninlil que o decorou com numerosos encantos, bom Senhor, para quem a princesa prepara um sacerdote en ( Senhor), Herói que veste-se como a Lua, que tem longa vida para reinar sobre a Terra, que abre o céu com sua força sublime, inundação que imerge os bancos ......, Ninurta, Senhor, que nada teme, que vi apressar-se em direção as Montanhas, prudente Herói incomparável, seu tempo jamais será igual ao de Asag! Ninurta, não faz seus jovens entrarem nas Montanhas."
151-167 O Herói, o filho, prazer de seu pai, o amplo, nascente de profunda deliberação, Ninurta, o Senhor, o filho de Enlil, presenteado com compreensiva sabedoria, o ...... deus, o Senhor forte que cavalga o viajante temporal, e junta os batalhões ....... Ele espalha sobre as Montanhas seu grande ......,ele fez ...... ir com seu povo para ....... Ele enche ....... Ele voa sobre as terras rebeldes na vanguarda da batalha. Ele ordena à sua lança, e ataca ...... com sua corda; o Senhor comanda sua maça, e ela vai para seu cinto. O Herói apressa-se para a batalha, ele ...... céu e terra. Ele preparou o arco e o escudo, as Montanhas são feridas e rebaixadas dianta das legiões de Ninurta. Quando o herói cingia sua maça, o sol não esperou, a lua correu; eles foram esquecidos, enquanto ele marchava contra as Montanhas; os dias escureceram-se como breu .
168-186 O Asag perdeu a cabeça na batalha. Com seu grupo ele enraizou-se no céu, tomou-o em suas mãos; como uma cobra ele rasteja a sua cabeça no chão. Ele foi como um cachorro louco atacando e matando os desamparados, atirando-os em suas paredes. Como uma represa, o Asag arremeteu contra Ninurta o filho de Enlil. Como uma tempestade sem curso, ele elevou uma voz rancorosa; como uma serpente gigantesca, ele assolou a Terra. Ele destruiu as águas das Montanhas, destruiu as tamareiras feriu a Terra e cobriu-a de pranto. Ele lançou fogo contra as camas-vermelhas encheu o céu de sangue, voltou-se contra ele; dispersou seu povo. Naquele momento, naquele dia, os campos encheram-se de potassa negra, cruzando toda a extensão do horizonte, encheu-o de vermelho _ realmente ele o fez! An estava oprimido, torcendo as mãos contra o estômago; Enlil gemendo e mantendo-se a um canto, os Anunnakis atirando-se contra as paredes, a casa estava cheia de gente amedrontada como se fossem pombos. A Grande Montanha, Enlil, gritou para Ninlil:
187-190"Minha esposa, meu filho não está mais aqui; quem poderá me apoiar? O Senhor, a grande autoridade do E-kur, o Rei que impunha fortes correntes a seu pai, um cedro nascido no abzu, uma coroa elegante, meu filho, minha segurança _ ele não está mais aqui: quem tomará a minha mão?"
191-214 O guerreiro que amava o Senhor, obediente a seu mestre, o Car-ur ...... para o Senhor Ninurta a seu pai em Nibiru ....... O esplendor envolveu Ninurta como um ornamento, ....... ...... limitou-o: Então o Senhor ....... O guerreiro ...... disse a Enlil.
215-224"...... Ninurta, confia em si mesmo; ...... ele virá; as águas ele sorverá como se fosse o coração do Sol; ...... ele combaterá novamente, ele virá com alegria, ele causará terríveis tempestades ao ressurgir, novamente ...... do Herói Ninurta ....... ...... quem pode resistir nas Montanhas, ele vem revestido com sua força. Ele me deu suas ordens, e vocês tem de seguir estas instruções:
1 linha ilegível;...... nos campos ele não atacará a população ... ele não causará uma perda de posteridade. Ele não perderá o nome de todas as coisas das espécies cujos destinos Eu, Enlil, decretei ."
225-227 O guerreiro, em seu coração ......, ressuscitou: ele ultrapassará seus limites, o Car-ur corre, ele entra nas terras rebeldes, com alegria ele relata ao Senhor Ninurta:
228-243 "Meu mestre, ...... para você, Enlil disse: "Como o Dilúvio ( i.e. Ninurta ), antes que o veneno se amontoe, ataque o inimigo, tome Asag com o gritador , perfure seu fígado, deixe meu filho entrar com isto no E-kur. Então, Ninurta, até os limites da Terra meu povo dará graças a seu poder." Você, Senhor que confia nas palavras de seu pai, não demore , grande força de Enlil. Arrase as terras rebeldes, os que trituram as Montanhas como a flor, Ninurta, portador do selo de Enlil, vá! Não tarde. Meu mestre: o Asag construiu uma muralha de estacas em parapeitos dos aterros; a fortaleza está muito alta e não pode ser alcançada, ...... suas perfurações não diminuíram.
3 linhas ilegíveis:
Meu mestre, ......."
244-251. Ninurta abriu a boca para falar com a maça ... .... Apontou a lança para as montanhas ... .... O senhor estendeu um braço em direção às nuvens. O dia tornou-se uma noite escura. Ele gritou como uma tempestade, ... ....
2 linhas ilegíveis
251-264 O Senhor ...... nuvens de poeira. No combate ele decepou a montanha com um cortador . O Car-ur fez o vento da tempestade nascer no céu, caindo sobre o povo; como ...... ele chorou. Seu veneno sozinho destruiu o povo das torres. A maça ateou fogo nas Montanhas, a arma matadora esmaga os esqueletos com seu dente doloroso. A lança foi atirada na terra e a cravou cheia de sangue. Nas terras rebeldes, cães o lambiam como se fosse leite. O inimigo levantou, chorando para sua esposa e filho, "Não levantem seus braços para agradecer ao Senhor Ninurta". O guerreiro cobriu as Montanhas com poeira, mas não feriu o coração de . O Car-ur colocou suas armas ao redor do Senhor:
265-280 " Herói, o que mais você espera? Não use pela metade o furacão contra as Montanhas. Ninurta, Senhor, filho de Enlil, eu falo novamente, faça-se como uma tempestade. Ele é uma pústula cujo cheiro é loucura, como muco que flui pelo nariz inesperadamente, senhor, suas palavras são desvario, ele não te obedecerá. Meu mestre, ele foi criado contra você como um deus: quem poderá te ajudar? Herói, ele corre pela terra como um vento descontrolado, ele esfrega-se como se com sal grosso, Ninurta, ele caça os antigos nas Montanhas. Ele é um pó terrível contra o esplendor nas nuvens, ele derruba os pastores. Nas terras rebeldes, é como o leão selvagem gritando; nenhum homem pode enfrentá-lo. Depois de reduzir todas as coisas a nada com o vento norte, ele ....... Os pastores foram presos por demônios fantasmagóricos. Ele secou as águas na terra. Na tempestade do vento o povo morreu, sem que houvesse solução. Para um implacável inimigo, grande Herói, Senhor, não se dá Segunda chance," ele disse rápido.
281-299 Mas o Senhor chegou-se às montanhas, sem um rugido. O Herói não endereçou as terras rebeldes, ele ....... Ele reverteu o mal que havia sido feito ....... Ele esmagou a cabeça de todos os inimigos, fez as Montanhas suarem. O Senhor acampou-se em todas as direções, como um soldado dizendo "Eu acamparei". Como um pássaro o Asag olhou angustiado das Montanhas. Ele ordenou as terras rebeldes que silenciassem e ....... Ninurta aproximou-se do inimigo e abateu-se sobre ele como uma onda. O esplendor terrível de Asag foi contido, começou a apagar. Ele olhou maravilhado para cima. Como água ele agitou-o, arremessou-o sobre as Montanhas, como erva-daninha ele arrancou-a, como o esparto ele destruiu-o. O esplendor de Ninurta cobriu a Terra , ele torrou Asag como um churrasco, ele ...... seus genitais, ele empilhou como quem empilha pedras, ele amassou-o como ao trigo, como um oleiro faz com seus tijolos; ele empilhou-o e pisou-o sobre a terra enlameada. O Herói
realizou o desejo de seu coração. Ninurta, o Senhor, o filho de Enlil, ...... acalmou-se.
300-309 Nas Montanhas o dia terminava. O sol dizia seu adeus. O Senhor ...... seu cinto e maça na água, ele lavou o sangue de suas roupas, o Herói secou seu rosto, ele fez um canto de vitória sobre os corpos dos mortos. Quando se abateu sobre o Asag deixou-o na condição de um navio que é atacado por um maremoto, os deuses da Terra vieram a ele. Como exaustos asnos selvagens, eles prostraram-se diante dele, e para seu Senhor, por causa de sua conduta prudente, para Ninurta, o filho de Enlil, eles elevaram suas mãos, agradecidos. O Cra-ur endereçou suas palavras a seu mestre (1 ms. Isto é: ao Senhor Ninurta):
310-330" Senhor, grande árvore que se mostra nos campos aquáticos, Herói quem é como você? Meu mestre, igual a você ninguém é, e ninguém pode ser como você, nem nascer como você. Ninurta, hoje ninguém lenvanta-se nas Montanhas contra você. Meu mestre, se você der, ninguém pode tirar , ...... como eles agradeciam!
1 linha ilegível
Senhor Ninurta ......."
7 linhas ilegíveis
Após ele Ter destruído o Asag como erva-daninha nas terras rebeldes, tornou-as cinzas, Senhor Ninurta ...... seu clube:
1 linha ilegível
"De hoje em diante, não se fale Asag: seu nome será Pedra. Seu nome será a pedra zalag, seu nome será Pedra. Isto, suas entranhas, serão o mundo inferior. seu valor pertence ao senhor...."
331-333. A bênção do clube, sendo sepultado em um canto: "A grande batalha que reduz a Terra".
1 linha em falta
334-346 Neste tempo, uma água boa subiu da Terra e purificou os campos. A água fria amontoou-se em algum lugar, e quando o dia começou ...... ele trouxe destruição às Montanhas, uma vez que os deuses da Terra estavam sujeitos à escravidão, e levavam a enxada e o cesto _ faziam trabalho nas minas _ o povo chamado foi recrutado para o trabalho manual. O Tigre não fluía. Sua boca não terminava no mar, ele não tinha água fresca. Ninguém comercializava nos mercados. A fome era dura, e nada ainda tinha nascido. Ninguém limpava os canais, o pântano não havia sido dragado. Não haviam diques. O povo não trabalhava nos sulcos, cevada não havia sido semeada.
347-359 O Senhor aplicou sua grande sabedoria a isto. Ninurta (1 ms.: Ninjirsu ), o filho de Enlil, começou a trilhar um grande caminho. Ele fez uma pilha de pedras nas Montanhas. Como uma nuvem flutuante ele abriu seus braços sobre ela. Com um grande muro ele barrou a frente da Terra. Ele instalou um açude no horizonte. O Herói agiu com habilidade, ele fundou as cidades juntas. Ele bloqueou as águas fortes por meio de pedras. Agora as águas não desceriam das montanhas sobre a Terra. O que foi disperso ele prendeu junto. Onde as Montanhas tinham formado lagos, ele reuniu e formou o Tigre. Ele espalhou as águas puras sobre os campos.
360-367 Agora, hoje, através de todo o mundo, reis da Terra ficarão alegremente ao lado do Senhor Ninurta. Ele providenciou água para regar a cevada nos campos cultivados, ele encheu-os de frutas no jardim e no orquidário. Ele amontoou grandes pilhas de grãos. O Senhor fez o comércio das colônias irem além da Terra da Suméria. Ele atendeu os desejos dos deuses. Eles agradecem ao pai de Ninurta.
368-371. Naquela época, ele chegou também a uma mulher com compaixão. Ninmah estava sem dormir de lembrar o lugar onde ela o havia concebido. Ela cobriu a parte externa com uma lã, como uma ovelha, ela fez um grande lamento sobre as montanhas agora inacessíveis:
372-386" As montanhas não suportaram a força do grande Senhor. O grande Herói – a força da qual ninguém pode se aproximar, a tempestade que caminha sobre a Terra, espalhando veneno sobre a Terra; o Senhor, o sopro de vida de Enlil, cuja cabeça ostenta a tiara, ...... quem nada sabe de ......: em triunfo ele correu para mim, ele com quem meu marido me engravidou. Ele nasceu para meu marido. Ele estava perto ......; mas o filho de Enlil passou e não me olhou. Para o bom jovem" – assim a boa senhora dizia, como ela queria encontrá-lo em E-cumeca, seu lugar escolhido, --" Eu cortarei o laço. Agora eu, sim eu, irei até o presunçoso Senhor, olhar o precioso Senhor. Eu irei diretamente a ele, meu filho, juiz de Enlil, o grande Herói, favorito de seu pai."
387-389 A senhora compôs uma música. Ninmah recitou-a para o Senhor Ninurta. Ele olhou a que lhe dera a vida e disse-lhe:
390-410" Senhora, já que você veio até as Montanhas, Ninmah ('Grande Senhora'), já que você entrou nas terras rebeldes por me amar, já que você não ficou longe de mim quando eu fui surpreendido pelos horrores da batalha _ dê o nome da montanha que eu, o Herói, empilhei na Montanha (hursaj) e seja você sua senhora (nin): agora este é o destino decretado por Ninurta. De hoje em diante o povo falará de Ninhursaja. Que assim seja. Suas lavouras produzam ervas para você. Seus declives produzirão mel e vinho para você. Que seus bosques produzam ciprestes, juníperos, e caixas para você. Que haja abundância de frutas, como em um jardim. Que as montanhas supliquem por seus divinos perfumes. Suas minas tenham ouro e prata para você, façam ... para você. Que exista cobre e aço para você, e que se pague tributo para você. Que as Montanhas tenham animais selvagens. Que as Montanhas sejam férteis de quadrúpedes para você. Você, ó Rainha, seja igual a Ann, com seu terrível esplendor. Grande deusa que detesta fanfarronice, boa senhora, donzela Ninhursaja, Nintud, ...... aproxime-se de mim. Senhora, eu dou a você grandes poderes: que você seja exaltada."
411-413 Enquanto o Senhor fixava o destino das Montanhas,enquanto ele andava no santuário de Nibiru, a boa senhora cujos poderes excedem todos os poderes, Senhora-criadora, Aruru, irmã mais velha de Enlil, diante dele:
414-415" Grande Herói cujas palavras, como as de seu pai, são inalteráveis, Senhor: você não determinou os destinos dos guerreiros que você venceu."
416-418 O Senhor então endereçou as pedras. Ele definiu seu ambiente típico. O Senhor falou para elas, que tiveram raiva da Terra, Ninurta filho de Enlil determinou:
419-434 "Pedra U (esmeril ), visto que você colocou-se contra mim nas Montanhas, visto que você barrou meu caminho para deter-me, visto que você tentou matar-me, visto que você combateu a mim, Senhor Ninurta, em meu grande trono; você era poderoso, um jovem de grande força: você Terá seu tamanho diminuído. Um poderoso leão, confiante em sua força, te fará em pedaços, o homem forte irá contra você. Jovem pedra U, seus irmãos te empilharão como trigo. Você voltará sua mão contra sua prole, afundará seus dentes sem seus corpos. Você, jovem homem, gritará, terminará como ....... Como o grande touro selvagem é morto por muitas pessoas, será dividido em porções. Pedra U, você será caçada nos campos de batalha, como um cachorro cassado pelos pastores. Porque eu sou o Senhor: visto que a cornalina é polida por você, você será chamado por seu nome. E agora, de acordo com o destino fixado por Ninurta, de hoje em diante quando a pedra U o tocar, o cornalina será partida. Assim o será."
435-437 O Herói endereçou as pedras su e gasura . O Senhor enumerou suas características. Ninurta, filho de Enlil fixou seu destino:
438-447" Pedra Su , você voltou-se contra minhas armas; pedra Gasura, você manteve-se firme contra mim como um touro, arremessou seus chifres empoeirados contra mim, você será ... como borboletas. Meu terrível esplendor te cobrirá. Você não pode escapar de meu grande poder, o ourives soprará e golpeará seu coração. Você será moldado por ele para formar uma matriz.Povos colocarão as primeiras frutas dos deuses em você, no momento da Lua Nova."
448-450 Meu Rei parou diante da pedra sajkal , ele endereçou as pedras gulgul e sajjar . Ninurta filho de Enlil determinou:
451-462 "Pedra Sajkal, visto que você voou contra mim......; pedra gulgul , visto que você lançou raios contra mim ......; pedra sajjar, visto que você lançou sua cabeça contra mim, aterrou seus ataques contra mim, o Senhor! A pedra sajkal esmagará você, pedra sajjar , jovem bravo, e a pedra gulgul te destruirá. Você será descartado como incompatível e sem valor (saj nukala). Será presa da fome (cagjar) da Terra; você será mantido pela caridade de sua cidade. Será contado como uma pessoa comum, um guerreiro com algumas escravas. Elas dirão a você: "Vá para fora, depresa!", isto será seu nome. E agora, pelo destino determinado por Ninurta, de hoje em diante você será chamado terra ruim, na Terra. Assim será."
463-465 Meu rei parou diante da pedra esi. ...... ele falou sua linguagem. Ninurta filho de Enlil determinou seu destino:
466-478"Esi ( diorita ), seus braços na batalha lutaram separadamente. Você espalhou-se diante de mim como linhas de fumo. Você não levantou sua mão. Você não me atacou. Visto que você disse, "Isto é falso. O Senhor está sozinho, o Herói. Quem pode espionar Ninurta, filho de Enlil?" – eles extrairão você das terras elevadas. Eles te quebrarão e te levarão da terra de Magan. Você será moldada. Forte cobre como liga e então será perfeitamente adaptado a meu braço heróico, para mim, o Senhor. Quando um rei estabelecer seu renome perpetuamente, ele fará esculturas para todo o tempo, você será colocado nos palácios para libações _ E será doce _ em meu tempo E-ninnu, uma casa cheia de bondade."
479-481 Meu Rei voltou-se para a pedra na. Ele ...... o corpo de uma pedra na. Ninurta filho de Enlil determinou:
482-486 "Pedra, como você disse, "se somente isto me fosse feito"; pedra na, como você enfeitiçou meus poderosos _ reduziu-os para trabalharem como porcos. Seja descartado, seja usada para nada, termine sendo reduzido a pequenos fragmentos. Virá quem saberá te reduzir a líqüido.."
487-488 Meu Rei voltou-se para pedra elel . Ninurta filho de Enlil determinou seu destino:
489-496"Elel, inteligentemente você aterrorizou-me ao descer pela Montanha, onde a discórdia começou. Nas terras rebeldes você proclamou meu nome como o de quem havia fugido. Nenhum de seus buracos será diminuído. Será difícil reduzir sua massa a pequenos pedaços. Minhas leis divinas serão definidas em linhas retas em seu corpo.Você deverá estar bastante adequado para o embate de armas, quando meus heróis te dizimarem. Você será colocado em um pedestal em minha grande sala do trono. A Terra te dará graças, as terras estrangeiras alarão de você. Elevarão você."
497-499 O Herói voltou-se para a pedra kagina (hematita) , ele endereçou sua dureza. Ninurta, filho de Enlil fixou seu destino:
500-511 "Jovem homem de respeito , cuja superfície reflete a luz, kagina, quando a questão da terra rebelde chegou a você, eu não te conquistei ....... Eu não te contei entre os hostis. Eu farei um quarto para você na Terra. Os ritos divinos de Utu serão seu poder. Eles será um juiz nas terras estrangeiras. O artífice experiente em tudo, te avaliará como ouro. Jovem homem do qual eu tomo posse, por sua causa eu não dormi até que você vivesse. E agora, de acordo com o destino fixado por Ninurta, de agora em diante, kagina viverá! Assim o será."
512-513 O herói voltou-se para jicnugal (alabastro). Ninurta filho de Enlil determinou:
514-521 "›icnu, cujo corpo brilha como a luz do dia! Prata purificada, jovem destinado ao palácio, visto que sozinho você manteve suas mãos para mim, e prostrou-se diante de mim nas Montanhas, eu não te ferirei, e eu não voltarei minha força contra você. Herói, você se manteve firme quando eu gritei. Seu nome será chamado benevolência. O tesouro da Terra estará em suas mãos, você será o mantenedor dos selos. O Anunnaki ... "
522-524 Meu Rei voltou-se para algamec e ficou diante dele. O Senhor falou irritado, na Terra. Ninurta, filho de Enlil, determinou:
525-527" Que provisão você fez para assistir meu progresso? Seja o primeiro a ir para a minha ferraria.Algamec, você será o sacrifício regular oferecido diariamente pelos ferreiros."
528-533 Meu Rei voltou-se para ducia . Ele endereçou a nir, o gug ( cornalina ) e o zagin (lápis lazuli ); o amac-pa-ed, a caba, o hurizum, o gug-gazi e o marhali; o egi-zaga, a girin-hiliba, o anzugulme e o nir-mucjir (1 ms.: o ...... e o gazi-musud ). O Senhor Ninurta, filho de Enlil, determinou seus destinos para ...... o aspecto aquático:
534-542 "Como você veio para meu lado, homem e mulher, e por sua própria decisão! Você não terá falta de nada , e você me apoiará fortemente. Você me exaltou em público. Agora, em minha deliberação, eu exaltarei você . Você será o general das assembléias, você, nir, será escolhido para xarope e para vinho. Você será decorado com metais preciosos. Os principais deuses farão as terras estrangeiras prostrarem-se diante de você, colocando seus narizes na terra.."
543-545 Meu Rei voltou-se para jir-zu-jal ( vidro), e colocou-se à sua frente. O Senhor falou irritado, na Terra. Ninurta, filho de Enlil, determinou:
546-553"Ah, dúplice jir-zu-jal, e então? Eles dividiram seus chifres, touro selvagem, nas suas Montanhas. Mentiras diante de ....... Você não me tratou igualmente, a mim que te apoiava. Eu te colocarei em um saco e as pessoas te quebrarão em pequenos pedaços. O metalúrgico fará moldes com você, ele usará seu cinzel em você. Jovem homem, maciço, te será avesso: o carpinteiro, dizendo "Eu quero fazer isto para meu trabalho ", te molhará com água ...... e te amassará como malte."
554-556. Meu rei virou-se para as pedras iman, dirigiu-se as pedras alliga. Ninurta, filho de Enlil fixa seu destino:
557-565 "Iman , nas Montanhas você gritou contra mim. Você me combateu. Eu te incinerarei. Como uma tempestade eu te sobrevoarei. Eu te reduzierei a cinzas. Eu te arrancarei como erva daninha. Quem te ajudará agora? Iman : seu grito não terá valor, ninguém atentará para ele. Iman , alliga : seu caminho não te levará para o palácio."
566-568. Meu rei virou-se para a pedra MASDA. Ele abordou as pedras dubban e urutum. Ninurta, filho de Enlil definiu seu comportamento característico (?):
569-578 "Masda , dubban , fogo abrasador; urutum , a quem nada resiste; quando o gasura ...... e você abrazou-se contra mim, você dirigiu seu fogo contra mim no ataque a terra rebelde. Uma vez que você colocou-se contra mim na terra de Saba: masda , eles te cortarão como uma ovelha. Dubban , eles te pulverizarão. Urutum , eles te atacarão com a maça de combate; com bronze, as pontas das flechas dos deuses, eles te atacarão com o eixo, te cortarão com espadas."
579-580 Meu Rei voltou-se para cagara . Ninurta filho de Enlil fixou seu destino:
581-591 "Cagara , que esmagava a cabeça de qualquer um que atravessava sozinho o deserto, nas Montanhas quando meus braços estavam ocupados, você tentou me emboscar. Como você mesmo se cortou em combate, o trabalhador de juncos fará caniços com você. Você será colocado na carroça, a aparência de sua mãe e de seu pai será esquecida. Ninguém te dirá, "Venha",ninguém sentirá sua falta, o povo não terá compaixão com você. Nas orações dos poderes criados para a Eternidade nos palácios de Ninhursaja, você será descartado nos dais de lá. Eles te misturarão no malte, e você se contentará com uma porção de farinha. Isto será explicado para você."
592-593 Meu Rei voltou-se para marhuca , Ninurta o filho de Enlil pronunciou seu destino.
594-599"Marhuca, ...... a cadeia em meu lugar, ...... você tomou, visto que você não participou dos crimes de sua cidade, ......; você será rolado sob o filtro jug, a água será filtrada em você. Marhusa, você será usado em trabalhos legais, ....... Você será ornamento perfeito para broches. Marhuca, você será lembrado nos templos dos deuses."
600-602 O Herói voltou-se para hactum e ficou à sua frente. Na Terra, o Senhor endereçou sua raiva; Ninurta, o filho de Enlil pronunciou seu destino:
603-608 "Hactum, você gritou contra mim nas Montanhas. Você atacou-me com gritos de batalha. Com sua gritaria, você determinou um demônio lila nas Montanhas. Jovem homem, por causa disto, Fosso (hactum) será seu nome. E agora, de acordo com o destino que Ninurta determinou, de agora em diante, será hactum. Assim seja."
609-610 Meu Rei voltou-se para durul . Ninurta filho de Enlil determinou seu destino:
611-617 "Durul , ornamento sagrado, blindado, nas Montanhas você prostrou-se diante de mim. Visto que você me disse, "Se somente isto me fosse feito, eu quebraria as barras dos portões, se somente eu estivesse diante dele, diante de meu Rei, Senhor Ninurta", seu nome seria engrandecido de acordo com sua vontade. Como o conhecedor fala de metal precioso, "Eu te comprarei", para as nações estrangeiras, como músicos tocando o órgão, eles perseguirão você."
618-633 Meu Rei voltou-se para cigcig , ele endereçou engen e ezinum . Para ug-gun, hem, madanum, sajgirmud, e ...... e mursuh, Ninurta filho de Enlil fixou seu destino:
2 linhas ilegíveis
"com costelas desenhou, balançando nos haunches, coração orgulhoso, pernas firmes como um urso, ......: Eu virei até você; agora, seja um aliado, você virá com os demais; quem estenderá sua mão para eles? Você estava no grupo, você firmou-se na porta.
3 linhas ilegíveis.
Na Terra, o campeão afortunado favorece-se em você."
634-637 O Herói voltou-se para kurgaranum . Ele endereçou bal ; o Senhor Ninurta, filho de Enlil, fixou o destino do cimbi amarelo:
638-644 "Porque você disse, "Eu serei fortaleza para o povo ",
1 linha ilegível
você ...... como se ...... o jovem que tinha obtido glória para você; o jovem artesão cantava suas graças. Você será favorecido para o festival dos espíritos da morte; no nono dia do mês, na Lua Nova, o jovem será ... para você." Ele marcará ...... então para o culto de Ninhursaja.
645-651 O Herói conquistou as Montanhas. Moveu-se através do deserto, ele ....... Através da multidão, ele fortaleceu-se com suas aclamações, majestosamente ele ....... Ninurta alegremente correu para sua amada amplidão, o Senhor colcou os pés na nave Ma-kar-nunta-eda. O piloto cantou uma canção, para o Senhor ele cantou. Eles endereçaram uma gratidão eterna a Ninurta filho de Enlil:
652-661" Deus que desbarata todos os heróis, Senhor Ninurta, rei dos deuses anunakis, prendendo um cortador em sua mão direita, ataca, como uma torrente seus inimigos; quem pode rivalizar seu grande trabalho? Herói, Dilúvio, sem igual, as deidades enki e ninki não ousam resistir a você. Herói que amontoa as cidades, que subjuga as Montanhas, filho de Enlil, quem pode elevar-se contra você? Ninurta, Senhor, filho de Enlil, Herói, quem é como você?
662-668 "Meu rei: há um herói devotado a você e a suas oferendas, ele é como sua reputação, ele caminha em seus caminhos; ele foi brilhantemente acompanhado até o seu templo, visto que ele fez um santuário de poeira para você, deixe-o ir a seu festival. Deixe-o acompanhar-te em seus ritos sagrados. Ele formulou um voto para sua vida. Deve dar graças na Terra.
669-671" Possa o coração de Ann ser favorável ao Senhor, possa o santuário da donzela mãe Bau brilhar como a luz do dia para Ninurta, força de Enlil."
672-680 Eles cantam para o Senhor no barco cerimonial. O barco, flutuando por si mesmo, acumula riquezas. A nave Ma-kar-nunta-eda brilha intensamente . Para fortalecer o Herói, o fabricante de armas, o Anunaki ... veio até ele. Ele coloca seu nariz na terra, ele coloca suas mãos em seu peito. Ele endereça uma oração e uma súplica ao Senhor: "Possa sua ira ser apagada ... Ninurta, Rei, Utu-ulu, eleve sua cabeça para o céu ".
681 Seu pai Enlil disse-lhe:
682-697"......, proeminente com seu grande nome, você estabeleceu sua habitação ....... Peito, combativo ......, Rei da batalha, eu presenteei a tempestade do céu para você usar contra as terras rebeldes. Ó Herói do céu e da terra, eu apresentei você ao grupo, o dilúvio que ateou fogo às Montanhas. Rei, em sua tempestade, seu caminho foi correto. Mas, Ninurta, eu confiei em sua marcha para as Montanhas. Como um lobo está livre para caçar, em sua tempestade você aventurou-se nas terras rebeldes de acima. As Montanhas que você destruiu não serão restauradas . Você fez estas cidades serem contadas como ruínas. Suas regras poderosas as perderam diante de você. Uma maça celestial, uma liderança inalterável, prosperidade, vida eterna, o bom favorito de Enlil, o Rei, e a força de Ann: estas serão suas recompensas."
698-711 Já que o Herói matou o Asag, já que o Senhor fez pilhas de pedras, já que dera a ordem "Será chamada pedra", já que ele tinha ...... o dragão rugidor, já que o Heróis tinha traçado o caminho das águas ...... abaixo e acima, já que ele tinha tornado os campos férteis, já que ele tinha feito famosos os campos da abundância, já que o Senhor havia estabelecido seus sulcos regulares, já que Ninurta, filho de Enlil, tinha amontoado pilhas de grãos _ Ninurta o filho de Enlil encarregou-se de manter o senhora que possuía os divinos poderes que existem por si próprios, quem é eminentemente sábio para agradecer, para Nisaba, boa senhora, grande amplidão, proeminente nas terras, aquela cujo poder é o livro principal com as obrigações de en e lugal, doado por Enki na Colina Sagrada com uma grande inteligência.
[
712-723 Para a senhora, a estrela celestial , fez magnificamente bela para o príncipe do abzu, para a senhora que conhece os corações, que sozinha governa, com prudência ... que governa os de cabelos pretos, que possui os livros com todos os nomes, que suspende redes das quais nenhum pássaro escapa, que executa cada trabalho com o mais completo sucesso, para ela ... cujos dias são contados com as fases da Lua, para ela que é inacessível como uma fortaleza de cobre ... , que é ... em conselhos e grandiosa em todas as formas de fazer as coisas , ... aquela que cuida dos de cabelos pretos , cujas leis o povo prontamente ... a réplica de Enlil, a brilhante boa senhora que aconselha-se com Ann graças a Nisaba.
724-725 Poderoso de Enlil, Senhor Ninurta, grande filho do E-kur, herói de seu pai: é bom te louvar..
726 Uma música cir-gid de Ninurta.
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
17-23 Inspirando grande poder, ele tomou seu lugar no trono, os augustos dais, e com alegria celebra o festival em sua honra, rivalizando An e Enlil brindando, enquanto Bau ( NT: esposa de Ninurta ) estava fazendo petições em orações ao rei, e ele, Ninurta, filho de Enlil, tomava decisões. Neste momento, o Senhor da maça de combate olhou para as Montanhas, o Car-ur chorava alto para seu mestre:
24-47" Senhor da estação elevada,o primeiro, que preside sobre todos os senhores em seu trono dais, Ninurta, cujas ordens são inalteráveis, cujas decisões são prontamente executadas, meu mestre! O céu copulou com a Terra verdejante, Ninurta: e nasceu um guerreiro sem medo_ o Asag, uma criança que sorve o poder do leite sem jamais ficar com uma fralda molhada, uma criança forte, Oh, meu mestre _ sem conhecer o pai, um matador das Montanhas, um jovem que veio de ......, cuja face não conhece vergonha; olhos impudentes, um homem arrogante, Ninurta (1 ms. Em lugar disto: Ninjirsu), rejubilando-se de seu tamanho. Meu Herói, você que é como um touro, Eu me coloco sob sua proteção. Meu mestre, que sistematicamente volta para sua própria cidade, que realiza os desejos de sua mãe: ele é senhor da primavera sobre a Montanha, e espalha suas sementes ampla e rapidamente. As plantas chamam seu rei pelo nome sobre elas; como um grande touro selvagem, ele lança seus chifres sobre elas. O su, o sajkal, o esi ( diorita ), o usium, o kagina ( hematita ), e a heróica pedra nu , seus guerreiros, constantemente correm até as cidades. Para eles um dente de tubarão corta as montanhas, ele corta as árvores. Antes o poder dos deuses destas cidades voltava-se para isto. Minha mãe, para esta mesma criatura erigiu um trono dais: ela não dormia. Ninurta, Senhor, que atualmente decide as questões da Terra, somente você o pode fazer. Quem pode acompanhar a espantosa glória de Asag? Quem pode contrariar sua severidade? Povos estão apavorados, amedrontam-se com seu parentesco; seus olhos são fixos nele. Meu mestre, as Montanhas estão fazendo oferendas a ele."
48-56" Herói! Eles estão apelando para você, porque seu pai, filho de Enlil, Senhor, por causa de sua força superior, eles estão olhando para cá, neste momento; uma vez que você é forte, meu mestre, eles estão pedindo sua ajuda, dizendo, Ninurta, que você não é somente um guerreiro! Eles procuram saber sobre você ... Herói, eles se consultam procurando saber o destino de seu navio, Ninurta, e estão confiantes em sua força para colocar as mãos no poder que você recebeu do Abzu: sua face está deformada, sua posição está continuamente mudando; dia após dia, os Asag adicionam territórios a seus domínios. "
57-69 "Mas você os prenderá com as correntes dos deuses. Você, Antílope do Céu, deve passar as montanhas para levar-lhes esperança, Ninurta, Senhor, filho de Enlil. Quem poderá resistir a seu ataque ? O sitiante Asag está fora de controle, seu peso é muito grande. Rumores de seus exércitos constantemente chegam antes que seus soldados sejam vistos. Armas poderosas, nenhuma arma pode detê-lo ainda. Ninurta, nem o eixo, nem a lança toda-poderosa pode penetrar em seus flancos, nenhum guerreiro como ele jamais voltou-se contra você. Senhor, cuja riqueza está nos divinos poderes, esplendor, jóia dos deuses, seu búfalo agirá como um touro selvagem, com um chifre proeminente, ...... seu companheiro é habilidoso!! Meu Ninurta, aquele que Enki contempla com admiração, meu Uta-ulu, Senhor, filho de Enlil, o que será feito?
70-95 O Senhor gritou "Ai!" para que o Céu tremesse, e a Terra desordenada a seus pés apavorou-se diante de sua força. Enlil ficou confuso e deixou o E-kur. As montanhas foram devastadas. Nestes dias, a Terra mergulhou nas sombras, os Anunnakis tremeram. O herói feriu-as com seus punhos. Os deuses dispersaram, os Anunnakis desapareceram no horizonte como carneiros. O Senhor surgiu, tocando o céu; Ninurta entrou na batalha, com um passo ele cobriu a légua, como uma alarmante tempestade, com os oito ventos rodeou as terras rebeldes. Seus braços manejaram a lança. A maça caiu sobre as Montanhas, o clube começou a devorar todos os inimigos. Ele enviou o vento assassino e o siroco a partir de um polo, ele colocou o quiver em seu gancho. Um furacão enorme, irresistível, vinha diante do Herói, levantando a poeira, fazendo a poeira firmar-se, levada para cima e para baixo, enchendo os buracos. Ele provocou uma chuva de carvão em brasas ardentes; o fogo consumiu os homens. Ela consumiu todas as árvores até suas raízes, reduzindo as florestas a pilhas. A Terra
colocou as mãos em seu coração e chorou angustiada; o Tigre emudeceu, perturbado, nas trevas, consumido. Ele avançou para a batalha no navio Ma-kar-nunta-eda; o povo não sabia por onde atacar, eles batiam nas paredes. Os pássaros tentaram levantar suas asas para voar, mas os ventos os mantiveram no chão. A tempestade fluiu sobre os peixes das águas subterrâneas, suas bocas procuravam pelo ar. Ele reduziu os animais no campo aberto a lenha, assando-os como lagostas. Ele foi um dilúvio atacando e destruindo rapidamente sobre as Montanhas.
96-118 O herói Ninurta deixou sua marca nas terras rebeldes. Ele matou seus mensageiros nas montanhas, ele cruzou suas cidades, ele decapitou suas vacas como borboleta voando, ele atou-as junto em suas mãos com vidro hirin , para que batessem suas cabeças contra a muralha. As luzes da Montanha não iluminaram mais na distância. Pessoas sem fôlego para respirar (?); Essas pessoas estavam doentes, eles abraçaram-se, eles amaldiçoaram a Terra, eles consideraram o dia do nascimento do Asag um dia de desastre. O Senhor derramou veneno sobre as terras rebeldes. Conforme ele seguia, o fel corria, angústia enchia corações, e a rosa, como um rio engolia os inimigos. Em seus corações ele zumbiu sua arma-de-mão-leão, levantou vôo como um pássaro, as Montanhas tremeram por sua causa. Ele nivelou-se nos ventos para aprisionar o desobediente, ele elevou o horizonte ao céu para para encontrá-lo. Alguém distante veio para informá-lo, trazer as novas para o invulnerável, para aquele a quem nada resiste, aquele que maneja os ventos em seu dilúvio, o Car-ur. O que pode represá-lo ... para o Senhor Ninurta? Ele reportou as deliberações da Montanha, ele falou suas intenções para o Senhor Ninurta, ele informou o que o povo estava falando sobre Asag.
119-121 "Herói, ataque!" ele disse, comedido. A arma abraçou-o com um amante, o Car-ur vestiu o Senhor Ninurta:
122-134 "Herói, búfalo , rede de batalha, Ninurta, Rei, maça celestial ...... irresistível contra o inimigo, vigoroso, tempestade que abate-se contra as terras rebeldes, onda que submerge a colheita, Rei, afortunado nas batalhas, você tem ...... nas linhas dele. Ninurta, após aprisionar o inimigo na rede de combate, após erigir um grande altar vermelho, Senhor, serpente do céu, purificou seu eixo e sua maça! Ninurta, eu direi os nomes dos guerreiros que você venceu: o Kuli-ana, o Dragão, Gypsum, o Forte Cobre, o herói Carneiro Selvagem de seis cabeças, o barco Magilum, Senhor Saman-ana, o Bisão, o Rei da Palmeira, o pássaro Anzud, a serpente de sete cabeças -- Ninurta, você venceu-os nas Montanhas."
135-150" Mas Senhor, não se aventure na batalha novamente de forma tão terrível. Não levante seus braços para manejar as armas, contra o festival do jovem, contra a dança de Inana! Senhor, não aja como na Grande Batalha! Não se apresse; mantenha seus pés no chão. Ninurta, o Asag está esperando por você nas Montanhas. Herói que é elegante em sua coroa, primogênito de Ninlil que o decorou com numerosos encantos, bom Senhor, para quem a princesa prepara um sacerdote en ( Senhor), Herói que veste-se como a Lua, que tem longa vida para reinar sobre a Terra, que abre o céu com sua força sublime, inundação que imerge os bancos ......, Ninurta, Senhor, que nada teme, que vi apressar-se em direção as Montanhas, prudente Herói incomparável, seu tempo jamais será igual ao de Asag! Ninurta, não faz seus jovens entrarem nas Montanhas."
151-167 O Herói, o filho, prazer de seu pai, o amplo, nascente de profunda deliberação, Ninurta, o Senhor, o filho de Enlil, presenteado com compreensiva sabedoria, o ...... deus, o Senhor forte que cavalga o viajante temporal, e junta os batalhões ....... Ele espalha sobre as Montanhas seu grande ......,ele fez ...... ir com seu povo para ....... Ele enche ....... Ele voa sobre as terras rebeldes na vanguarda da batalha. Ele ordena à sua lança, e ataca ...... com sua corda; o Senhor comanda sua maça, e ela vai para seu cinto. O Herói apressa-se para a batalha, ele ...... céu e terra. Ele preparou o arco e o escudo, as Montanhas são feridas e rebaixadas dianta das legiões de Ninurta. Quando o herói cingia sua maça, o sol não esperou, a lua correu; eles foram esquecidos, enquanto ele marchava contra as Montanhas; os dias escureceram-se como breu .
168-186 O Asag perdeu a cabeça na batalha. Com seu grupo ele enraizou-se no céu, tomou-o em suas mãos; como uma cobra ele rasteja a sua cabeça no chão. Ele foi como um cachorro louco atacando e matando os desamparados, atirando-os em suas paredes. Como uma represa, o Asag arremeteu contra Ninurta o filho de Enlil. Como uma tempestade sem curso, ele elevou uma voz rancorosa; como uma serpente gigantesca, ele assolou a Terra. Ele destruiu as águas das Montanhas, destruiu as tamareiras feriu a Terra e cobriu-a de pranto. Ele lançou fogo contra as camas-vermelhas encheu o céu de sangue, voltou-se contra ele; dispersou seu povo. Naquele momento, naquele dia, os campos encheram-se de potassa negra, cruzando toda a extensão do horizonte, encheu-o de vermelho _ realmente ele o fez! An estava oprimido, torcendo as mãos contra o estômago; Enlil gemendo e mantendo-se a um canto, os Anunnakis atirando-se contra as paredes, a casa estava cheia de gente amedrontada como se fossem pombos. A Grande Montanha, Enlil, gritou para Ninlil:
187-190"Minha esposa, meu filho não está mais aqui; quem poderá me apoiar? O Senhor, a grande autoridade do E-kur, o Rei que impunha fortes correntes a seu pai, um cedro nascido no abzu, uma coroa elegante, meu filho, minha segurança _ ele não está mais aqui: quem tomará a minha mão?"
191-214 O guerreiro que amava o Senhor, obediente a seu mestre, o Car-ur ...... para o Senhor Ninurta a seu pai em Nibiru ....... O esplendor envolveu Ninurta como um ornamento, ....... ...... limitou-o: Então o Senhor ....... O guerreiro ...... disse a Enlil.
215-224"...... Ninurta, confia em si mesmo; ...... ele virá; as águas ele sorverá como se fosse o coração do Sol; ...... ele combaterá novamente, ele virá com alegria, ele causará terríveis tempestades ao ressurgir, novamente ...... do Herói Ninurta ....... ...... quem pode resistir nas Montanhas, ele vem revestido com sua força. Ele me deu suas ordens, e vocês tem de seguir estas instruções:
1 linha ilegível;...... nos campos ele não atacará a população ... ele não causará uma perda de posteridade. Ele não perderá o nome de todas as coisas das espécies cujos destinos Eu, Enlil, decretei ."
225-227 O guerreiro, em seu coração ......, ressuscitou: ele ultrapassará seus limites, o Car-ur corre, ele entra nas terras rebeldes, com alegria ele relata ao Senhor Ninurta:
228-243 "Meu mestre, ...... para você, Enlil disse: "Como o Dilúvio ( i.e. Ninurta ), antes que o veneno se amontoe, ataque o inimigo, tome Asag com o gritador , perfure seu fígado, deixe meu filho entrar com isto no E-kur. Então, Ninurta, até os limites da Terra meu povo dará graças a seu poder." Você, Senhor que confia nas palavras de seu pai, não demore , grande força de Enlil. Arrase as terras rebeldes, os que trituram as Montanhas como a flor, Ninurta, portador do selo de Enlil, vá! Não tarde. Meu mestre: o Asag construiu uma muralha de estacas em parapeitos dos aterros; a fortaleza está muito alta e não pode ser alcançada, ...... suas perfurações não diminuíram.
3 linhas ilegíveis:
Meu mestre, ......."
244-251. Ninurta abriu a boca para falar com a maça ... .... Apontou a lança para as montanhas ... .... O senhor estendeu um braço em direção às nuvens. O dia tornou-se uma noite escura. Ele gritou como uma tempestade, ... ....
2 linhas ilegíveis
251-264 O Senhor ...... nuvens de poeira. No combate ele decepou a montanha com um cortador . O Car-ur fez o vento da tempestade nascer no céu, caindo sobre o povo; como ...... ele chorou. Seu veneno sozinho destruiu o povo das torres. A maça ateou fogo nas Montanhas, a arma matadora esmaga os esqueletos com seu dente doloroso. A lança foi atirada na terra e a cravou cheia de sangue. Nas terras rebeldes, cães o lambiam como se fosse leite. O inimigo levantou, chorando para sua esposa e filho, "Não levantem seus braços para agradecer ao Senhor Ninurta". O guerreiro cobriu as Montanhas com poeira, mas não feriu o coração de . O Car-ur colocou suas armas ao redor do Senhor:
265-280 " Herói, o que mais você espera? Não use pela metade o furacão contra as Montanhas. Ninurta, Senhor, filho de Enlil, eu falo novamente, faça-se como uma tempestade. Ele é uma pústula cujo cheiro é loucura, como muco que flui pelo nariz inesperadamente, senhor, suas palavras são desvario, ele não te obedecerá. Meu mestre, ele foi criado contra você como um deus: quem poderá te ajudar? Herói, ele corre pela terra como um vento descontrolado, ele esfrega-se como se com sal grosso, Ninurta, ele caça os antigos nas Montanhas. Ele é um pó terrível contra o esplendor nas nuvens, ele derruba os pastores. Nas terras rebeldes, é como o leão selvagem gritando; nenhum homem pode enfrentá-lo. Depois de reduzir todas as coisas a nada com o vento norte, ele ....... Os pastores foram presos por demônios fantasmagóricos. Ele secou as águas na terra. Na tempestade do vento o povo morreu, sem que houvesse solução. Para um implacável inimigo, grande Herói, Senhor, não se dá Segunda chance," ele disse rápido.
281-299 Mas o Senhor chegou-se às montanhas, sem um rugido. O Herói não endereçou as terras rebeldes, ele ....... Ele reverteu o mal que havia sido feito ....... Ele esmagou a cabeça de todos os inimigos, fez as Montanhas suarem. O Senhor acampou-se em todas as direções, como um soldado dizendo "Eu acamparei". Como um pássaro o Asag olhou angustiado das Montanhas. Ele ordenou as terras rebeldes que silenciassem e ....... Ninurta aproximou-se do inimigo e abateu-se sobre ele como uma onda. O esplendor terrível de Asag foi contido, começou a apagar. Ele olhou maravilhado para cima. Como água ele agitou-o, arremessou-o sobre as Montanhas, como erva-daninha ele arrancou-a, como o esparto ele destruiu-o. O esplendor de Ninurta cobriu a Terra , ele torrou Asag como um churrasco, ele ...... seus genitais, ele empilhou como quem empilha pedras, ele amassou-o como ao trigo, como um oleiro faz com seus tijolos; ele empilhou-o e pisou-o sobre a terra enlameada. O Herói
realizou o desejo de seu coração. Ninurta, o Senhor, o filho de Enlil, ...... acalmou-se.
300-309 Nas Montanhas o dia terminava. O sol dizia seu adeus. O Senhor ...... seu cinto e maça na água, ele lavou o sangue de suas roupas, o Herói secou seu rosto, ele fez um canto de vitória sobre os corpos dos mortos. Quando se abateu sobre o Asag deixou-o na condição de um navio que é atacado por um maremoto, os deuses da Terra vieram a ele. Como exaustos asnos selvagens, eles prostraram-se diante dele, e para seu Senhor, por causa de sua conduta prudente, para Ninurta, o filho de Enlil, eles elevaram suas mãos, agradecidos. O Cra-ur endereçou suas palavras a seu mestre (1 ms. Isto é: ao Senhor Ninurta):
310-330" Senhor, grande árvore que se mostra nos campos aquáticos, Herói quem é como você? Meu mestre, igual a você ninguém é, e ninguém pode ser como você, nem nascer como você. Ninurta, hoje ninguém lenvanta-se nas Montanhas contra você. Meu mestre, se você der, ninguém pode tirar , ...... como eles agradeciam!
1 linha ilegível
Senhor Ninurta ......."
7 linhas ilegíveis
Após ele Ter destruído o Asag como erva-daninha nas terras rebeldes, tornou-as cinzas, Senhor Ninurta ...... seu clube:
1 linha ilegível
"De hoje em diante, não se fale Asag: seu nome será Pedra. Seu nome será a pedra zalag, seu nome será Pedra. Isto, suas entranhas, serão o mundo inferior. seu valor pertence ao senhor...."
331-333. A bênção do clube, sendo sepultado em um canto: "A grande batalha que reduz a Terra".
1 linha em falta
334-346 Neste tempo, uma água boa subiu da Terra e purificou os campos. A água fria amontoou-se em algum lugar, e quando o dia começou ...... ele trouxe destruição às Montanhas, uma vez que os deuses da Terra estavam sujeitos à escravidão, e levavam a enxada e o cesto _ faziam trabalho nas minas _ o povo chamado foi recrutado para o trabalho manual. O Tigre não fluía. Sua boca não terminava no mar, ele não tinha água fresca. Ninguém comercializava nos mercados. A fome era dura, e nada ainda tinha nascido. Ninguém limpava os canais, o pântano não havia sido dragado. Não haviam diques. O povo não trabalhava nos sulcos, cevada não havia sido semeada.
347-359 O Senhor aplicou sua grande sabedoria a isto. Ninurta (1 ms.: Ninjirsu ), o filho de Enlil, começou a trilhar um grande caminho. Ele fez uma pilha de pedras nas Montanhas. Como uma nuvem flutuante ele abriu seus braços sobre ela. Com um grande muro ele barrou a frente da Terra. Ele instalou um açude no horizonte. O Herói agiu com habilidade, ele fundou as cidades juntas. Ele bloqueou as águas fortes por meio de pedras. Agora as águas não desceriam das montanhas sobre a Terra. O que foi disperso ele prendeu junto. Onde as Montanhas tinham formado lagos, ele reuniu e formou o Tigre. Ele espalhou as águas puras sobre os campos.
360-367 Agora, hoje, através de todo o mundo, reis da Terra ficarão alegremente ao lado do Senhor Ninurta. Ele providenciou água para regar a cevada nos campos cultivados, ele encheu-os de frutas no jardim e no orquidário. Ele amontoou grandes pilhas de grãos. O Senhor fez o comércio das colônias irem além da Terra da Suméria. Ele atendeu os desejos dos deuses. Eles agradecem ao pai de Ninurta.
368-371. Naquela época, ele chegou também a uma mulher com compaixão. Ninmah estava sem dormir de lembrar o lugar onde ela o havia concebido. Ela cobriu a parte externa com uma lã, como uma ovelha, ela fez um grande lamento sobre as montanhas agora inacessíveis:
372-386" As montanhas não suportaram a força do grande Senhor. O grande Herói – a força da qual ninguém pode se aproximar, a tempestade que caminha sobre a Terra, espalhando veneno sobre a Terra; o Senhor, o sopro de vida de Enlil, cuja cabeça ostenta a tiara, ...... quem nada sabe de ......: em triunfo ele correu para mim, ele com quem meu marido me engravidou. Ele nasceu para meu marido. Ele estava perto ......; mas o filho de Enlil passou e não me olhou. Para o bom jovem" – assim a boa senhora dizia, como ela queria encontrá-lo em E-cumeca, seu lugar escolhido, --" Eu cortarei o laço. Agora eu, sim eu, irei até o presunçoso Senhor, olhar o precioso Senhor. Eu irei diretamente a ele, meu filho, juiz de Enlil, o grande Herói, favorito de seu pai."
387-389 A senhora compôs uma música. Ninmah recitou-a para o Senhor Ninurta. Ele olhou a que lhe dera a vida e disse-lhe:
390-410" Senhora, já que você veio até as Montanhas, Ninmah ('Grande Senhora'), já que você entrou nas terras rebeldes por me amar, já que você não ficou longe de mim quando eu fui surpreendido pelos horrores da batalha _ dê o nome da montanha que eu, o Herói, empilhei na Montanha (hursaj) e seja você sua senhora (nin): agora este é o destino decretado por Ninurta. De hoje em diante o povo falará de Ninhursaja. Que assim seja. Suas lavouras produzam ervas para você. Seus declives produzirão mel e vinho para você. Que seus bosques produzam ciprestes, juníperos, e caixas para você. Que haja abundância de frutas, como em um jardim. Que as montanhas supliquem por seus divinos perfumes. Suas minas tenham ouro e prata para você, façam ... para você. Que exista cobre e aço para você, e que se pague tributo para você. Que as Montanhas tenham animais selvagens. Que as Montanhas sejam férteis de quadrúpedes para você. Você, ó Rainha, seja igual a Ann, com seu terrível esplendor. Grande deusa que detesta fanfarronice, boa senhora, donzela Ninhursaja, Nintud, ...... aproxime-se de mim. Senhora, eu dou a você grandes poderes: que você seja exaltada."
411-413 Enquanto o Senhor fixava o destino das Montanhas,enquanto ele andava no santuário de Nibiru, a boa senhora cujos poderes excedem todos os poderes, Senhora-criadora, Aruru, irmã mais velha de Enlil, diante dele:
414-415" Grande Herói cujas palavras, como as de seu pai, são inalteráveis, Senhor: você não determinou os destinos dos guerreiros que você venceu."
416-418 O Senhor então endereçou as pedras. Ele definiu seu ambiente típico. O Senhor falou para elas, que tiveram raiva da Terra, Ninurta filho de Enlil determinou:
419-434 "Pedra U (esmeril ), visto que você colocou-se contra mim nas Montanhas, visto que você barrou meu caminho para deter-me, visto que você tentou matar-me, visto que você combateu a mim, Senhor Ninurta, em meu grande trono; você era poderoso, um jovem de grande força: você Terá seu tamanho diminuído. Um poderoso leão, confiante em sua força, te fará em pedaços, o homem forte irá contra você. Jovem pedra U, seus irmãos te empilharão como trigo. Você voltará sua mão contra sua prole, afundará seus dentes sem seus corpos. Você, jovem homem, gritará, terminará como ....... Como o grande touro selvagem é morto por muitas pessoas, será dividido em porções. Pedra U, você será caçada nos campos de batalha, como um cachorro cassado pelos pastores. Porque eu sou o Senhor: visto que a cornalina é polida por você, você será chamado por seu nome. E agora, de acordo com o destino fixado por Ninurta, de hoje em diante quando a pedra U o tocar, o cornalina será partida. Assim o será."
435-437 O Herói endereçou as pedras su e gasura . O Senhor enumerou suas características. Ninurta, filho de Enlil fixou seu destino:
438-447" Pedra Su , você voltou-se contra minhas armas; pedra Gasura, você manteve-se firme contra mim como um touro, arremessou seus chifres empoeirados contra mim, você será ... como borboletas. Meu terrível esplendor te cobrirá. Você não pode escapar de meu grande poder, o ourives soprará e golpeará seu coração. Você será moldado por ele para formar uma matriz.Povos colocarão as primeiras frutas dos deuses em você, no momento da Lua Nova."
448-450 Meu Rei parou diante da pedra sajkal , ele endereçou as pedras gulgul e sajjar . Ninurta filho de Enlil determinou:
451-462 "Pedra Sajkal, visto que você voou contra mim......; pedra gulgul , visto que você lançou raios contra mim ......; pedra sajjar, visto que você lançou sua cabeça contra mim, aterrou seus ataques contra mim, o Senhor! A pedra sajkal esmagará você, pedra sajjar , jovem bravo, e a pedra gulgul te destruirá. Você será descartado como incompatível e sem valor (saj nukala). Será presa da fome (cagjar) da Terra; você será mantido pela caridade de sua cidade. Será contado como uma pessoa comum, um guerreiro com algumas escravas. Elas dirão a você: "Vá para fora, depresa!", isto será seu nome. E agora, pelo destino determinado por Ninurta, de hoje em diante você será chamado terra ruim, na Terra. Assim será."
463-465 Meu rei parou diante da pedra esi. ...... ele falou sua linguagem. Ninurta filho de Enlil determinou seu destino:
466-478"Esi ( diorita ), seus braços na batalha lutaram separadamente. Você espalhou-se diante de mim como linhas de fumo. Você não levantou sua mão. Você não me atacou. Visto que você disse, "Isto é falso. O Senhor está sozinho, o Herói. Quem pode espionar Ninurta, filho de Enlil?" – eles extrairão você das terras elevadas. Eles te quebrarão e te levarão da terra de Magan. Você será moldada. Forte cobre como liga e então será perfeitamente adaptado a meu braço heróico, para mim, o Senhor. Quando um rei estabelecer seu renome perpetuamente, ele fará esculturas para todo o tempo, você será colocado nos palácios para libações _ E será doce _ em meu tempo E-ninnu, uma casa cheia de bondade."
479-481 Meu Rei voltou-se para a pedra na. Ele ...... o corpo de uma pedra na. Ninurta filho de Enlil determinou:
482-486 "Pedra, como você disse, "se somente isto me fosse feito"; pedra na, como você enfeitiçou meus poderosos _ reduziu-os para trabalharem como porcos. Seja descartado, seja usada para nada, termine sendo reduzido a pequenos fragmentos. Virá quem saberá te reduzir a líqüido.."
487-488 Meu Rei voltou-se para pedra elel . Ninurta filho de Enlil determinou seu destino:
489-496"Elel, inteligentemente você aterrorizou-me ao descer pela Montanha, onde a discórdia começou. Nas terras rebeldes você proclamou meu nome como o de quem havia fugido. Nenhum de seus buracos será diminuído. Será difícil reduzir sua massa a pequenos pedaços. Minhas leis divinas serão definidas em linhas retas em seu corpo.Você deverá estar bastante adequado para o embate de armas, quando meus heróis te dizimarem. Você será colocado em um pedestal em minha grande sala do trono. A Terra te dará graças, as terras estrangeiras alarão de você. Elevarão você."
497-499 O Herói voltou-se para a pedra kagina (hematita) , ele endereçou sua dureza. Ninurta, filho de Enlil fixou seu destino:
500-511 "Jovem homem de respeito , cuja superfície reflete a luz, kagina, quando a questão da terra rebelde chegou a você, eu não te conquistei ....... Eu não te contei entre os hostis. Eu farei um quarto para você na Terra. Os ritos divinos de Utu serão seu poder. Eles será um juiz nas terras estrangeiras. O artífice experiente em tudo, te avaliará como ouro. Jovem homem do qual eu tomo posse, por sua causa eu não dormi até que você vivesse. E agora, de acordo com o destino fixado por Ninurta, de agora em diante, kagina viverá! Assim o será."
512-513 O herói voltou-se para jicnugal (alabastro). Ninurta filho de Enlil determinou:
514-521 "›icnu, cujo corpo brilha como a luz do dia! Prata purificada, jovem destinado ao palácio, visto que sozinho você manteve suas mãos para mim, e prostrou-se diante de mim nas Montanhas, eu não te ferirei, e eu não voltarei minha força contra você. Herói, você se manteve firme quando eu gritei. Seu nome será chamado benevolência. O tesouro da Terra estará em suas mãos, você será o mantenedor dos selos. O Anunnaki ... "
522-524 Meu Rei voltou-se para algamec e ficou diante dele. O Senhor falou irritado, na Terra. Ninurta, filho de Enlil, determinou:
525-527" Que provisão você fez para assistir meu progresso? Seja o primeiro a ir para a minha ferraria.Algamec, você será o sacrifício regular oferecido diariamente pelos ferreiros."
528-533 Meu Rei voltou-se para ducia . Ele endereçou a nir, o gug ( cornalina ) e o zagin (lápis lazuli ); o amac-pa-ed, a caba, o hurizum, o gug-gazi e o marhali; o egi-zaga, a girin-hiliba, o anzugulme e o nir-mucjir (1 ms.: o ...... e o gazi-musud ). O Senhor Ninurta, filho de Enlil, determinou seus destinos para ...... o aspecto aquático:
534-542 "Como você veio para meu lado, homem e mulher, e por sua própria decisão! Você não terá falta de nada , e você me apoiará fortemente. Você me exaltou em público. Agora, em minha deliberação, eu exaltarei você . Você será o general das assembléias, você, nir, será escolhido para xarope e para vinho. Você será decorado com metais preciosos. Os principais deuses farão as terras estrangeiras prostrarem-se diante de você, colocando seus narizes na terra.."
543-545 Meu Rei voltou-se para jir-zu-jal ( vidro), e colocou-se à sua frente. O Senhor falou irritado, na Terra. Ninurta, filho de Enlil, determinou:
546-553"Ah, dúplice jir-zu-jal, e então? Eles dividiram seus chifres, touro selvagem, nas suas Montanhas. Mentiras diante de ....... Você não me tratou igualmente, a mim que te apoiava. Eu te colocarei em um saco e as pessoas te quebrarão em pequenos pedaços. O metalúrgico fará moldes com você, ele usará seu cinzel em você. Jovem homem, maciço, te será avesso: o carpinteiro, dizendo "Eu quero fazer isto para meu trabalho ", te molhará com água ...... e te amassará como malte."
554-556. Meu rei virou-se para as pedras iman, dirigiu-se as pedras alliga. Ninurta, filho de Enlil fixa seu destino:
557-565 "Iman , nas Montanhas você gritou contra mim. Você me combateu. Eu te incinerarei. Como uma tempestade eu te sobrevoarei. Eu te reduzierei a cinzas. Eu te arrancarei como erva daninha. Quem te ajudará agora? Iman : seu grito não terá valor, ninguém atentará para ele. Iman , alliga : seu caminho não te levará para o palácio."
566-568. Meu rei virou-se para a pedra MASDA. Ele abordou as pedras dubban e urutum. Ninurta, filho de Enlil definiu seu comportamento característico (?):
569-578 "Masda , dubban , fogo abrasador; urutum , a quem nada resiste; quando o gasura ...... e você abrazou-se contra mim, você dirigiu seu fogo contra mim no ataque a terra rebelde. Uma vez que você colocou-se contra mim na terra de Saba: masda , eles te cortarão como uma ovelha. Dubban , eles te pulverizarão. Urutum , eles te atacarão com a maça de combate; com bronze, as pontas das flechas dos deuses, eles te atacarão com o eixo, te cortarão com espadas."
579-580 Meu Rei voltou-se para cagara . Ninurta filho de Enlil fixou seu destino:
581-591 "Cagara , que esmagava a cabeça de qualquer um que atravessava sozinho o deserto, nas Montanhas quando meus braços estavam ocupados, você tentou me emboscar. Como você mesmo se cortou em combate, o trabalhador de juncos fará caniços com você. Você será colocado na carroça, a aparência de sua mãe e de seu pai será esquecida. Ninguém te dirá, "Venha",ninguém sentirá sua falta, o povo não terá compaixão com você. Nas orações dos poderes criados para a Eternidade nos palácios de Ninhursaja, você será descartado nos dais de lá. Eles te misturarão no malte, e você se contentará com uma porção de farinha. Isto será explicado para você."
592-593 Meu Rei voltou-se para marhuca , Ninurta o filho de Enlil pronunciou seu destino.
594-599"Marhuca, ...... a cadeia em meu lugar, ...... você tomou, visto que você não participou dos crimes de sua cidade, ......; você será rolado sob o filtro jug, a água será filtrada em você. Marhusa, você será usado em trabalhos legais, ....... Você será ornamento perfeito para broches. Marhuca, você será lembrado nos templos dos deuses."
600-602 O Herói voltou-se para hactum e ficou à sua frente. Na Terra, o Senhor endereçou sua raiva; Ninurta, o filho de Enlil pronunciou seu destino:
603-608 "Hactum, você gritou contra mim nas Montanhas. Você atacou-me com gritos de batalha. Com sua gritaria, você determinou um demônio lila nas Montanhas. Jovem homem, por causa disto, Fosso (hactum) será seu nome. E agora, de acordo com o destino que Ninurta determinou, de agora em diante, será hactum. Assim seja."
609-610 Meu Rei voltou-se para durul . Ninurta filho de Enlil determinou seu destino:
611-617 "Durul , ornamento sagrado, blindado, nas Montanhas você prostrou-se diante de mim. Visto que você me disse, "Se somente isto me fosse feito, eu quebraria as barras dos portões, se somente eu estivesse diante dele, diante de meu Rei, Senhor Ninurta", seu nome seria engrandecido de acordo com sua vontade. Como o conhecedor fala de metal precioso, "Eu te comprarei", para as nações estrangeiras, como músicos tocando o órgão, eles perseguirão você."
618-633 Meu Rei voltou-se para cigcig , ele endereçou engen e ezinum . Para ug-gun, hem, madanum, sajgirmud, e ...... e mursuh, Ninurta filho de Enlil fixou seu destino:
2 linhas ilegíveis
"com costelas desenhou, balançando nos haunches, coração orgulhoso, pernas firmes como um urso, ......: Eu virei até você; agora, seja um aliado, você virá com os demais; quem estenderá sua mão para eles? Você estava no grupo, você firmou-se na porta.
3 linhas ilegíveis.
Na Terra, o campeão afortunado favorece-se em você."
634-637 O Herói voltou-se para kurgaranum . Ele endereçou bal ; o Senhor Ninurta, filho de Enlil, fixou o destino do cimbi amarelo:
638-644 "Porque você disse, "Eu serei fortaleza para o povo ",
1 linha ilegível
você ...... como se ...... o jovem que tinha obtido glória para você; o jovem artesão cantava suas graças. Você será favorecido para o festival dos espíritos da morte; no nono dia do mês, na Lua Nova, o jovem será ... para você." Ele marcará ...... então para o culto de Ninhursaja.
645-651 O Herói conquistou as Montanhas. Moveu-se através do deserto, ele ....... Através da multidão, ele fortaleceu-se com suas aclamações, majestosamente ele ....... Ninurta alegremente correu para sua amada amplidão, o Senhor colcou os pés na nave Ma-kar-nunta-eda. O piloto cantou uma canção, para o Senhor ele cantou. Eles endereçaram uma gratidão eterna a Ninurta filho de Enlil:
652-661" Deus que desbarata todos os heróis, Senhor Ninurta, rei dos deuses anunakis, prendendo um cortador em sua mão direita, ataca, como uma torrente seus inimigos; quem pode rivalizar seu grande trabalho? Herói, Dilúvio, sem igual, as deidades enki e ninki não ousam resistir a você. Herói que amontoa as cidades, que subjuga as Montanhas, filho de Enlil, quem pode elevar-se contra você? Ninurta, Senhor, filho de Enlil, Herói, quem é como você?
662-668 "Meu rei: há um herói devotado a você e a suas oferendas, ele é como sua reputação, ele caminha em seus caminhos; ele foi brilhantemente acompanhado até o seu templo, visto que ele fez um santuário de poeira para você, deixe-o ir a seu festival. Deixe-o acompanhar-te em seus ritos sagrados. Ele formulou um voto para sua vida. Deve dar graças na Terra.
669-671" Possa o coração de Ann ser favorável ao Senhor, possa o santuário da donzela mãe Bau brilhar como a luz do dia para Ninurta, força de Enlil."
672-680 Eles cantam para o Senhor no barco cerimonial. O barco, flutuando por si mesmo, acumula riquezas. A nave Ma-kar-nunta-eda brilha intensamente . Para fortalecer o Herói, o fabricante de armas, o Anunaki ... veio até ele. Ele coloca seu nariz na terra, ele coloca suas mãos em seu peito. Ele endereça uma oração e uma súplica ao Senhor: "Possa sua ira ser apagada ... Ninurta, Rei, Utu-ulu, eleve sua cabeça para o céu ".
681 Seu pai Enlil disse-lhe:
682-697"......, proeminente com seu grande nome, você estabeleceu sua habitação ....... Peito, combativo ......, Rei da batalha, eu presenteei a tempestade do céu para você usar contra as terras rebeldes. Ó Herói do céu e da terra, eu apresentei você ao grupo, o dilúvio que ateou fogo às Montanhas. Rei, em sua tempestade, seu caminho foi correto. Mas, Ninurta, eu confiei em sua marcha para as Montanhas. Como um lobo está livre para caçar, em sua tempestade você aventurou-se nas terras rebeldes de acima. As Montanhas que você destruiu não serão restauradas . Você fez estas cidades serem contadas como ruínas. Suas regras poderosas as perderam diante de você. Uma maça celestial, uma liderança inalterável, prosperidade, vida eterna, o bom favorito de Enlil, o Rei, e a força de Ann: estas serão suas recompensas."
698-711 Já que o Herói matou o Asag, já que o Senhor fez pilhas de pedras, já que dera a ordem "Será chamada pedra", já que ele tinha ...... o dragão rugidor, já que o Heróis tinha traçado o caminho das águas ...... abaixo e acima, já que ele tinha tornado os campos férteis, já que ele tinha feito famosos os campos da abundância, já que o Senhor havia estabelecido seus sulcos regulares, já que Ninurta, filho de Enlil, tinha amontoado pilhas de grãos _ Ninurta o filho de Enlil encarregou-se de manter o senhora que possuía os divinos poderes que existem por si próprios, quem é eminentemente sábio para agradecer, para Nisaba, boa senhora, grande amplidão, proeminente nas terras, aquela cujo poder é o livro principal com as obrigações de en e lugal, doado por Enki na Colina Sagrada com uma grande inteligência.
[
712-723 Para a senhora, a estrela celestial , fez magnificamente bela para o príncipe do abzu, para a senhora que conhece os corações, que sozinha governa, com prudência ... que governa os de cabelos pretos, que possui os livros com todos os nomes, que suspende redes das quais nenhum pássaro escapa, que executa cada trabalho com o mais completo sucesso, para ela ... cujos dias são contados com as fases da Lua, para ela que é inacessível como uma fortaleza de cobre ... , que é ... em conselhos e grandiosa em todas as formas de fazer as coisas , ... aquela que cuida dos de cabelos pretos , cujas leis o povo prontamente ... a réplica de Enlil, a brilhante boa senhora que aconselha-se com Ann graças a Nisaba.
724-725 Poderoso de Enlil, Senhor Ninurta, grande filho do E-kur, herói de seu pai: é bom te louvar..
726 Uma música cir-gid de Ninurta.
FONTE: http://etcsl.orinst.ox.ac.uk/
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